Resultado foi impulsionado, principalmente, pelo aumento de 20,1% nas vendas de motocicletas nos EUA. América Latina registrou elevação de 15,6% nas vendas.
Fonte: Printer Press
A Harley-Davidson acaba de divulgar seu balanço global do terceiro trimestre de 2013, quando registrou forte desempenho nas vendas de novas motocicletas, com aumento de 15,5%, comparado a igual período de 2012. Além disso, a companhia contabilizou lucro 21,4% superior ao obtido no mesmo intervalo do ano passado, mantendo o ritmo crescente no volume de operações.
O lucro líquido no terceiro trimestre foi de US$ 162,7 milhões, de um faturamento total de US$ 1,34 bilhão. Em iguais meses de 2012, o lucro foi de US$ 134 milhões, com receita consolidada de US$ 1,25 bilhão. O lucro por ação aumentou em 23,7%, chegando a US$ 0,73, devido, principalmente, aos fortes resultados operacionais no segmento de motocicletas, incluindo maiores níveis de embarque e ganhos de eficiência operacional na produção.
Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido da Harley-Davidson foi de US$ 658,6 milhões, em receita consolidada de US$ 4,71 bilhões, resultado maior que os US$ 553,3 milhões, na receita consolidada de US$ 4,41 bilhões, no mesmo intervalo de 2012. De janeiro a setembro deste ano, o lucro diluído por ação foi de US$ 2,93, equivalente 22,1% de aumento sobre os US$ 2,40 de igual período do exercício passado.
Neste terceiro trimestre, concessionários da marca em todo mundo venderam 70.515 novas motocicletas Harley-Davidson, 15,5% a mais do que as 61.053 unidades comercializadas no mesmo período de 2012. Nos Estados Unidos, os revendedores Harley-Davidson negociaram 48.529 novas motos entre julho a setembro deste ano, aumento de 20,1% em relação ao total registrado um ano antes. Nos mercados fora da América do Norte, a Rede vendeu 21.988 motocicletas Harley-Davidson zero-quilômetro durante o trimestre, volume 6,5% superior ao terceiro trimestre do exercício anterior. A América Latina assinalou aumento de 15,6% no período.
O lucro operacional de motocicletas e produtos segmentados cresceu 21,2%, para US$ 175,5 milhões no terceiro trimestre de 2013, comparado com o lucro operacional de US$ 144,8 milhões em iguais meses de um ano antes. O lucro operacional em julho, agosto e setembro foi beneficiado pelo maior embarque de motocicletas, margem bruta elevada e menor despesa com reestruturação, relativamente aos mesmos meses do ano passado.
Durante os nove meses, a companhia embarcou 213.853 motocicletas para concessionários e distribuidores da marca em todo o mundo, representando um acréscimo de 6,6% em relação a 2012. De janeiro a setembro deste ano, a receita de motocicletas cresceu 9,8%, chegando a US$ 3,29 bilhões. A receita sobre as vendas de peças e acessórios aumentou em 0,8%, totalizando US$ 703,8 milhões. A margem bruta durante o período acumulado, até o fim do último trimestre apurado, foi de 36,4%, com margem operacional de 19,2%. Em 2012, os níveis chegaram a 35,6% e 16,8%, respectivamente.
A Harley-Davidson espera enviar 260 mil motocicletas para os seus concessionários e distribuidores em todo o mundo, até o fim de 2013. A companhia ainda mantém a projeção de margem bruta entre 35,25% e 36,25%. A empresa também estima despesas de capital de US$ 200 milhões a US$ 220 milhões no fechamento de 2013.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Moto 1000 GP: público de 22 mil na vitória de Diego Pierluigi
Os argentinos Diego Pierluigi e Luciano Ribodino fizeram primeiro e segundo lugares na etapa de Santa Cruz do Sul. Danilo Lewis, em terceiro, foi o melhor brasileiro
Fonte: Grelak Comunicação
Um público estimado de 22 mil pessoas enfrentou calor de 30 graus e lotou as arquibancadas e barrancos ao redor da pista, para assistir ao internacionalizado Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, disputado no domingo (20), no Autódromo Osvaldinho de Oliveira, em Santa Cruz do Sul (RS). O público aplaudiu a vitória e o segundo lugar dos argentinos no pódio da GP 1000, a principal categoria do evento. Diego Pierluigi, de Buenos Aires, representou a equipe JC Racing Team completando o percurso de 18 voltas em 25min44s350. O também argentino, de San Francisco, província de Córdoba, Luciano Ribodino, da Alex Barros Racing, cruzou a linha de chegada em segundo, a 3s053 do líder. O brasileiro Danilo Lewis Diego, correndo pela PRT / RC3 Brasil, chegou em terceiro, a 3s341 do vencedor.
Pierluigi confirmou a condição de favorito. Ele dominou os treinos livres, garantiu a pole position, e também havia estabelecido o novo recorde da pista em treinos, no primeiro dia de atividades (18). Mas a corrida não foi fácil, a não ser nas duas voltas finais, quando abriu boa vantagem sobre Ribodino, depois de sofrer forte pressão de Lewis, que teve problemas mecânicos e diminui o ritmo. Pierluigi havia caído para o quarto lugar na largada. “Larguei mal, enfrentei uma prova difícil, só tive tranquilidade no fim”, reconheceu. A prova teve ainda Ribodino e o português Miguel Praia, da Center Moto Racing, como líderes durante a corrida. Lewis fez a volta mais rápida da prova com 1min24s820, média de 149.823 Km/h.
Segundo lugar de Ribodino o fez chegar aos 124 pontos, 43 à frente do agora segundo colocado Pierluigi, que tem 81. Com 54 pontos em disputa nas duas últimas corridas em 2013, e com o descarte do pior resultado, ainda estão na disputa do título os pilotos Wesley Gutierrez, da Motonil Motors, com 74, Danilo Lewis, 73, e Miguel Praia, 71.
