sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bem vindo ao BMW Motorrad International GS Trophy América do Norte/ Canadá.

Evento será no Canadá este ano e espera 48 participantes de 19 países. A competição não é corrida.

Fonte: BMW Group Press Club Global.
Faltando pouco mais de um mês para o início do quarto BMW International GS Trophy, a edição da América do Norte, os organizadores e participantes estão trabalhando a todo vapor, para que tudo aconteça conforme planejado.
Seguindo as pistas e trilhas das montanhas rochosas das províncias canadense da Colúmbia Britânica e
Alberta, 48 pilotos em 16 equipes representando 19 países, seguidos por 16 jornalistas, vão competir por uma semana, começando no dia 06 de setembro, passando por aventura, ensaios e o desafio do  trabalho em equipe, desfrutando as lindas paisagens desta região, em conexão direta com a natureza, mas a bordo do ícone do motociclismo de aventura, a BMW R 1200 GS.
Para o organizador do Evento e ex piloto do Rally Dakar, o GS Trophy é uma evento, porém não é uma corrida.
Os participantes do GS Trophy ao invés de participar de uma corrida  supercompetitiva de 2000 km em em uma moto off road, eles competem  em uma série de desafios condizentes com o estilo de vida BMW GS, aproveitando os passeios e demostrando habilidade para viver o mundo natural e o trabalho em equipe.
Desta forma então o evento não é uma corrida, segundo Tomm Wolf, 'Mas é uma dura concorrência, a nível de cavaleiro e a nível desportivo. Com as edições anteriores foi crescendo e melhorando
A mensagem é que ele não é uma corrida", explica Tomm Wolf. "Mas é uma dura concorrência do mesmo jeito. O nível de piloto e a nível desportivo ao longo dos últimos GS Troféus foram sempre crescendo e melhorando, por esta razão estamos sempre mirando as partes mais difíceis e não somente aquelas de maior risco. Minha mensagem é de que será um evento esportivo duro novamente, e assim eu aconselho os competidores para treinar e treinar mais um pouco!"
O evento está sempre acontecendo em anos pares: Tunísia 2008, Africa do Sul 2010, América do Sul 2012 e agora América do Norte/Canadá 2014.

Moto 1000 GP: pilotos revelados na GPR 250 figuram entre os principais destaques da GP 600‏

Pedro Sampaio

Competidores que disputaram categoria-escola do Moto 1000 GP em 2013 são os adversários mais próximos do líder invicto da temporada

Fonte: Grelak Comunicação
O início da segunda temporada da GPR 250, categoria-escola do Moto 1000 GP, apresentou disputas intensas ao público do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. As etapas de Santa Cruz do Sul (RS) e São Paulo (SP) foram marcadas pelo equilíbrio entre os vários pilotos que figuraram na disputa pelas vitórias – que foram conquistadas pelos paulistas Meikon Kawakami, da Playstation-PRT, e Lucas Torres, da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros.

Kawakami, dono de uma vitória e um segundo lugar, apresenta-se para a terceira etapa, que será disputada neste domingo (27) em Brasília, como líder do Moto 1000 GP. Ele soma 47 pontos, dez a mais que o gaúcho Giovandro Tonini, da Santin Racing. Torres soma uma sexto lugar e uma vitória e aparece em terceiro, com 36 pontos. No GP Brasília, a GPR 250 deverá reunir pelo menos 20 participantes no grid do Autódromo Internacional Nelson Piquet.

O objetivo principal do Moto 1000 GP com a implantação da série, que é a formação de pilotos, já apresenta resultados. Dois competidores egressos da GPR 250 estão entre os principais destaques da GP 600 no Moto 1000 GP: o paranaense Joelsu da Silva, da equipe Paulinho Superbikes, vice-líder com 20 pontos, e o gaúcho Pedro Sampaio, campeão da categoria-escola em 2013 e terceiro colocado na classificação atual da GP 600, com 16 pontos.

À frente dos dois pilotos revelados na GPR 250, na pontuação, aparece o uruguaio Maximiliano Gerardo, da MGBikes Yamaha Racing, único piloto com duas vitórias na temporada de 2014 em todas as categorias do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Os competidores da GPR 250, GP 600, GP Light e GP 1000, principal categoria da competição, vão à pista a partir desta sexta-feira (25), nos treinos livres que abrem a preparação para o GP Brasília.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Moto 1000 GP: Equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing terá novidades a partir da etapa de Brasília

Neste fim de semana o Campeonato Brasileiro de Moto velocidade terá sua continuidade, com a realização da 3ª etapa. Uma das novidades é que o Próprio Alex Barros vai alinhar no grid da categoria 1000 GP. Lucas Teodoro segue como representante da GP light. Programação começa nesta sexta-feira, 25 de julho.

