quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Mercado de reposição de motopeças ganha novo fôlego no Nordeste

Centro de distribuição da Laquila

Entregas que demoravam até 4 semanas, agora podem ser feitas em até 48 horas, com o novo Centro de Distribuição da Laquila

Fonte: Engenharia de Comunicação.
Nos últimos três anos o Nordeste vem liderando as vendas em motocicletas no País. Acompanhar o crescimento do mercado de motos no Nordeste não tem sido tarefa fácil para fabricantes e importadores de peças e acessórios quando o assunto é reposição de peças. As lojas de motopeças necessitam de grandes estoques, ou a reposição por uma peça pode levar muito tempo.
Para aqueles que optam por este tipo de transporte uma simples manutenção pode gerar muita dor de cabeça. “Os principais distribuidores de peças estão localizados no sul e sudeste, devido a isso a demora na entrega pode chegar até 4 semanas. Considerando que nossos clientes necessitam de uma variedade muito grande de itens, o que torna difícil conseguir espaço de armazenagem em suas lojas”, explica Charlles dos Reis, gerente comercial da Laquila - importadora e distribuidora de motopeças que inaugurou recentemente um Centro de Distribuição em Fortaleza (CE).

O novo Centro de Distribuição da Laquila dá um novo fôlego ao mercado nordestino, proporcionando agilidade na logística de reposição. As operações começaram em janeiro e já contam com produtos como Kits Transmissão, discos de embreagem, bielas, câmaras de ar entre outros.

“O novo Centro de Distribuição deve garantir soluções imediatas para a falta de produtos para motociclistas no nordeste. Todos os produtos antes enviados do sul para a região estarão disponíveis localmente em grandes quantidades”, complementa Charlles.
O mercado brasileiro é o terceiro maior do mundo e tem uma produção anual de cerca de 1,5 milhões de motos, segundo dados da Abraciclo.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Harley-Davidson lança nova Electra Glide Ultra Limited por R$ 81.900

Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited

Modelo é evolução da estradeira mais famosa da marca norte-americana. Motor com refrigeração líquida e tela sensível ao toque são novidades.

Publicado no site G1.com em 17/02/2014.
Após apresentar as novidades 2014 para o Brasil na edição passada do Salão Duas Rodas, a Harley-Davidson lançou nesta segunda-feira (17), em Gramado (RS), a evolução de sua estradeira mais famosa, a Electra Glide Ultra Limited. O modelo chega às concessionárias da marca ainda este mês por a partir de R$ 81.900.
A Ultra Limited é a moto top de linha da Harley-Davidson, sem contar com os modelos da linha CVO, que são personalizados de fábrica pela empresa. Juntamente com a Ultra, a empresa traz ao mercado as novas Street Glide (R$ 69.900) e Road King (R$ 62.900), que também fazem parte da linha touring (turismo) da marca, indicadas para viagens - todas são montadas em Manaus.
Ambas fazem parte do projeto Rushmore, que trouxe melhorias na motorização, freios, ergonomia e visual, além de sistema multimídia com tela sensível ao toque, inédito para motos da empresa.

"O projeto Rushmore foi resultado de diversas pesquisas realizadas com consumidores ao redor do mundo", disse Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil. "A voz do Brasil também foi considerada", completou Júlio Vitti, gerente de marketing da HD.

Para a Ultra limited, um dos principais avanços ocorreu no propulsor de 1.690 cilindradas de dois cilindros em formato de V. A marca equipou o modelo com o chamado “Twin-Cooled High Output Twin Cam 103”, propulsor que utiliza misto de refrigeração a ar e líquido.

De acordo com a marca, o Twin-Cooled oferece 7% mais torque que a versão básica do mesmo motor, sem esta tecnologia. Entre outros benefícios, o sistema ajuda a diminuir o calor gerado pelo propulsor. Pela primeira vez a empresa utiliza e tipo de refrigeração em sua linha de motos tradicionais.

Até então, apenas a linha V-Rod possuía motores com refrigeração líquida, porém, os modelos V-Rod não fazem parte da gama clássica da H-D, pelas diferenças tecnológicas e de estilo. Assim, a novidade do "Twin-Cooled" é trazer este tipo de refrigeração aos modelos tradicionais da marca norte-americana.

