terça-feira, 29 de julho de 2014

Moto 1000 GP: Ian Testa é o terceiro líder da GP Light em 2014‏

Ian Testa

Piloto brasiliense da Motonil Motors-PDV Brasil comemora resultado diante de sua torcida e descreve “sensação sem igual”

Fonte: Grelak Comunicação.
Disputado no último domingo (27) no Autódromo Internacional Nelson Piquet, o GP Brasília representou a terceira das oito etapas do Moto 1000 GP em 2014. O resultado da prova da categoria GP Light na capital federal revelou o terceiro líder do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2014. Aos 19 anos, Ian Testa, da Motonil Motors-PDV Brasil, comemorou sua primeira vitória e assumiu a primeira posição na tabela de classificação.
O campeonato começou com o paulista Fábio Adas na liderança. Piloto da Paulinho Superbikes, o representante da cidade de Araçatuba foi vencedor da primeira corrida de 2014, disputada no dia 4 de maio em Santa Cruz do Sul (RS). A etapa seguinte, no dia 15 de junho em São Paulo (SP), teve vitória do brasiliense Henrique Castro, piloto da City Service BSB Motor Racing, que com o resultado assumiu a liderança na pontuação da temporada.

Também piloto brasiliense, Testa comemorou sua primeira vitória diante dos mais de 23.000 torcedores que acompanharam no autódromo as provas da terceira etapa do Moto 1000 GP no último domingo. “Ganhar na pista da minha cidade, com todo aquele público mostrando que estava torcendo por mim, foi uma sensação sem igual”, descreve o piloto da Motonil Motors-PDV Brasil, que comanda a tabela com três pontos de vantagem sobre Castro.

Testa lidera a categoria GP Light com um oitavo e um segundo lugar e uma vitória, que lhe dão 54 pontos. Castro, vice-líder, foi o sétimo na primeira corrida, venceu a segunda e esteve no pódio em terceiro na etapa brasiliense. Em terceiro na tabela aparece o gaúcho Rafael Bertagnolli, da equipe Fábio Loko. Segundo colocado na primeira e na terceira corrida, ele soma 40 pontos, dois à frente de Adas, que acumula uma vitória, um nono e um 11º lugar.

A temporada de 2014 do Moto 1000 GP completará sua primeira metade no dia 31 de agosto, com a realização da quarta das oito etapas no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR). Depois de três corridas, a classificação da GP Light do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade é a seguinte:
1º) Ian Testa (DF/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 54
2º) Henrique Castro (DF/Kawasaki), City BSB Motor Racing, 51
3º) Rafael Bertagnolli (RS/Kawasaki), Fábio Loko, 40
4º) Fábio Adas (SP/Kawasaki), Paulinho Superbikes, 38
5º) Rodrigo de Benedictis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 34
6º) Nicolas Tortone (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 31
7º) Marcelo Cortes (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, 24
8º) Marcelo Souza (SP/Kawasaki), JC Racing Team, 19
9º) Juracy “Black” Rodrigues (PR/Kawasaki), Black Day Racing Team, 18
10º) Ricardo Levy (SP/Ducati), Squadra Ducati Ribeirão, 17
10º) Marcelo Skaf (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 17

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Grupo Cometa investe R$ 22 milhões em nova concessionária Honda de Manaus

Com 40 anos de história, rede se instala em Manaus com os mesmos padrões de qualidadereconhecidos por clientes de outras 11 concessionárias que abrangem mais de 300 municípios.

Fonte: Printer Press
O investimento de R$ 22 milhões e a geração imediata de 180 empregos diretos traduzem bem o compromisso do Grupo Cometa com Manaus. Um dos maiores revendedores de motocicletas Honda do País inaugura na capital do Amazonas a sua 12ª concessionária da marca preferida entre os brasileiros, ampliando assim sua forte atuação na região Norte.
Reconhecido nacionalmente por sua excelência no atendimento ao cliente e alto volume de vendas, o Grupo Cometa projeta com a inauguração de Manaus comercializar mais de 30.000 motocicletas até o final de 2014, e aproximadamente 40.000 cotas do Consórcio Nacional Honda. Em Manaus, as metas são igualmente ousadas. A empresa projeta para os próximos 12 meses mais de 6.000 unidades, mais de 7.000 cotas de consórcio, além de atender a mais de 1.500 passagens por mês de unidades em sua oficina para manutenção e reparos.