Fonte: BMW Group PressClub Brazil
Com novidades, a equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing desembarca no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, para a disputa da terceira etapa do Moto 1000 GP. Com a saída repentina do argentino Luciano Ribodino, a equipe definiu que o próprio Alexandre Barros vai alinhar no grid da GP 1000. Já na GP Light, Lucas Teodoro segue como representante da equipe. Ele quer manter o bom ritmo da etapa de São Paulo, na qual liderou duas sessões de treinos e largou em segundo, para buscar novos pontos na tabela. Nesta etapa, os canais BandSports e Esporte Interativo, além do portal Terra (www.terra.com.br), transmitirão ao vivo a corrida da GP 1000 no domingo (27). A GP Light terá um VT compacto dentro da programação das emissoras e do portal. Já o site da categoria (www.moto1000gp.com.br) exibirá todas as disputas em tempo real.
Na GP Light, Lucas Teodoro continua sendo o representante da equipe paulista. E, depois da etapa de Interlagos (SP), na qual o piloto, natural de Ribeirão Preto, teve um bom rendimento durante todo o fim de semana, tendo liderado, inclusive, duas sessões de treinos livres e, por pouco, não anotou a pole position, cravando o segundo tempo da classificação, quer repetir o feito e estar competitivo desde os treinos.

O paulista Lucas Teodoro ocupa o 16º lugar na classificação, com 6 pontos, pois não largou para a segunda etapa, devido a um toque e uma queda na segunda, das três largadas, da prova paulistana (vale lembrar que a 1ª e a 2ª largadas não foram válidas) e com muitas dores, o piloto optou por não alinhar no grid e não participar da segunda etapa, perdendo a chance de pontuar.

Moto 'retrô' ganha espaço com charme do passado e alta tecnologia

Triumph Bonnevile T100: a atual e a pioneira, de 1959, à dir

Cresce aposta em modelos com visual clássico, de até R$ 60 mil.

Publicado no Portal G1 em 23/07/2014.
O fenômeno “retrô” que ronda o mundo da motocicleta há tempos está mais forte no mercado internacional. Agora, praticamente todas as marcas têm modelos do tipo. Uma das mais recentes representantes é a BMW R Nine T, moto para poucos e abonadíssimos – custa R$ 61.500. Porém, no segmento há modelos mais acessíveis, como a Triumph Bonneville T100, à venda no Brasil por menos de R$ 30 mil.
estilo, que vêm aos poucos para o país, foca apenas no essencial: guidão, tanque, banco, motor bem exposto e um par de rodas. Nada de carenagens, nada de formas rebuscadas. É a moto em seu conceito original, que remete a modelos que, no século passado, disseminaram o gosto pelo veículo de duas rodas.

Elas, no entanto, também entregam aos fãs do estilo o melhor da tecnologia. No caso da BMW R Nine T, até o nome evoca o passado. "Nine T" (pronuncia-se “naineti”, como "ninety" ou 90, em inglês) alude aos 90 anos de lançamento da primeira motocicleta da BMW, a R 32.
Mas ela não é uma réplica da máquina pioneira da marca, e sim uma moto de visual minimalista, com o melhor da tecnologia alemã em termos de freios, suspensões e motorização. A graça dela é justamente o design pouco ou nada revelar sobre isso.

Também a inglesa Triumph Bonneville T100 segue a onda "flashback", escancarando isso em seu nome, que homenageia conquistas dos modelos da marca nos anos 1960, na longa planície do Bonneville Salt Flats, o leito seco do lago salgado no estado norte-americano de Utah. Todos os anos, o local é palco de tentativas de quebra de recordes de velocidade máxima de carros e motos.

Na aparência, a T100 pouco se diferencia das Triumph do final dos anos 1950, porém, no lugar do problemático par de carburadores Amal, há agora um avançado sistema de alimentação por injeção eletrônica e, em vez do limitado sistema de freios a tambor, freios a disco. Além disso, substituindo o precário sistema elétrico Lucas (à época jocosamente apelidado de “príncipe das trevas”), há um luminoso farol e um aparato de partida elétrica à prova de falha. Ou seja, é uma moto com cara de antiga, mas com funcionamento impecável.

Outra marca que se rende a essa tendência é a italiana Ducati, que nos últimos dias mostrou a um seleto grupo de jornalistas, do qual o G1 fez parte, a reedição de sua clássica Scrambler, modelo que fez muito sucesso no final dos anos 1960. Devidamente revisitado, ele seguirá a mais alta tecnologia da marca e será um dos protagonistas dos Salões de final de ano, em Colônia, na Alemanha, e em Milão, na Itália, as “passarelas” por onde desfilarão as novidades da alta moda motociclística para a temporada de 2015.