Ordem de Chegada:
1°) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, 18 voltas em 25mins44s350
2°) Luciano Ribodino (ARG/Alex Barros Racing), BMW, a 2s933
3°) Danilo Lewis (SP/PRT-RC3 Brasil), Kawasaki, a 3s053
4°) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors), Kawasaki, a 3s341
5°) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing), Honda, a 12s301
6°) Lucas Barros (SP/Alex Barros Racing), BMW, a 19s698
7°) Alan Douglas (PR/PRT), Kawasaki, a 32s216
8°) Alecsandre Grandi (SP/Team de Grandi Bardahl), Honda, a 36s706
9°) Nick Iatauro (SP/PRT), Kawasaki, a 1min03s112
10°) Luis Fittipaldi (DF/Motonil Motors), Kawasaki, a 1min23s165
11°) Alex Power (RS/Tecno Power Race), Kawasaki, a 1min26s966
12°) Daniel Lenzi (PR/Grinjets SBK Racing), BMW, a 1min34s251
13°) Marcos Salles (PR/Team Fuel Racing-Mormaii), BMW, a 1 volta
14°) Fabiano Alegre (RS/Tecno Power Race), Kawasaki, a 1 volta
15°) Robson Portaluppi (RS/Portaluppi Race Team), Kawasaki, a 2 voltas
Pierluigi confirmou a condição de favorito. Ele dominou os treinos livres, garantiu a pole position, e também havia estabelecido o novo recorde da pista em treinos, no primeiro dia de atividades (18). Mas a corrida não foi fácil, a não ser nas duas voltas finais, quando abriu boa vantagem sobre Ribodino, depois de sofrer forte pressão de Lewis, que teve problemas mecânicos e diminui o ritmo. Pierluigi havia caído para o quarto lugar na largada. “Larguei mal, enfrentei uma prova difícil, só tive tranquilidade no fim”, reconheceu. A prova teve ainda Ribodino e o português Miguel Praia, da Center Moto Racing, como líderes durante a corrida. Lewis fez a volta mais rápida da prova com 1min24s820, média de 149.823 Km/h.
Segundo lugar de Ribodino o fez chegar aos 124 pontos, 43 à frente do agora segundo colocado Pierluigi, que tem 81. Com 54 pontos em disputa nas duas últimas corridas em 2013, e com o descarte do pior resultado, ainda estão na disputa do título os pilotos Wesley Gutierrez, da Motonil Motors, com 74, Danilo Lewis, 73, e Miguel Praia, 71.
Ordem de Chegada:
1°) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, 18 voltas em 25mins44s350
2°) Luciano Ribodino (ARG/Alex Barros Racing), BMW, a 2s933
3°) Danilo Lewis (SP/PRT-RC3 Brasil), Kawasaki, a 3s053
4°) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors), Kawasaki, a 3s341
5°) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing), Honda, a 12s301
6°) Lucas Barros (SP/Alex Barros Racing), BMW, a 19s698
7°) Alan Douglas (PR/PRT), Kawasaki, a 32s216
8°) Alecsandre Grandi (SP/Team de Grandi Bardahl), Honda, a 36s706
9°) Nick Iatauro (SP/PRT), Kawasaki, a 1min03s112
10°) Luis Fittipaldi (DF/Motonil Motors), Kawasaki, a 1min23s165
11°) Alex Power (RS/Tecno Power Race), Kawasaki, a 1min26s966
12°) Daniel Lenzi (PR/Grinjets SBK Racing), BMW, a 1min34s251
13°) Marcos Salles (PR/Team Fuel Racing-Mormaii), BMW, a 1 volta
14°) Fabiano Alegre (RS/Tecno Power Race), Kawasaki, a 1 volta
15°) Robson Portaluppi (RS/Portaluppi Race Team), Kawasaki, a 2 voltas
BMW Motorrad tem participação destacada no salão EICMA 2013.
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| BMW R NineT |
Fonte: BMW PressClub
A BMW Motorrad apresenta duas estreias mundiais e mais três estreias na feira no EICMA, que acontecerá este ano no “71 º Salone Internazionale del Motociclo” , de 07-10 novembro no Pavilhão 14 , no parque de eventos Milão, na Itália .
Além da scooter elétrica C evolution, que estreou este ano no Salão Automóvel de Frankfurt (IAA), em setembro do ano passado , a BMW Motorrad também estará estreiando a nova BMW R 1200 GS Adventure e a nova BMW R Nine T
Ainda outras duas motocicletas no estilo “Top-of-range” da marca Bávara farão estreia mundial no EICMA.
A feira também contará com a primeira apresentação de novos equipamentos de proteção para motociclistas, desenvolvidos pela BMW Motorrad em parceria com a Dainese, com destaque para a vestimenta de couro DoubleR RaceAir.
A conferência de imprensa acontecerá na terça-feira 05 novembro de 2013, das 10:00 ás 10:30 no Pavilhão da BMW Motorrad, no Estande 14. Outros materiais para imprensa serão disponibilizados após a coletiva no balcão da BMW ou no BMW PressClub em www.press.bmwgroup.com
A BMW Motorrad apresenta duas estreias mundiais e mais três estreias na feira no EICMA, que acontecerá este ano no “71 º Salone Internazionale del Motociclo” , de 07-10 novembro no Pavilhão 14 , no parque de eventos Milão, na Itália .
Além da scooter elétrica C evolution, que estreou este ano no Salão Automóvel de Frankfurt (IAA), em setembro do ano passado , a BMW Motorrad também estará estreiando a nova BMW R 1200 GS Adventure e a nova BMW R Nine T
Ainda outras duas motocicletas no estilo “Top-of-range” da marca Bávara farão estreia mundial no EICMA.
A feira também contará com a primeira apresentação de novos equipamentos de proteção para motociclistas, desenvolvidos pela BMW Motorrad em parceria com a Dainese, com destaque para a vestimenta de couro DoubleR RaceAir.
A conferência de imprensa acontecerá na terça-feira 05 novembro de 2013, das 10:00 ás 10:30 no Pavilhão da BMW Motorrad, no Estande 14. Outros materiais para imprensa serão disponibilizados após a coletiva no balcão da BMW ou no BMW PressClub em www.press.bmwgroup.com
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Moto 1000 GP: campeonato ganha novo horário na TV
| Gilson Scudeler, organizador do evento Moto 1000 GP |
Fonte: Grelak Comunicação
As provas da sexta-etapa do Moto 1000 GP neste domingo (20), que serão disputadas no Autódromo Oswaldinho de Oliveira, na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), devem afunilar os pretendentes ao título de Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A disputa reúne da GPR 250, para pilotos em formação, passando pela GP 600 e GP Light, que divide o grid com a GP Máster, até a principal categoria do evento, a GP 1000, onde correm os principais pilotos do Brasil, além de competidores de vários países.A novidade para a etapa gaúcha é o novo horário das corridas no domingo na TV. Tradicionalmente, as provas eram transmitidas ao vivo, às 13h30 do domingo, pelo Bandsports para o Brasil e também pelo Canal Internacional da Band para vários países. A transmissão neste domingo começará mais cedo, às 12horas, e terá duração de 1h35 ao vivo. “É um horário que já pretendíamos testar, na hora do almoço, e que foi ajustado pela Bandsports”, diz Gilson Scudeler, organizador do evento Moto 1000 GP. O novo horário não é definitivo, será um “horário laboratório”, de acordo com Scudeler.