A alta expectativa se deve ao fato de Manaus ser uma região estratégica para a expansão dos negócios da rede com grande demanda dos clientes atuais por serviços diferenciados, além de potenciais consumidores, segundo estudos de mercado.

O presidente do Grupo Cometa, Cristinei Melo, destaca a tradição da empresa em atender com agilidade à crescente demanda por veículos de duas rodas, como opção prática, vantajosa e que proporciona tempos mais curtos de locomoção, economia com combustível e estacionamentos, além de acesso facilitado por meio do Consórcio Nacional Honda.

“Mas ser referência em vendas e satisfação do cliente não é somente o que nos orgulha. Desenvolvemos e priorizamos cursos de aperfeiçoamento de pilotagem e investimos em inúmeras campanhas de conscientização para o trânsito seguro. Cada uma de nossas concessionárias realiza cursos gratuitos de Pilotagem com Segurança e envolve o cliente em ações periódicas, fazendo com que o tema segurança seja frequente na vida dos motociclistas”, afirma Cristinei Melo.

Do ponto de vista ambiental, a nova concessionária Cometa Motocenter de Manaus possui projeto estruturado para ser sustentável. Reaproveitamento de águas pluviais, piso-grama, estação de tratamento de efluentes e redução de consumo dos recursos naturais são algumas alternativas ecologicamente corretas contempladas.

O presidente destaca ainda os programas que o Grupo oferece às comunidades em que está inserido. “Estamos felizes por chegar a uma cidade com tantas possibilidades de crescimento e, também, contribuir com o desenvolvimento local, gerando emprego e renda, além de implantar nossos projetos sociais, ambientais e educacionais”, lembra o executivo.
A nova unidade Honda Cometa Motocenter está localizada na avenida Max Teixeira 700, Bairro Cidade Nova. A região é considerada estratégica para a empresa, conforme sua política de proximidade de seus consumidores.

domingo, 27 de julho de 2014

Moto 1000 GP: na GP 600, Gerardo vence em Brasília

Maximiliano Gerardo

Piloto uruguaio faz corrida de recuperação após largar na oitava colocação na terceira etapa do Moto 1000 GP

Fonte: Grelak Comunicação.
Depois de largar da oitava colocação por ter o motor comprometido nos treinos classificatórios, Maximiliano Gerardo fez uma corrida de recuperação no GP Brasília para chegar à primeira colocação e vencer pela terceira vez seguida nesta temporada na categoria GP 600.
O piloto uruguaio da MGBikes Yamaha Racing concluiu a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade à frente do gaúcho Pedro Sampaio, da Fábio Loko e de André Veríssimo, companheiro de equipe de Gerardo, que na pista chegou em quarto lugar, mas foi beneficiado com a punição de Matheus Oliveira por irregularidade técnica. Na classificação geral, Gerardo agora soma 80 pontos no total, seguido de Pedro Sampaio com 56 pontos.

Após a corrida, Maximiliano Gerardo lembrou da importância do trabalho da equipe. “Agradeço a minha equipe, que passou a noite trabalhando para deixar a moto pronta depois de o motor ter quebrado durante a última classificação. Dedico essa vitória a eles”, agradeceu o uruguaio. Sampaio, que na última etapa em São Paulo chegou em quarto lugar, também comentou a segunda colocação em Brasília. “É meu primeiro ano correndo na GP 600 e tenho muito que aprender ainda. É muito bom correr com pilotos mais experientes. Isso ajuda a gente a evoluir”, justificou.

Completando o pódio da terceira etapa do Moto 1000 GP no Autódromo Nelson Piquet em Brasília ficaram os pilotos o paulista Sergio Laurentys, que levou as cores da Sany-Carsystem-M2B Racing e Eduardo Costa, que levou o time da Mobil Mobil Ituran Racing Team ao quinto posto.