A empresa chama o sistema de "refrigeração líquida de precisão" na qual o arrefecimento ocorre nos cabeçotes. O projeto Rushmore também traz novo sistema de frenagem combinada para as motos.
Dispositivos repartem a força de frenagem entre os eixos quando o motociclista utiliza o pedal ou o manete de freio. Seu funcionamento começa a partir da velocidade de 30 km/h.

No caso da Street Glide e Road King, a refrigeração continua sendo a ar, mas o motor também evoluiu recebendo o nome de "High Output Twin Cam 103", uma evolução ao "Twin Cam 103" básico, trazendo 5% mais força.
Pela primeira vez, um sistema multimídia com dispositivo touchscreen e com reconhecimento de voz. Entre os sistemas oferecidos, estão rádio, GPS e Bluetooth.

Característica emblemática de Ultra Limited e Street Glide, a proteção dianteira recebeu as principais alterações visuais da linha 2014. Segundo a fabricante, as alterações trouxeram modernidade, mas sem perder a essência das motos H-D. O novo desenho gera menos "turbulência" na cabeça do usuário e duas entradas de ar foram feitas logo abaixo da bolha.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Kasinski aguarda novo sócio para se levantar

Futuro parceiro injetaria até R$ 30 milhões para assumir o comando
Publicado no site Automotive Business em 14/02/2014.
Com a produção parada desde 2013 por causa da retração do mercado e dificuldades internas, aKasinski aguarda agora a entrada de um novo sócio para viabilizar sua volta ao jogo. O presidente atual, Cláudio Rosa Júnior, torce para que o futuro parceiro, um fundo de participação, entre com R$ 25 milhões a R$ 30 milhões para a retomada da produção.
“O novo sócio ficará com 70% a 80%”, afirma o empresário, que aguarda esse desfecho em no máximo 60 dias, sem revelar o nome do futuro parceiro. Para o presidente ficarão os 20% a 30% restantes. Com isso, a chinesa Zongshen, que detém os outros 50% da Kasinski e enviava para montagem local as motos até 150 cc, sairá da sociedade. Seu papel será restrito ao fornecimento.

Segundo Cláudio Rosa Júnior, se a nova sociedade vingar, ela não poderá comprar motos de outro fornecedor chinês que não seja a Zongshen. Ele afirma que a Kasinski tem estoque para quatro meses, o que o obriga a um desfecho rápido da situação, já que entre o pedido das motos e a chegada haveria ao menos 60 dias. E para concretizar essas encomendas à Zongshen, ele terá de adiantar 30%. As expressões “Ou vai o racha” e “É agora ou nunca” parecem explicar bem o momento atual da Kasinski.
Em 2013, antes de interromper a produção, a Kasinski montou as motos que recebera em forma de kits, desmontou a fábrica e entregou os prédios, que eram alugados. Agora está em uma estrutura menor, também em Manaus. O escritório continua no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), mas ocupa um terço do espaço. “A empresa mantém 90 funcionários, somados os de Manaus, de São Paulo e de Sapucaia (RJ, onde fica o depósito de peças)”, afirma Rosa Júnior. Das cerca de 200 concessionárias que teve em 2011 restaram 80. Destas, só 60 estariam fazendo pedidos com regularidade.

A Kasinski não deve voltar a montar modelos com a marca Flash, utilizada na distribuição em redes de varejo. “Não sei se vão ter tanto interesse em continuar”, disse Rosa Júnior sobre o desejo dos futuros sócios em relação à segunda marca criada para os mesmos produtos.
Das cinco motos Kasinski de 150 cc restarão quatro. Cláudio Rosa Júnior quer manter com a Kasinski as motocicletas de 250 cc e 650 cc fornecidas pela Hyosung. Visitou a fábrica sul-coreana recentemente, mas, sem dinheiro, voltou de mãos abanando. A Dafra também teria procurado a Hyosung (com interesse nas versões de 650 cc) e Rosa Júnior disse que não criaria empecilhos em caso de negociação da Hyosung com seu concorrente brasileiro.

Por causa da baixa aceitação, os modelos elétricos da Kasinski devem ficar de fora num primeiro momento. Rosa Júnior falou em “produção em ritmo menor”. É provável que retome pelas bicicletas elétricas, que em dezembro de 2013 foram regulamentadas pelo Contran.