Triumph lança novo programa de relacionamento com o seu público
O programa ‘Triumph Riding Experience’ vai oferecer vantagens exclusivas aos clientes da marca, como a oportunidade de conhecer outros modelos, aprimorar as suas técnicas de pilotagem dentro e fora do asfalto
Fonte: G6 Comunicação
A fabricante inglesa está lançando a “Triumph Riding Experience”, um programa de relacionamento especialmente desenvolvimento com o apoio de pilotos e profissionais renomados do setor. Seu objetivo é realizar cursos de pilotagem, one off-road, e também oferecer para clientes e fãs da marca vários outras experiências relacionadas à Triumph, como viagens de curta e média duração, ações em eventos esportivos, workshops e participação em palestras realizadas nas concessionárias."O programa ‘Triumph Riding Experience’ vai oferecer vantagens exclusivas aos clientes da marca, como a oportunidade de conhecer outros modelos, aprimorar as suas técnicas de pilotagem dentro e fora do asfalto e ainda conhecer alguns dos principais destinos de viagem do País num roteiro montado exclusivamente para os nossos clientes e com toda a estrutura e segurança da Triumph. Esse é um diferencial que o nosso público certamente procura", explica Fernando Filie, gerente de marketing da Triumph.
Neste primeiro momento, a Triumph dará início ao curso on-road, que será desenvolvido no Campo de Provas da Pirelli, localizado em Sumaré (SP). As inscrições estão abertas motociclistas proprietários da marca ou não. Os participantes terão a oportunidade de conhecer, na prática, toda a tecnologia embarcada nas motocicletas Triumph, sempre em pequenos grupos e com muita segurança.
A infraestrutura dos cursos inclui ambulância com UTI, café da manhã, almoço e um kit Triumph como brinde. No treinamento serão disponibilizados os modelos Tiger Explorer, Tiger 800 e Street Triple 675. “Com aulas teóricas e exercícios práticos, o participante realizará simulações de controle de moto em baixa velocidade, frenagem de emergência com e sem ABS, curvas nos mais variados estilos e condições, além de desvios de emergência”, explica Pablo Berardi, instrutor-chefe do programa.
Para participar, é preciso ser motociclista habilitado na categoria “A” e contar com todos os itens de segurança, como capacete, jaqueta, calça, luva e bota. O custo é de R$ 1.800,00 (com motos fornecidas pela Triumph) e R$ 1.200,00 (com a moto própria do aluno). Os próximos cursos serão realizados nos dias 19/20 de outubro, 9/10 de novembro e 14/15 de dezembro. Mais informações pelo site www.triumphexperience.com.br.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Ramon Sacilotti busca bicampeonato brasileiro de rally baja
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| Ramon Sacilotti |
Fonte: Mundo Press
Competindo entre os homens da Over 40, Moara Sacilotti, de 34 anos, está em segundo lugar na briga pelo título da temporada. “Comecei o campeonato sem compromisso, pretendendo competir em algumas etapas. Os resultados foram aparecendo e estou na luta pelo título, espero ter um ótimo resultado em Ilha Comprida para assumir a liderança na classe”, comentou a competidora do Team Rinaldi, que já separou os pneus RMX 35 traseiro e HE 40 dianteiro para o desafio. “Gosto bastante de competir na areia e estou 100%, tanto na parte física como na emocional”, concluiu.
Guilherme Piva vai para a prova com espírito de equipe. “Além de aproveitar para treinar para a final do Brasileiro de Rally Cross Country, daqui a um mês, o meu companheiro de equipe Ramon pode ser campeão de Baja e vou dar suporte no que for preciso. Gosto de competir no Rally da Ilha, que tem um visual incrível na beira do mar e um traçado muito bom”, concluiu Piva, que também utilizará o par de pneus SR 39 na traseira e HE 40 na dianteira.
Ramon Sacilotti acelera em busca do bicampeonato brasileiro de rally baja entre as motocicletas da categoria Super Production. A taça pode ser confirmada com uma etapa de antecedência neste final de semana, no Rally da Ilha, que tem como palco a cidade de Ilha Comprida, no litoral sul de São Paulo. “Preciso de um segundo lugar para ser campeão, vou em busca deste objetivo”, comentou Sacilotti, piloto de São José dos Campos (SP).
O Team Rinaldi contará ainda com o desempenho da irmã dele, Moara Sacilotti, e do mineiro Guilherme Piva. Ramon Sacilotti venceu as duas últimas edições do Rally da Ilha e pretende manter o retrospecto positivo. “Gosto muito de correr nesta prova por ser diferente de todas as outras etapas, já que a corrida é, em sua grande parte, na areia da praia. O prólogo é realizado em uma pista de motocross que costuma atrair bastante público, estou bem animado para voltar a andar lá”, continuou o piloto. Ele irá utilizar os pneus Rinaldi SR 39 na traseira e HE 40 na dianteira da moto.
O Team Rinaldi contará ainda com o desempenho da irmã dele, Moara Sacilotti, e do mineiro Guilherme Piva. Ramon Sacilotti venceu as duas últimas edições do Rally da Ilha e pretende manter o retrospecto positivo. “Gosto muito de correr nesta prova por ser diferente de todas as outras etapas, já que a corrida é, em sua grande parte, na areia da praia. O prólogo é realizado em uma pista de motocross que costuma atrair bastante público, estou bem animado para voltar a andar lá”, continuou o piloto. Ele irá utilizar os pneus Rinaldi SR 39 na traseira e HE 40 na dianteira da moto.