Depois de 11 voltas, o resultado da categoria GP 600 no GP Brasília foi o seguinte:
1º) Maximiliano Gerardo (URU/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 23min17s725
2º) Pedro Sampaio (RS/Kawasaki), Fábio Loko, a 6s295
3º) André Veríssimo (SP/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, a 30s431
4º) Sérgio Laurentys (SP/Kawasaki), Sany-Carsystem-M2B Racing, a 51s883
5º) Eduardo Costa Neto (SP/Kawasaki), Mobil Ituran Racing Team, a 59s197
6º) Alex Pires (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, a 1min26s868
7º) Marciano Santin (RS/Kawasaki), Santin Racing, a 1min55s344
8º) Antonio Télvio (RJ/Kawasaki), Team de Grandi, a 1min59s861
9º) Walteny Amaral (RJ/Kawasaki), Team de Grandi, a 1 volta

Moto 1000 GP: piloto de Brasília vence diante de sua torcida na GP Light‏


Largada GP Light 

Dos três primeiros lugares na terceira etapa, dois foram de pilotos brasilienses: Ian Testa e Henrique Castro

Fonte: Grelak Comunicação.
A grande torcida que compareceu ao Autódromo Internacional Nelson Piquet neste domingo (27), em Brasília, para a terceira etapa do Moto 1000 GP viu de perto seus dois representantes na GP Light conquistarem postos no pódio. Ian Testa, da equipe Motonil Motors-PDV Brasil foi o vencedor, enquanto seu conterrâneo Henrique Castro, que leva as cores da City BSB Motor Racing alcançou a terceira posição. O segundo lugar ficou com o gaúcho Rafael Bertagnolli, da equipe Fábio Loko, campeão da GP 600 na temporada passada. Completaram o pódio os pilotos Nicolas Tortoni, argentino da equipe MGBikes Yamaha Racing e o carioca Marcelo Cortes, que corre pela Center Moto Racing Team.

A troca de posições começou logo na largada quando Bertagnolli assumiu a ponta seguido de Tortone na corrida em que Ian Testa largou na pole position. Ainda na primeira volta, as disputas pelas primeiras colocações se intensificaram. Na quinta volta das onze programadas, Henrique Castro que saiu da oitava colocação já aparecia brigando pelo terceiro lugar. Com plena vantagem sobre os demais, Testa administrou a vantagem obtida na segunda metade da prova para ser o primeiro a ver a bandeira quadriculada.

“Foi um começo de prova difícil e desgastante, porque o pelotão da frente estava bem rápido. Tracei a estratégia de forçar mais no começo e acabou dando certo, no final foi mais tranqüilo”, sintetizou o vencedor da prova. Para Bertagnolli, o segundo colocado, o resultado soou como uma conquista. “Chegamos com muitas incertezas para esta etapa, porque a moto não estava totalmente pronta. Acabamos indo mal na última etapa em São Paulo então tentamos um novo acerto para Brasília. Por todo esse contexto, o segundo lugar pode ser considerado uma vitória”, relatou o gaúcho.

“Sinto que o resultado poderia ser melhor porque andamos bem nos treinos. Por ter sido uma corrida de recuperação, mantive um ritmo forte desde o começo”, justificou Castro. Com o resultado final, o campeonato apresenta Testa na primeira colocação com 54 pontos no geral, seguido de Castro, 52 e Rafael Bertagnolli, que chegou aos 45 pontos.

Depois de 11 voltas, o resultado da categoria GP Light no GP Brasília foi o seguinte:
1º) Ian Testa (DF/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, com 22min43s 972
2º) Rafael Bertagnolli (RS/Kawasaki), Fábio Loko, a 12s266
3º) Henrique Castro (DF/Kawasaki), City BSB Motor Racing, a 12s727
4º) Nicolas Tortone (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, a 20s888
5º) Marcelo Cortes (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, a 21min330
6º) Rodrigo de Benedictis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 25min752
7º) Juracy Rodrigues (PR/Kawasaki), Black Day Racing Team, a 34min867
8º) Marcelo Skaf (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 36min009
9º) Marcelo Souza (SP/Kawasaki), JC Racing Team, a 48min546
10º) Lucas Teodoro (SP/BMW), BMW Motorrad Alex Barros Racing,a 49s786
11º) Fabinho Adas (SP/Kawasaki), Paulinho Superbikes , a 50s197
12º) Pedro Barata (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, 56s738
13º) Alessandro Andrade (GO/Kawasaki), City Service BSB Motor Racing, a 1min04s006
14º) Sandro Campos (MS/Honda), Dawnriders Racing Team, a 1min35s775
15º) Samuel Silva (DF/Kawasaki), Wesley Testa, a 1min36s015
16º) Flavio Ricardo (DF/Kawasaki), Aclat Racing, a 1min36s548
17º) Edson Luiz (SC/Kawasaki), HPN Racing Team, a 1min53s115
18º) Sérgio Prates (SP/Kawasaki), JC Racing Team, a 3min44s899
19º) Renan Passos (MA/BMW), Aclat Racing, a 3min59s954
20º) Carlos Barcelos (RS/Suzuki), Carlos Barcelos, a 4min04s847
21º) Von Braun (MS/BMW), Dawnriders Racing Team, a 4min20s807
22º) Fernando Santos (BA/Kawasaki), Aclat Racing, a 4 voltas
23º) Alen Modesto (BA/Kawasaki), Aclat Racing, a 9 voltas
Melhor volta: Testa, na 2ª, com 2min02s342, média de 158,984