Segundo ele, a Light continua sócia da Kasinski para o desenvolvimento de veículos elétricos, mas não há projetos em andamento porque a companhia energética estaria focada na solução de outros problemas desde que o governo reduziu os tributos incidentes sobre o fornecimento de eletricidade. Automotive Business procurou a Light para saber mais sobre a parceria, mas a empresa não quer declarar nada a respeito antes de março, quando divulgará seu balanço anual.

A Kasinski foi fundada em 1999 pelo empresário Abraham Kasinsky, fundador da Cofap. Ele havia vendido sua fábrica de autopeças como consequência da globalização, mas não suportou “ficar em casa sem fazer nada”, disse certo dia em uma entrevista coletiva. Surgiu diante dele a oportunidade de assumir a montagem de motocicletas Hyosung em Manaus. Trocou a marca original por seu sobrenome e substituiu o “y” pelo “i”. No começo da década passada, variação cambial forçou a Kasinski a procurar fornecedores chineses para modelos de 125 cc, que substituíram as sul-coreanas de mesma cilindrada, cuja importação tornara-se inviável.

Em 2009, com o setor em queda, Cláudio Rosa Júnior deixou seu posto na Sundown e juntou-se à Zongshen para comprar a marca Kasinski. Em 2011, quando o segmento obteve recorde de produção e vendas, a empresa teria faturado R$ 310 milhões. Abraham Kasinsky morreu em fevereiro de 2012, cerca de dois anos e meio após a venda da fábrica de motos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Yamaha planeja nacionalizar a FZ-09 para viabilizar modelo para o Brasil

Moto possui motor de 3 cilindros, 847 cc e 115 cavalos de potência. Em 2014, marca pretende ter aumento de 32,9% nas vendas.
Publicado no G1.com em 14/02/2013.
Comentário: Nilson SilvaApós incrementar a linha de baixa cilindrada com as novas XTZ Crosser 150 e Fazer 150, a Yamaha também pretende investir em novidades para o segmento de alta cilindrada. Um dos lançamentos para o Brasil pode ser a FZ-09, modelo que a marca mostrou no Salão Duas Rodas de 2013, em São Paulo. Conhecida como MT-09 em alguns mercados, o modelo é uma das principais novidades mundiais da empresa nos últimos anos.
"É melhor produzir aqui (a FZ-09) para termos um preço competitivo", disse Shigeo Hayakawa, diretor-presidente da Yamaha ao G1. Apesar de ainda não confirmar a data de chegada da moto ao mercado brasileiro, o executivo disse que a moto pode chegar ainda em 2014 ou no próximo ano.
Lançada mundialmente em 2013, a FZ-09 promoveu uma revolução de conceito na Yamaha ao voltar a utilizar um motor de 3 cilindros em sua linha. Representando a categoria naked, sem carenagens e com esportividade, a moto possui um propulsor de 847 cc, capaz de gerar 115 cavalos de potência a 10.000 rpm e 8,9 kgfm a 8.500 rpm

Com tanque capaz de levar até 14 litros de combustível, a naked tem peso divulgado de 188 kg (standard) e 191 kg (ABS). Entre as vantagens do motor três cilindros está a de ser um meio-termo em relação aos projetos de 2 e 4 cilindros. A ideia é possibilitar torque similar ao de um 2 cilindros, mantendo medidas compactas, com potência próxima ao de um 4 cilindros.

Com a chegada de novos modelos, a Yamaha pretende fechar o ano de 2014 com 220 mil unidades vendidas no Brasil, o que representaria alta de 32,9% sobre as 165.539 unidades de 2013, de acordo com números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Nosso comentário: A marca dos três diapasões que andou desanimada, aqui na Terra Brasilis, nos últimos anos depois que lançou a Fazer 150, pareceu-nos mais motivada e na mesma esteira lançou a Crosser 150 que estará disponível a partir de abril. Motocicletas de 3 cilindros tem sido uma tendência entre as marcas Premium que operam por aqui. Ainda não sabemos a faixa de preço, mas a bola fora com este novo modelo nos parece ser o freio ABS como opcional 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Yamaha XTZ Crosser 150, chega com preço a partir de 9 mil reais.