Outra moto que é um bom exemplo do crescente gosto por visuais de outros tempos é a Honda CB 1100, uma feliz interpretação atual das primeiras Honda de alta cilindrada, notadamente a CB 750 Four de 1969, modelo responsável pelo “golpe de misericórdia” que determinou a troca da liderança europeia pela japonesa na indústria motociclística. Se hoje o mundo da moto tem como líderes as marcas da terra do sol nascente, muito se deve à tecnologia da Four, que assombrou o mundo há 45 anos no Salão de Tóquio.

A Honda CB 1100 é exatamente o que a atual Triumph Boneville, a BMW R NineT ou a vindoura Ducati Scrambler são: motos com estilo clássico, mas com performance global que nada deve a modelos mais modernos e de design contemporâneo.
Também a Yamaha tem em seu catálogo exemplos de forte característica “vintage”. O destaque vai para a família SR, surgida no fim dos anos 1970. A mais recente desta estirpe, a SR 400, mescla a simplicidade clássica dos motores monocilíndricos a elementos de design dos modelos pioneiros da Yamaha, como a XS-1 650 de 1968.

Os formatos do tanque e do banco, entre outros detalhes da SR 400, evocam modelos do passado, mas com parte mecânica atual e, é claro, atendendo às exigentes normas relacionadas a emissões de poluentes. Por ser uma 400cc, esta Yamaha tem uma vantagem sobre as outras motos anteriormente citadas: o precinho camarada, pouco mais de 6 mil euros na Europa (cerca de R$ 18 mil).

Luis Fittipaldi é o piloto “da casa” na terceira etapa do Moto 1000 GP

Luis Fittipaldi (d)

Quinto em sua última atuação pelo Moto 1000 GP, na pista de sua cidade, piloto da JC Racing Team mantém otimismo para o GP Brasília

Fonte: Grelak Comunicação
O Moto 1000 GP volta a Brasília (DF) nesta semana para as corridas da terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, marcadas para o domingo (27) no traçado de 5.475 metros do Autódromo Internacional Nelson Piquet. As provas das quatro categorias terão transmissão dos canais Esporte Interativo e Bandsports a partir das 13h, com a íntegra ao vivo das categorias GP 1000 e GPR 250 e VTs compactos da GP 600 e da GP Light.
Na GP 1000, categoria principal do Moto 1000 GP, a torcida brasiliense será direcionada a Luis Fittipaldi, único representante da capital federal no grid. Piloto da JC Racing Team, equipe que venceu a etapa de junho em São Paulo com o norte-americano Danny Eslick, Fittipaldi tem como meta terminar a prova entre os 10 primeiros colocados. “Correr em Brasília é bom, conheço bem essa pista, apesar de não pilotar aqui há um bom tempo”, ele comenta.

Inscrito no Moto 1000 GP com a Kawasaki número 95, Fittipaldi aponta o alto nível dos pilotos da GP 1000 – maior parte deles representantes de outros países – como maior desafio. “Acompanhar os estrangeiros não é fácil. Minha meta é tentar andar junto com os pilotos da ponta, fazer um tempo bom, largar do meio do pelotão e acompanhar o ritmo na corrida”, estipula. Fittipaldi obteve o quinto lugar na última prova do Moto 1000 GP em Brasília, em 2012.

O GP Petrobras, que deu início à temporada em Santa Cruz do Sul (RS) no dia 4 de maio, teve Fittipaldi largando em 15º e terminando a corrida em 13º. No GP Michelin, disputado em Interlagos (SP) no dia 15 de junho, o brasiliense ocupou o 21º lugar no grid de largada e cruzou a linha de chegada em 17º. Ele ocupa o 20º lugar na tabela de classificação da categoria principal do Brasileiro de Motovelocidade, com três pontos conquistados.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Programação do Brasilia Moto Capital 2014.


Brasilia Moto Capital desta vez terá até loja de Conveniência


 "Os motociclistas sentiam falta de ter um local para compara um carvão e fazer um churrasquinho"

É uma novidade atrás da outra. Esse é o espírito que marca, ano após ano, o Brasília Motocapital. Já consagrado como o maior encontro de motociclistas da América Latina e o terceiro maior do mundo, em 2014 não poderia ser diferente. Para facilitar a vida dos motociclistas, que durante cinco dias de evento – entre os dias 23 e 27 deste mês – lotam o Parque de Exposições da Granja do Torto, a organização preparou uma loja de conveniência.
“A ideia é oferecer itens de primeira necessidade, como escova e pasta de dente, até frutas e verduras”, afirma Bia Freitas, que vai comandar o “Empório do Português” do motociclismo. “Os motociclistas sentiam falta de ter um local para poder comprar um carvão para fazer um churrasquinho. Acabavam tendo de sair da Granja para isso. Agora, podem fazer tudo aqui mesmo. Isso vai ser um facilitador, sobretudo para aqueles que acampam no evento”, diz Bia.
O Empório do Português vai funcionar em três turnos (manhã, tarde e noite) em todos os cinco dias do evento

Treinos extraoficiais abrem movimentação do Moto 1000 GP em Brasília.