Após três etapas, a classificação da GP Light é:
1º) Ian Testa, 54;
2º) Henrique Castro, 51;
3º) Rafael Bertagnolli, 40;
4º) Fábio Adas, 38;
5º) Rodrigo Benedictis, 34;
6º) Nicolas Tortone, 31;
7º) Marcelo Cortes, 24;
8º) Marcelo Souza, 19;
9º) Juracy Rodrigues, 18;
10º) Ricardo Levy, 17;
11º) Marcelo Skaf, 17;
12º) Davi Costa, 13;
13º) Lucas Teodoro, 12;
14º) Elder Cabreira, 10;
15º) Maurício Paludete, 10;
16º) Fernando Neiva, 7;
17º) Diogo Ramos, 6;
18º) Paulinho Kamba, 6;
19º) Fernando Cabral, 5;
20º) Pedro Barata, 5;
21º) Alessandro Silva, 5;
22º) Alessandro Silva, 2;
23º) Samuel Silva, 1.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bem vindo ao BMW Motorrad International GS Trophy América do Norte/ Canadá.

Evento será no Canadá este ano e espera 48 participantes de 19 países. A competição não é corrida.

Fonte: BMW Group Press Club Global.
Faltando pouco mais de um mês para o início do quarto BMW International GS Trophy, a edição da América do Norte, os organizadores e participantes estão trabalhando a todo vapor, para que tudo aconteça conforme planejado.
Seguindo as pistas e trilhas das montanhas rochosas das províncias canadense da Colúmbia Britânica e
Alberta, 48 pilotos em 16 equipes representando 19 países, seguidos por 16 jornalistas, vão competir por uma semana, começando no dia 06 de setembro, passando por aventura, ensaios e o desafio do  trabalho em equipe, desfrutando as lindas paisagens desta região, em conexão direta com a natureza, mas a bordo do ícone do motociclismo de aventura, a BMW R 1200 GS.
Para o organizador do Evento e ex piloto do Rally Dakar, o GS Trophy é uma evento, porém não é uma corrida.
Os participantes do GS Trophy ao invés de participar de uma corrida  supercompetitiva de 2000 km em em uma moto off road, eles competem  em uma série de desafios condizentes com o estilo de vida BMW GS, aproveitando os passeios e demostrando habilidade para viver o mundo natural e o trabalho em equipe.
Desta forma então o evento não é uma corrida, segundo Tomm Wolf, 'Mas é uma dura concorrência, a nível de cavaleiro e a nível desportivo. Com as edições anteriores foi crescendo e melhorando
A mensagem é que ele não é uma corrida", explica Tomm Wolf. "Mas é uma dura concorrência do mesmo jeito. O nível de piloto e a nível desportivo ao longo dos últimos GS Troféus foram sempre crescendo e melhorando, por esta razão estamos sempre mirando as partes mais difíceis e não somente aquelas de maior risco. Minha mensagem é de que será um evento esportivo duro novamente, e assim eu aconselho os competidores para treinar e treinar mais um pouco!"
O evento está sempre acontecendo em anos pares: Tunísia 2008, Africa do Sul 2010, América do Sul 2012 e agora América do Norte/Canadá 2014.