Competindo entre os homens da Over 40, Moara Sacilotti, de 34 anos, está em segundo lugar na briga pelo título da temporada. “Comecei o campeonato sem compromisso, pretendendo competir em algumas etapas. Os resultados foram aparecendo e estou na luta pelo título, espero ter um ótimo resultado em Ilha Comprida para assumir a liderança na classe”, comentou a competidora do Team Rinaldi, que já separou os pneus RMX 35 traseiro e HE 40 dianteiro para o desafio. “Gosto bastante de competir na areia e estou 100%, tanto na parte física como na emocional”, concluiu.
Guilherme Piva vai para a prova com espírito de equipe. “Além de aproveitar para treinar para a final do Brasileiro de Rally Cross Country, daqui a um mês, o meu companheiro de equipe Ramon pode ser campeão de Baja e vou dar suporte no que for preciso. Gosto de competir no Rally da Ilha, que tem um visual incrível na beira do mar e um traçado muito bom”, concluiu Piva, que também utilizará o par de pneus SR 39 na traseira e HE 40 na dianteira.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Equipe de Brasília defende liderança do Moto 1000 GP em Santa Cruz do Sul
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| Rafael Bertagnolli |
Fonte: Grelak Comunicação.
Rafael Bertagnolli chega à sexta etapa do Moto 1000 GP, que terá a sua corrida neste domingo (20) no Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul (RS), na liderança da GP 600, com 10 pontos de vantagem sobre o vice-líder paranaense Ademilson Peixer, da Moto 3 Racing Team. Gaúcho da cidade de Santa Maria e piloto da equipe brasiliense BSB Motor Racing, Bertagnolli se diz motivado por correr “em casa”. “Nós todos da equipe estamos confiantes para a corrida de Santa Cruz do Sul. Estamos focados no Campeonato Brasileiro, em pontuar, manter a regularidade”, explica.Décimo colocado na quinta etapa, disputada no autódromo paulista de Interlagos no dia 22 de setembro, Bertagnolli prevê uma situação melhor para a corrida de domingo. “A equipe, que é de Brasília, está comigo trabalhando nas motos há quase uma semana para acertar detalhes. A pista de Santa Cruz do Sul exige um tipo mais macio de pilotagem e uma moto bem regulada”, explica ele, que é companheiro de Henrique Castro, piloto que defende as cores da BSB Motor Racing na categoria GP Light.
Apesar de liderar sua categoria, Bertagnolli diz não sentir a pressão de correr “em casa”, como definiu, e promete uma corrida tranquila diante de sua torcida. “A torcida gaúcha é sempre receptiva e gosta da motovelocidade. Vamos ter autódromo lotado, com a presença da minha família e amigos. Estou bastante sossegado, talvez possa dizer que nunca estive tão bem nessa temporada como estou me sentidno agora”, garantiu.
A corrida no traçado de 3.530 metros de Santa Cruz do Sul será a sexta das oito etapas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Na sexta-feira (18) será dado início aos treinos livres, com as tomadas de tempo definindo as posições na tarde do sábado (19). A programação de domingo destaca as corridas das cinco categorias do Moto 1000 GP.
Nova Triumph Street Triple 675R já está disponível nas concessionárias
A nova Triumph Street Triple 675R, lançada no Salão Duas Rodas, já está disponível nas concessionárias da marca, pelo preço de R$ 34.900,00 (com freios ABS de série).
Fonte: G6 Comunicação
O modelo é uma versão mais esportiva do modelo “convencional” Street Triple 675 lançado no mercado brasileiro, com grande sucesso, em junho deste ano. A motocicleta é equipada com a mesma motorização (o tradicional propulsor Triumph de três cilindros em linha com 675 cc e 85 cv de potência), que lhe garante um desempenho bastante ágil na cidade e também na estrada, mas traz mudanças no visual e também inovações tecnológicas que melhoram sensivelmente o seu comprometimento de dirigibilidade.
Conhecida por sua condução leve e intuitiva, a Street Triple 675R leva as coisas a um nível totalmente diferente da outra versão. Os garfos invertidos de 41 mm da suspensão dianteira, por exemplo, agora são totalmente reguláveis para amortecimento de pré-carga, retorno e compressão. Com isso, o modelo garante aos pilotos mais experientes a liberdade de ajustar a motocicleta, no dia a dia, de acordo com as suas necessidades específicas. Também no conjunto traseiro foram efetuadas alterações importantes. O sofisticado amortecedor da marca Kayaba, monoshock, é outro item de alta qualidade, e agora também regulável para amortecimento de pré-carga e retorno. O modelo ainda conta, de série, com o sistema de freios ABS reguláveis, permitindo que o piloto alterne facilmente, com ou sem o recurso, durante o trajeto. O conjunto oferece uma configuração que pode ser facilmente ajustada para se adequar à pilotagem na pista ou na estrada e, ao mesmo tempo, proporcionar a segurança do incrível poder de frenagem do modelo.
Além disso, os freios sofreram outras evoluções. Na dianteira, os discos deslizáveis duplos, de 310 mm, passaram de dois para quatro pistões da Nissin, o que aumentou a sua eficiência, especialmente nas situações mais rigorosas. A geometria revisada para 23,4°/95 mm completa o cenário, trazendo ainda mais segurança para a Street Triple 675R.No visual da nova motocicleta, a principal novidade é a utilização de um subquadro traseiro vermelho, além de listras vermelhas nas rodas e um protetor do radiador também vermelho, com o destaque do logotipo “R”. O modelo será vendido no mercado nacional com três opções de cores: Preto Phantom,Branco Crystal e Grafite Matt.
Completamente remodelada no final do ano passado, a Triumph Street Triple 675R pertence ao chamado segmento roadster, trazendo como características mais marcantes um motor de grande potência para sua categoria, estilo naked (ausência de carenagem) e design agressivo. A Street Triple 675R foi reprojetada para oferecer uma pilotagem ainda mais emocionante. Seu chassi, por exemplo, é totalmente novo. O quadro tem perfil de alumínio com viga dupla e é ligado a um subquadro traseiro de duas peças, fundido em alta pressão. O chassi, além de robusto e de qualidade de ponta, também é avançado. Projetado para aprimorar o dinamismo, a agilidade e a apreciação do piloto, o design ficou mais leve, graças à menor quantidade de peças e soldas no quadro.