Corridas do fim de semana no Autódromo Internacional Nelson Piquet terão participação de cerca de uma centena de pilotos. (Veja aqui a programação)

Fonte: Grelak Comunicação.
O Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF), terá a partir desta quarta-feira (23) a preparação de pilotos e equipes para a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Com mais de 30 motos na pista – número que considera apenas as confirmações prévias –, a programação do dia prevê treinos extraoficiais que servirão como preparação para as corridas de domingo (27) pelo Moto 1000 GP.
A programação oficial do GP Brasília será aberta na sexta-feira (25) com duas sessões de treinos livres para cada uma das categorias em disputa – GP 1000, a principal, GP 600, GP Light e GPR 250. No sábado (26) haverá outras duas sessões livres, sempre com 25 minutos, cada, e também as tomadas de tempos classificatórias que vão definir as posições de largada para as corridas de domingo, que deverão reunir uma centena de pilotos.

Com mais de nove horas de treinos entre sessões livres, classificatórias e de aquecimento, o GP Brasília terá sua programação de corridas aberta às 10h20 do domingo, com a prova da GP 600. Em seguida, às 11h20, será dada a largada para a GP Light. A prova principal, válida pela categoria GP 1000, vai começar às 13h10. No encerramento da programação, às 14h05, vai começar a corrida da GPR 250, categoria-escola criada em 2013.

Todos os treinos classificatórios e também as provas de domingo do GP Brasília serão transmitidos ao vivo pelo sitemoto1000gp.com.br, com geração de imagens da Master/CATVE. Os canais por assinatura Bandsports e Esporte Interativo e o portal de internet Terra vão transmitir a etapa em um programa com duração de uma hora e meia, a partir das 13h, com a íntegra ao vivo da GP 1000 e da GPR 250 e VTs compactos da GP 600 e da GP Light.

MOTO 1000 GP – PROGRAMAÇÃO DO GP BRASÍLIA
(Autódromo Internacional Nelson Piquet, 25 a 27 de julho de 2014)

Sexta-feira
13h00 – primeiro treino livre da GPR 250 (25 minutos)
13h35 – primeiro treino livre da GP 600 (25 minutos)
14h10 – primeiro treino livre da GP 1000 (25 minutos)
14h45 – primeiro treino livre da GP Light (25 minutos)
15h20 – segundo treino livre da GPR 250 (25 minutos)
15h55 – segundo treino livre da GP 600 (25 minutos)
16h30 – segundo treino livre da GP 1000 (25 minutos)
17h05 – segundo treino livre da GP Light (25 minutos)

Sábado
9h00 – terceiro treino livre da GPR 250 (25 minutos)
9h35 – terceiro treino livre da GP 600 (25 minutos)
10h10 – terceiro treino livre da GP 1000 (25 minutos)
10h45 – terceiro treino livre da GP Light (25 minutos)
11h20 – quarto treino livre da GPR 250 (25 minutos)
11h55 – quarto treino livre da GP 600 (25 minutos)
13h20 – quarto treino livre da GP 1000 (25 minutos)
13h55 – quarto treino livre da GP Light (25 minutos)
14h30 – treino classificatório Q1 da GPR 250 (20 minutos)
14h55 – treino classificatório Q1 da GP 600 (20 minutos)
15h20 – treino classificatório Q1 da GP 1000 (20 minutos)
15h45 – treino classificatório Q1 da GP Light (20 minutos)
16h15 – treino classificatório Q2 da GPR 250 (10 minutos)
16h30 – treino classificatório Q2 da GP 600 (10 minutos)
16h45 – treino classificatório Q2 da GP 1000 (10 minutos)
17h00 – treino classificatório Q2 da GP Light (10 minutos)

Domingo
8h10 – warm up da GP 600 (10 minutos)
8h30 – warm up da GP Light (10 minutos)
8h50 – warm up da GP 1000 (10 minutos)
9h10 – warm up da GPR 250 (10 minutos)
10h20 – largada da GP 600 (11 voltas)
11h20 – largada da GP Light (11 voltas)
11h50 – show de wheeling e visitação aos boxes
13h10 – largada da GP 1000 (14 voltas)
14h05 – largada da GPR 250 (7 voltas)
15h00 – motopasseio