Moto 1000 GP: pilotos revelados na GPR 250 figuram entre os principais destaques da GP 600‏

Pedro Sampaio

Competidores que disputaram categoria-escola do Moto 1000 GP em 2013 são os adversários mais próximos do líder invicto da temporada

Fonte: Grelak Comunicação
O início da segunda temporada da GPR 250, categoria-escola do Moto 1000 GP, apresentou disputas intensas ao público do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. As etapas de Santa Cruz do Sul (RS) e São Paulo (SP) foram marcadas pelo equilíbrio entre os vários pilotos que figuraram na disputa pelas vitórias – que foram conquistadas pelos paulistas Meikon Kawakami, da Playstation-PRT, e Lucas Torres, da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros.

Kawakami, dono de uma vitória e um segundo lugar, apresenta-se para a terceira etapa, que será disputada neste domingo (27) em Brasília, como líder do Moto 1000 GP. Ele soma 47 pontos, dez a mais que o gaúcho Giovandro Tonini, da Santin Racing. Torres soma uma sexto lugar e uma vitória e aparece em terceiro, com 36 pontos. No GP Brasília, a GPR 250 deverá reunir pelo menos 20 participantes no grid do Autódromo Internacional Nelson Piquet.

O objetivo principal do Moto 1000 GP com a implantação da série, que é a formação de pilotos, já apresenta resultados. Dois competidores egressos da GPR 250 estão entre os principais destaques da GP 600 no Moto 1000 GP: o paranaense Joelsu da Silva, da equipe Paulinho Superbikes, vice-líder com 20 pontos, e o gaúcho Pedro Sampaio, campeão da categoria-escola em 2013 e terceiro colocado na classificação atual da GP 600, com 16 pontos.

À frente dos dois pilotos revelados na GPR 250, na pontuação, aparece o uruguaio Maximiliano Gerardo, da MGBikes Yamaha Racing, único piloto com duas vitórias na temporada de 2014 em todas as categorias do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Os competidores da GPR 250, GP 600, GP Light e GP 1000, principal categoria da competição, vão à pista a partir desta sexta-feira (25), nos treinos livres que abrem a preparação para o GP Brasília.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Moto 1000 GP: Equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing terá novidades a partir da etapa de Brasília

Neste fim de semana o Campeonato Brasileiro de Moto velocidade terá sua continuidade, com a realização da 3ª etapa. Uma das novidades é que o Próprio Alex Barros vai alinhar no grid da categoria 1000 GP. Lucas Teodoro segue como representante da GP light. Programação começa nesta sexta-feira, 25 de julho.

Fonte: BMW Group PressClub Brazil
Com novidades, a equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing desembarca no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, para a disputa da terceira etapa do Moto 1000 GP. Com a saída repentina do argentino Luciano Ribodino, a equipe definiu que o próprio Alexandre Barros vai alinhar no grid da GP 1000. Já na GP Light, Lucas Teodoro segue como representante da equipe. Ele quer manter o bom ritmo da etapa de São Paulo, na qual liderou duas sessões de treinos e largou em segundo, para buscar novos pontos na tabela. Nesta etapa, os canais BandSports e Esporte Interativo, além do portal Terra (www.terra.com.br), transmitirão ao vivo a corrida da GP 1000 no domingo (27). A GP Light terá um VT compacto dentro da programação das emissoras e do portal. Já o site da categoria (www.moto1000gp.com.br) exibirá todas as disputas em tempo real.
Na GP Light, Lucas Teodoro continua sendo o representante da equipe paulista. E, depois da etapa de Interlagos (SP), na qual o piloto, natural de Ribeirão Preto, teve um bom rendimento durante todo o fim de semana, tendo liderado, inclusive, duas sessões de treinos livres e, por pouco, não anotou a pole position, cravando o segundo tempo da classificação, quer repetir o feito e estar competitivo desde os treinos.

O paulista Lucas Teodoro ocupa o 16º lugar na classificação, com 6 pontos, pois não largou para a segunda etapa, devido a um toque e uma queda na segunda, das três largadas, da prova paulistana (vale lembrar que a 1ª e a 2ª largadas não foram válidas) e com muitas dores, o piloto optou por não alinhar no grid e não participar da segunda etapa, perdendo a chance de pontuar.

Moto 'retrô' ganha espaço com charme do passado e alta tecnologia

Triumph Bonnevile T100: a atual e a pioneira, de 1959, à dir

Cresce aposta em modelos com visual clássico, de até R$ 60 mil.