Conhecida por sua condução leve e intuitiva, a Street Triple 675R leva as coisas a um nível totalmente diferente da outra versão. Os garfos invertidos de 41 mm da suspensão dianteira, por exemplo, agora são totalmente reguláveis para amortecimento de pré-carga, retorno e compressão. Com isso, o modelo garante aos pilotos mais experientes a liberdade de ajustar a motocicleta, no dia a dia, de acordo com as suas necessidades específicas. Também no conjunto traseiro foram efetuadas alterações importantes. O sofisticado amortecedor da marca Kayaba, monoshock, é outro item de alta qualidade, e agora também regulável para amortecimento de pré-carga e retorno. O modelo ainda conta, de série, com o sistema de freios ABS reguláveis, permitindo que o piloto alterne facilmente, com ou sem o recurso, durante o trajeto. O conjunto oferece uma configuração que pode ser facilmente ajustada para se adequar à pilotagem na pista ou na estrada e, ao mesmo tempo, proporcionar a segurança do incrível poder de frenagem do modelo.
Além disso, os freios sofreram outras evoluções. Na dianteira, os discos deslizáveis duplos, de 310 mm, passaram de dois para quatro pistões da Nissin, o que aumentou a sua eficiência, especialmente nas situações mais rigorosas. A geometria revisada para 23,4°/95 mm completa o cenário, trazendo ainda mais segurança para a Street Triple 675R.No visual da nova motocicleta, a principal novidade é a utilização de um subquadro traseiro vermelho, além de listras vermelhas nas rodas e um protetor do radiador também vermelho, com o destaque do logotipo “R”. O modelo será vendido no mercado nacional com três opções de cores: Preto Phantom,Branco Crystal e Grafite Matt.
Completamente remodelada no final do ano passado, a Triumph Street Triple 675R pertence ao chamado segmento roadster, trazendo como características mais marcantes um motor de grande potência para sua categoria, estilo naked (ausência de carenagem) e design agressivo. A Street Triple 675R foi reprojetada para oferecer uma pilotagem ainda mais emocionante. Seu chassi, por exemplo, é totalmente novo. O quadro tem perfil de alumínio com viga dupla e é ligado a um subquadro traseiro de duas peças, fundido em alta pressão. O chassi, além de robusto e de qualidade de ponta, também é avançado. Projetado para aprimorar o dinamismo, a agilidade e a apreciação do piloto, o design ficou mais leve, graças à menor quantidade de peças e soldas no quadro.
Primeiras impressões: Honda CB 500F
Modelo chega ao Brasil a partir de R$ 22.000 e revive nome de sucesso. Motor de 50,4 cv tem bom funcionamento; visual é radical, mas sem luxos.
Publicado no G1.com em 15/10/2013.
Um nome ainda fixo no imaginário do motociclista e uma faixa de cilindrada sem opções no mercado brasileiro: com estes pontos a favor, a Honda traz de volta a CB 500 ao Brasil, principal destaque da marca no Salão Duas Rodas 2013, e vai chegar ao país com preços a partir de r$ 22.000 e r$ 23.500 com freios
Assim como a antiga CB, a F se encaixa na categoria naked, ou seja, é um modelo sem carenagens, que deixa o motor exposto. A CBR 500R, com características esportivas, e a crossover CB 500X, de visual aventureiro, completam a nova linha da Honda no país.
Com a chegada das 500, a ideia da montadora é ter uma nova opção de entrada para modelos de maior cilindrada. No primeiro ano, a expectativa é vender 20.000 unidades da linha, chegando a 30.000 em 2016. Se isso se concretizar, será a moto acima dos 450 cc de cilindrada mais vendida do Brasil, liderando o segmento das chamadas "motos grandes".
Como vantagem para a Honda, a nova CB 500 tem o fato de “acelerar sozinha” nesta faixa de cilindrada, já que as concorrentes mais próximas têm motores maiores. Pela falta de opções de 500 cc, sobra para Kawasaki ER-6n e Suzuki Gladius 650 competir com uma moto mais acessível, porém, de desempenho mais contido.
Ainda aparece no segmento a Kasinski Comet 650, a mais barata de todas, mas sem grande aceitação no mercado brasileiro. Devido à versatilidade e proximidade de preços, a CB 500 pode ainda “roubar” vendas até de modelos de menor cilindrada, como a Falcon (R$ 16.900), da própria Honda, e a pequena esportiva Kawasaki Ninja 300, apesar das propostas diferentes.
Ao primeiro olhar, a CB 500F impressiona. O modelo é realmente encorpado e o conjunto formado entre o farol dianteiro, estilizado. As carenagens laterais ao tanque, também utilizado na nova geração da CG, são bonitas. No entanto, na dianteira, há detalhes azulados nos cantos superiores do farol, provocando até um exagero de informações visuais.
A lanterna traseira é um pouco mais simples, mas é bem arrebitada, dando impressão de esportividade. Detalhe interessante está no acabamento do guidão, que possui desenho especial, com pintura preta.
Com opções de cores vermelha ou branca (com detalhes pretos e vermelhos), a CB 500F ficou devendo a coloração preta, disponível em outros países. A inspiração em modelos como a CB 1000R é nítida e, sem dúvida, uma acertada.
Toda linha 500 conta com painel digital que, no caso da versão F, traz iluminação azul. O item é de fácil visualização e traz conta-giros, velocímetro, marcador de combustível, relógio e odômetro total e parcial. Ainda há um indicador de consumo instantâneo, mas tudo é bem simples, sem grande requinte.
A antiga CB 500 tinha 54 cavalos de potência a partir de seu motor bicilíndrico de 498,8 cc, com dois carburadores e refrigeração a ar. Os números indicam mais força do que o do moderno propulsor da nova 500F, que alcança os 50,4 cv. Com injeção eletrônica e refrigeração líquida, a nova cilindrada é menor, de 471 cc.
Na prática, a Honda procurou oferecer potência máxima do motor bem mais cedo na nova CB. Enquanto, antigamente, a CB era uma moto que pedia o giro do motor lá em cima, atingindo a total cavalaria a 9.500 rpm, na nova geração isso ocorre em 8.500 rpm. A força do torque, de 4,55 kgm, também chega logo a 7.000 rpm – na CB da década passada só aparecia aos 8.000 rpm.
Com isso, a CB 500F tem uma tocada confortável, sem exigir que o motor fique no limite de rotações para ter o melhor desempenho, tornando-a boa opção para rodar na cidade. Os grandes destaques do motor são a linearidade e suavidade, com pouca vibração chegando ao motociclista. Este bicilíndrico está longe de ser empolgante, como são os "espertos" propulsores de suas rivais, mas este nunca foi o objetivo do desenvolvimento da Honda.
A moto foi criada para atender ao novo sistema de habilitação para condutores na Europa, que, desde o início de 2012, tem nova categoria para motos, a A2, limitada a 35 kw de potência (48 cv) e que pode ser obtida a partir dos 18 anos. Porém, esta regra não existe no Brasil, o que possibilitou à marca extrair alguns cavalos a mais, chegando aos 50,4 cv.
Sem emocionar, seu intuito é ter consumo baixo, que pode chegar a 28 km/l, como informa a Honda, número que faz apreciar o seu desempenho com outro olhar. Podendo chegar à autonomia de 420 km, com seu tanque levando 15,7 litros de gasolina, a CB se torna uma opção de moto econômica.
Na estrada, a moto mantém 120 km/h com facilidade, mas poderia ir além disso, ultrapassando 180 km/h, diz a marca. Como o motor, o câmbio de 6 marchas também se destaca pela maciez, com engates precisos e de fácil acionamento.
Seguindo o conceito da moto para o mercado europeu, o conjunto da CB 500 pode ser definido como bem feito e simples. A empresa caprichou no visual, mas não espere acabamento top de linha. Por exemplo, os espelhos retrovisores mostram a intenção da moto de ser “de entrada” para os modelos de alta cilindrada. Arredondados, eles ficam devendo em estética até aos novos retrovisores da linha CG. Os piscas também destoam um pouco do conjunto, apresentando um formato sem muita esportividade.
Publicado no G1.com em 15/10/2013.
Um nome ainda fixo no imaginário do motociclista e uma faixa de cilindrada sem opções no mercado brasileiro: com estes pontos a favor, a Honda traz de volta a CB 500 ao Brasil, principal destaque da marca no Salão Duas Rodas 2013, e vai chegar ao país com preços a partir de r$ 22.000 e r$ 23.500 com freios
Assim como a antiga CB, a F se encaixa na categoria naked, ou seja, é um modelo sem carenagens, que deixa o motor exposto. A CBR 500R, com características esportivas, e a crossover CB 500X, de visual aventureiro, completam a nova linha da Honda no país.
Com a chegada das 500, a ideia da montadora é ter uma nova opção de entrada para modelos de maior cilindrada. No primeiro ano, a expectativa é vender 20.000 unidades da linha, chegando a 30.000 em 2016. Se isso se concretizar, será a moto acima dos 450 cc de cilindrada mais vendida do Brasil, liderando o segmento das chamadas "motos grandes".
Como vantagem para a Honda, a nova CB 500 tem o fato de “acelerar sozinha” nesta faixa de cilindrada, já que as concorrentes mais próximas têm motores maiores. Pela falta de opções de 500 cc, sobra para Kawasaki ER-6n e Suzuki Gladius 650 competir com uma moto mais acessível, porém, de desempenho mais contido.
Ainda aparece no segmento a Kasinski Comet 650, a mais barata de todas, mas sem grande aceitação no mercado brasileiro. Devido à versatilidade e proximidade de preços, a CB 500 pode ainda “roubar” vendas até de modelos de menor cilindrada, como a Falcon (R$ 16.900), da própria Honda, e a pequena esportiva Kawasaki Ninja 300, apesar das propostas diferentes.
Ao primeiro olhar, a CB 500F impressiona. O modelo é realmente encorpado e o conjunto formado entre o farol dianteiro, estilizado. As carenagens laterais ao tanque, também utilizado na nova geração da CG, são bonitas. No entanto, na dianteira, há detalhes azulados nos cantos superiores do farol, provocando até um exagero de informações visuais.
A lanterna traseira é um pouco mais simples, mas é bem arrebitada, dando impressão de esportividade. Detalhe interessante está no acabamento do guidão, que possui desenho especial, com pintura preta.
Com opções de cores vermelha ou branca (com detalhes pretos e vermelhos), a CB 500F ficou devendo a coloração preta, disponível em outros países. A inspiração em modelos como a CB 1000R é nítida e, sem dúvida, uma acertada.
Toda linha 500 conta com painel digital que, no caso da versão F, traz iluminação azul. O item é de fácil visualização e traz conta-giros, velocímetro, marcador de combustível, relógio e odômetro total e parcial. Ainda há um indicador de consumo instantâneo, mas tudo é bem simples, sem grande requinte.
A antiga CB 500 tinha 54 cavalos de potência a partir de seu motor bicilíndrico de 498,8 cc, com dois carburadores e refrigeração a ar. Os números indicam mais força do que o do moderno propulsor da nova 500F, que alcança os 50,4 cv. Com injeção eletrônica e refrigeração líquida, a nova cilindrada é menor, de 471 cc.
Na prática, a Honda procurou oferecer potência máxima do motor bem mais cedo na nova CB. Enquanto, antigamente, a CB era uma moto que pedia o giro do motor lá em cima, atingindo a total cavalaria a 9.500 rpm, na nova geração isso ocorre em 8.500 rpm. A força do torque, de 4,55 kgm, também chega logo a 7.000 rpm – na CB da década passada só aparecia aos 8.000 rpm.
Com isso, a CB 500F tem uma tocada confortável, sem exigir que o motor fique no limite de rotações para ter o melhor desempenho, tornando-a boa opção para rodar na cidade. Os grandes destaques do motor são a linearidade e suavidade, com pouca vibração chegando ao motociclista. Este bicilíndrico está longe de ser empolgante, como são os "espertos" propulsores de suas rivais, mas este nunca foi o objetivo do desenvolvimento da Honda.
A moto foi criada para atender ao novo sistema de habilitação para condutores na Europa, que, desde o início de 2012, tem nova categoria para motos, a A2, limitada a 35 kw de potência (48 cv) e que pode ser obtida a partir dos 18 anos. Porém, esta regra não existe no Brasil, o que possibilitou à marca extrair alguns cavalos a mais, chegando aos 50,4 cv.