Publicado no Portal G1 em 23/07/2014.
O fenômeno “retrô” que ronda o mundo da motocicleta há tempos está mais forte no mercado internacional. Agora, praticamente todas as marcas têm modelos do tipo. Uma das mais recentes representantes é a BMW R Nine T, moto para poucos e abonadíssimos – custa R$ 61.500. Porém, no segmento há modelos mais acessíveis, como a Triumph Bonneville T100, à venda no Brasil por menos de R$ 30 mil.
estilo, que vêm aos poucos para o país, foca apenas no essencial: guidão, tanque, banco, motor bem exposto e um par de rodas. Nada de carenagens, nada de formas rebuscadas. É a moto em seu conceito original, que remete a modelos que, no século passado, disseminaram o gosto pelo veículo de duas rodas.

Elas, no entanto, também entregam aos fãs do estilo o melhor da tecnologia. No caso da BMW R Nine T, até o nome evoca o passado. "Nine T" (pronuncia-se “naineti”, como "ninety" ou 90, em inglês) alude aos 90 anos de lançamento da primeira motocicleta da BMW, a R 32.
Mas ela não é uma réplica da máquina pioneira da marca, e sim uma moto de visual minimalista, com o melhor da tecnologia alemã em termos de freios, suspensões e motorização. A graça dela é justamente o design pouco ou nada revelar sobre isso.

Também a inglesa Triumph Bonneville T100 segue a onda "flashback", escancarando isso em seu nome, que homenageia conquistas dos modelos da marca nos anos 1960, na longa planície do Bonneville Salt Flats, o leito seco do lago salgado no estado norte-americano de Utah. Todos os anos, o local é palco de tentativas de quebra de recordes de velocidade máxima de carros e motos.

Na aparência, a T100 pouco se diferencia das Triumph do final dos anos 1950, porém, no lugar do problemático par de carburadores Amal, há agora um avançado sistema de alimentação por injeção eletrônica e, em vez do limitado sistema de freios a tambor, freios a disco. Além disso, substituindo o precário sistema elétrico Lucas (à época jocosamente apelidado de “príncipe das trevas”), há um luminoso farol e um aparato de partida elétrica à prova de falha. Ou seja, é uma moto com cara de antiga, mas com funcionamento impecável.

Outra marca que se rende a essa tendência é a italiana Ducati, que nos últimos dias mostrou a um seleto grupo de jornalistas, do qual o G1 fez parte, a reedição de sua clássica Scrambler, modelo que fez muito sucesso no final dos anos 1960. Devidamente revisitado, ele seguirá a mais alta tecnologia da marca e será um dos protagonistas dos Salões de final de ano, em Colônia, na Alemanha, e em Milão, na Itália, as “passarelas” por onde desfilarão as novidades da alta moda motociclística para a temporada de 2015.

Outra moto que é um bom exemplo do crescente gosto por visuais de outros tempos é a Honda CB 1100, uma feliz interpretação atual das primeiras Honda de alta cilindrada, notadamente a CB 750 Four de 1969, modelo responsável pelo “golpe de misericórdia” que determinou a troca da liderança europeia pela japonesa na indústria motociclística. Se hoje o mundo da moto tem como líderes as marcas da terra do sol nascente, muito se deve à tecnologia da Four, que assombrou o mundo há 45 anos no Salão de Tóquio.

A Honda CB 1100 é exatamente o que a atual Triumph Boneville, a BMW R NineT ou a vindoura Ducati Scrambler são: motos com estilo clássico, mas com performance global que nada deve a modelos mais modernos e de design contemporâneo.
Também a Yamaha tem em seu catálogo exemplos de forte característica “vintage”. O destaque vai para a família SR, surgida no fim dos anos 1970. A mais recente desta estirpe, a SR 400, mescla a simplicidade clássica dos motores monocilíndricos a elementos de design dos modelos pioneiros da Yamaha, como a XS-1 650 de 1968.

Os formatos do tanque e do banco, entre outros detalhes da SR 400, evocam modelos do passado, mas com parte mecânica atual e, é claro, atendendo às exigentes normas relacionadas a emissões de poluentes. Por ser uma 400cc, esta Yamaha tem uma vantagem sobre as outras motos anteriormente citadas: o precinho camarada, pouco mais de 6 mil euros na Europa (cerca de R$ 18 mil).