Sem emocionar, seu intuito é ter consumo baixo, que pode chegar a 28 km/l, como informa a Honda, número que faz apreciar o seu desempenho com outro olhar. Podendo chegar à autonomia de 420 km, com seu tanque levando 15,7 litros de gasolina, a CB se torna uma opção de moto econômica.
Na estrada, a moto mantém 120 km/h com facilidade, mas poderia ir além disso, ultrapassando 180 km/h, diz a marca. Como o motor, o câmbio de 6 marchas também se destaca pela maciez, com engates precisos e de fácil acionamento.
Seguindo o conceito da moto para o mercado europeu, o conjunto da CB 500 pode ser definido como bem feito e simples. A empresa caprichou no visual, mas não espere acabamento top de linha. Por exemplo, os espelhos retrovisores mostram a intenção da moto de ser “de entrada” para os modelos de alta cilindrada. Arredondados, eles ficam devendo em estética até aos novos retrovisores da linha CG. Os piscas também destoam um pouco do conjunto, apresentando um formato sem muita esportividade.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Jean Azevedo integrará a equipe Honda Brasil no Rally Dakar 2014.
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| Ike Klaumann, Jean Azevedo e Dário Júlio |
Fonte: Moto Honda Brasil
Os pilotos Jean Azevedo, Dário Júlio e Ike Klaumann serão os representantes na categoria Motos na maior e mais dura prova off-road do planeta. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) durante coletiva de imprensa no estande da montadora no Salão Duas Rodas, que acontece até o dia 13, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
“A presença de uma equipe do nosso país no Dakar é uma grande conquista, já que a competição é uma prova de repercussão mundial que atinge mais de um bilhão de pessoas”, destaca Alexandre Cury, gerente geral comercial da Moto Honda da Amazônia.
Na edição de 2013, a marca retornou à competição após 24 anos, com a Team HRC, composta por cinco pilotos de diferentes nacionalidades. A Honda já havia participado nove vezes na categoria motocicletas do precursor do atual Rally Dakar, o Rally Paris-Dakar, de 1981 a 1989, e foi vencedora por cinco vezes.
O objetivo da presença da Honda no Dakar é o desenvolvimento, ou seja, usar a tecnologia adquirida nas corridas em aplicações comerciais. Por isso, desde 2012, a empresa desenvolve a moto CRF 450 Rally. O modelo 2014 será utilizado no próximo Dakar pelos pilotos da Team HRC – os portugueses Helder Rodrigues e Paulo Gonçalves, o espanhol Joan Barreda, o argentino Javier Pizzolito e o britânico Sam Sunderland - e também será o equipamento do brasileiro Jean Azevedo.
Único representante do país a vencer etapas no Dakar na classificação geral (2005 e 2007), Jean, 39 anos, acumula 15 participações na prova. Em 2003, o piloto de São José dos Campos (SP) conquistou a melhor posição ocupada por um brasileiro: 5º lugar na classificação geral entre as motos. “Estou muito feliz com essa oportunidade. Será meu 16º Dakar e a primeira vez que terei uma moto oficial de fábrica. Isso me deixa bastante motivado a trazer um bom resultado para o Brasil”, diz Jean.
O catarinense de Rio Negrinho, Ike Klaumann, 26 anos, campeão brasileiro de Rally Cross Country e de Rally Baja, tem no currículo uma participação no Dakar em 2012. “Minha primeira experiência no Dakar foi importante, apesar de não ter completado a prova. A competição é totalmente diferente de qualquer outra. Temos uma equipe entrosada e bem alinhada e acredito que isso será fundamental no nosso desempenho”, conta Ike.
Dário Júlio, 36 anos, mineiro de Lavras e tricampeã o brasileiro de Rally Cross Country e vice-campeão do Rally dos Sertões, é o estreante da equipe no Dakar. “A expectativa é grande. É o maior desafio para um piloto de rali. A prova exige muito do físico e mais ainda do psicológico. Estou me preparando, sempre aproveitando o conhecimento do Jean, que vai para sua 16ª participação”, destaca Dário, que assim como Ike utilizará o modelo CRF 450X.
Na 35ª edição, a sexta na América do Sul, o Dakar 2014 terá largada dia 5 de janeiro, em Rosário, na Argentina, e chegará em Valparaíso, no Chile, em 18 de janeiro, depois de uma passagem curta pela Bolívia, que será o país de número 28 a receber o rali. O percurso de 2014, que terá várias etapas maratonas, testará resistência e táticas de corrida dos competidores.
Programação:
02 a 04/01/2014 – Secretaria de prova e vistorias técnicas – Rosário (Argentina)
04/01/2014 – Largada promocional - Rosário (Argentina)
05/01/2014 – 1ª etapa – Rosário a San Luis (Argentina)
06/01/2014 – 2ª etapa – San Luis a San Rafael (Argentina)
07/01/2014 – 3ª etapa – San Rafael a San Juan (Argentina)
08/01/2014 – 4ª etapa – San Juan a Chilechito (Argentina)
09/01/2014 – 5ª etapa – Chilechito a Tucumán (Argentina)
10/01/2014 – 6ª etapa – Tucumán a Salta (Argentina)
11/01/2014 – Dia de descanso – Salta (Argentina)
12/01/2014 – 7ª etapa – Salta (Argentina) a Uyuni (Bolívia)
13/01/2014 – 8ª etapa – Uyuni (Bolívia) a Calama (Chile)
14/01/2014 – 9ª etapa – Calama a Iquique (Chile)
15/01/2014 – 10ª etapa – Iquique a Antofagasta (Chile)
16/01/2014 – 11ª etapa – Antofagasta a El Salvador (Chile)
17/01/2014 – 12ª etapa – El Salvador a La Serena (Chile)
18/01/2014 – 13ª etapa – La Serena a Valparaíso (Chile)
“A presença de uma equipe do nosso país no Dakar é uma grande conquista, já que a competição é uma prova de repercussão mundial que atinge mais de um bilhão de pessoas”, destaca Alexandre Cury, gerente geral comercial da Moto Honda da Amazônia.
Na edição de 2013, a marca retornou à competição após 24 anos, com a Team HRC, composta por cinco pilotos de diferentes nacionalidades. A Honda já havia participado nove vezes na categoria motocicletas do precursor do atual Rally Dakar, o Rally Paris-Dakar, de 1981 a 1989, e foi vencedora por cinco vezes.
O objetivo da presença da Honda no Dakar é o desenvolvimento, ou seja, usar a tecnologia adquirida nas corridas em aplicações comerciais. Por isso, desde 2012, a empresa desenvolve a moto CRF 450 Rally. O modelo 2014 será utilizado no próximo Dakar pelos pilotos da Team HRC – os portugueses Helder Rodrigues e Paulo Gonçalves, o espanhol Joan Barreda, o argentino Javier Pizzolito e o britânico Sam Sunderland - e também será o equipamento do brasileiro Jean Azevedo.
Único representante do país a vencer etapas no Dakar na classificação geral (2005 e 2007), Jean, 39 anos, acumula 15 participações na prova. Em 2003, o piloto de São José dos Campos (SP) conquistou a melhor posição ocupada por um brasileiro: 5º lugar na classificação geral entre as motos. “Estou muito feliz com essa oportunidade. Será meu 16º Dakar e a primeira vez que terei uma moto oficial de fábrica. Isso me deixa bastante motivado a trazer um bom resultado para o Brasil”, diz Jean.
O catarinense de Rio Negrinho, Ike Klaumann, 26 anos, campeão brasileiro de Rally Cross Country e de Rally Baja, tem no currículo uma participação no Dakar em 2012. “Minha primeira experiência no Dakar foi importante, apesar de não ter completado a prova. A competição é totalmente diferente de qualquer outra. Temos uma equipe entrosada e bem alinhada e acredito que isso será fundamental no nosso desempenho”, conta Ike.
Dário Júlio, 36 anos, mineiro de Lavras e tricampeã o brasileiro de Rally Cross Country e vice-campeão do Rally dos Sertões, é o estreante da equipe no Dakar. “A expectativa é grande. É o maior desafio para um piloto de rali. A prova exige muito do físico e mais ainda do psicológico. Estou me preparando, sempre aproveitando o conhecimento do Jean, que vai para sua 16ª participação”, destaca Dário, que assim como Ike utilizará o modelo CRF 450X.
Na 35ª edição, a sexta na América do Sul, o Dakar 2014 terá largada dia 5 de janeiro, em Rosário, na Argentina, e chegará em Valparaíso, no Chile, em 18 de janeiro, depois de uma passagem curta pela Bolívia, que será o país de número 28 a receber o rali. O percurso de 2014, que terá várias etapas maratonas, testará resistência e táticas de corrida dos competidores.
Programação:
02 a 04/01/2014 – Secretaria de prova e vistorias técnicas – Rosário (Argentina)
04/01/2014 – Largada promocional - Rosário (Argentina)
05/01/2014 – 1ª etapa – Rosário a San Luis (Argentina)
06/01/2014 – 2ª etapa – San Luis a San Rafael (Argentina)
07/01/2014 – 3ª etapa – San Rafael a San Juan (Argentina)
08/01/2014 – 4ª etapa – San Juan a Chilechito (Argentina)
09/01/2014 – 5ª etapa – Chilechito a Tucumán (Argentina)
10/01/2014 – 6ª etapa – Tucumán a Salta (Argentina)
11/01/2014 – Dia de descanso – Salta (Argentina)
12/01/2014 – 7ª etapa – Salta (Argentina) a Uyuni (Bolívia)
13/01/2014 – 8ª etapa – Uyuni (Bolívia) a Calama (Chile)
14/01/2014 – 9ª etapa – Calama a Iquique (Chile)
15/01/2014 – 10ª etapa – Iquique a Antofagasta (Chile)
16/01/2014 – 11ª etapa – Antofagasta a El Salvador (Chile)
17/01/2014 – 12ª etapa – El Salvador a La Serena (Chile)
18/01/2014 – 13ª etapa – La Serena a Valparaíso (Chile)
sábado, 12 de outubro de 2013
BMW Motorrad conquista uma das categorias do prêmio Moto do Ano 2014.
A BMW F 800 GS é também a queridinha, a moto mais vendida da marca Bávara aqui no Brasil
Fonte: BMW Brasil
Nesta quarta-feira (09/10), a BMW Motorrad foi premiada com 01 título no prêmio Moto do Ano 2014, promovido pela revista Duas Rodas. Nesta edição, a BMW F 800 GS foi eleita melhor Big Trail até 800 cc. A marca foi indicada pelo quarto ano consecutivo e, na edição 2013, a BMW F 800 R foi considerada a melhor naked.
“É muito gratificante ser premiado novamente em um evento renomado e de extrema credibilidade como o Moto do Ano. Esse prêmio chega para reforçar nosso compromisso com o consumidor brasileiro, de oferecer produtos de qualidade e com tecnologia de ponta, garantindo alta performance, conforto e segurança”, declara Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil.
A BMW F 800 GS é uma das motocicletas preferidas pelos entusiastas da marca, voltada para uso misto. Com características únicas, capaz de enfrentar todos os tipos de terreno, o modelo é montado no Brasil em regime CKD. A BMW F 800 GS é equipada com recursos tecnológicos de ponta, como computador de bordo e controle de tração (ASC), e oferece conforto e versatilidade. Seu motor de dois cilindros paralelos desenvolve potência de 85 cv a 7.500 rpm.
Nesta quarta-feira (09/10), a BMW Motorrad foi premiada com 01 título no prêmio Moto do Ano 2014, promovido pela revista Duas Rodas. Nesta edição, a BMW F 800 GS foi eleita melhor Big Trail até 800 cc. A marca foi indicada pelo quarto ano consecutivo e, na edição 2013, a BMW F 800 R foi considerada a melhor naked.
“É muito gratificante ser premiado novamente em um evento renomado e de extrema credibilidade como o Moto do Ano. Esse prêmio chega para reforçar nosso compromisso com o consumidor brasileiro, de oferecer produtos de qualidade e com tecnologia de ponta, garantindo alta performance, conforto e segurança”, declara Federico Alvarez, diretor da BMW Motorrad Brasil.
A BMW F 800 GS é uma das motocicletas preferidas pelos entusiastas da marca, voltada para uso misto. Com características únicas, capaz de enfrentar todos os tipos de terreno, o modelo é montado no Brasil em regime CKD. A BMW F 800 GS é equipada com recursos tecnológicos de ponta, como computador de bordo e controle de tração (ASC), e oferece conforto e versatilidade. Seu motor de dois cilindros paralelos desenvolve potência de 85 cv a 7.500 rpm.
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