Nova moto chegará em duas versões com design diferenciado e disposição para bater de frente com a Bros 150 da Honda.
Texto: Nilson Silva.
Foto: Divulgação
Chegará ás revendas da Yamaha no próximo mês de abril o seu lançamento mais badalado e esperado de 2014, a nova Crosser 150, uma motocicleta urbana porém com um estilo aventureiro. Segundo a marca o modelo foi desenvolvido exclusivamente para o marcado brasileiro ao longo dos últimos 3 anos. E o desenvolvimento levou em conta as condições de nossas estradas e ruas.
Em relação ao design chama a atenção o para-lamas dianteiro bem coladinho a roda a exemplo das motos Big trail e a carenagem do farol em formato de um semi para-lamas. Segundo o fabricante esta posição do para-lamas protege a bengala de pedras e detritos. Bem convincente em nosso entender.

Sobre o desempenho, como se sabe o motor é o mesmo da Fazer 150, com injeção eletrônica e bi-combustível, que 12,2 cavalos com gasolina e 12,4 cavalos com álcool e infelizmente não há informação sobre o consumo, tão importante em motocicletas desta categoria, mas arriscamos dizer que com base no consumo da Fazer e Lander 250 e da Fazer 150, esta mota não vai fazer feio em termo de consumo.

Vamos agora analisar os itens relacionado ao conforto. A suspensão/amortecimento é no estilo monoshock com link que a Yamaha diz ser a única da categoria e tem a vantagem de absorver melhor os impactos e contribuindo e desta forma melhorar a estabilidade e “manobrabilidade”. Existe ainda a possibilidade de regulagem do guidão e o assento em dois níveis. Este último para deixar o garupa em uma posição ergonômica adequada, permitindo ter um ponto de visão acima do piloto, segundo a marca japonesa.

A gente do R2 Motos sempre falamos sobre a falta de lançamentos de produtos realmente novos da marca dos três diapasões. Pois esta moto a exemplo de sua irmã street vem com injeção eletrônica e bi combustível. O deslise ficou por conta do jurássico freio a tambor no modelo mais básico. E não com essa conversa mole que é por causa dos consumidores nordestinos que preferem o freio a tambor. Não moro no Nordeste e aprecio motocicletas com um bom freio ABS e EBD.

Os pontos mais negativo em nossa concepção são a regulagem de guidão e o freio a disco apenas como opcional, falta de opção nas cores e também o preço inicial a partir de mais de nove mil reais para uma motocicleta com freio a tambor. Fica um pouco salgado. Para vender 4.000 unidades por mês vai ter que usar umas excelentes estratégias de marketing.




BMW Motorrad inicia 2014 com aumento significativo nas vendas

BMW Motorrad inicia o novo ano aumento nas vendas de 12,9% em comparação com o mesmo período de 2013.
Fonte: BMW Group PressClub Global
Depois do  terceiro ano recordes  sucessivos alcançado em 2013, a BMW Motorrad começou o novo ano com um aumento significativo nas vendas, pois em janeiro foram comercializados 5.438 unidades de motocicletas e maxi scooters em todo o mundo, contra  4.818 vendidas no mesmo período de  2013, resultando portanto em um aumento de  12,9 %.
" Depois de atingir um ponto um pico vendas em 2013, a BMW Motorrad tem um início de ano muito bem sucedido com um aumento de 12,9% em comparação com o ano anterior. Este foi o melhor mês de janeiro  na história da empresa ", afirma  Heiner Faust, executivo de Vendas e Marketing da BMW Motorrad.

Faust continua: "Nós tevemos um ótimo começo.  Na maioria de nossas filiais mundo a fora houve crescimento significativo. Porém  nos EUA e na Ásia o aumento foi maior. Nossos novos produtos estão com demanda aquecida em todo o muindo".
Nesta primavera, a BMW Motorrad vai começar a nova temporada com seis novos modelos além da linha de produtos já existente. No segmento Touring teremos  a nova edição  da R 1200 RT,  juntamente com a K 1600 GTL Exclusive, ambas equipadas com vários opcionais. No segmento de enduro teremos a nova  R 1200 GS Adventure, com refrigeração líquida. Quanto ao segmento de roadster, este apresentará dois novos produtos: o R Ninet e o S 1000 R. E teremos ainda a implementação de nossa scooter elétrica C Evolution.
"Tendo em vista esse vasto portfólio de novos produtos e depois de um bom início de ano, estamos confiantes e seguros", concluiu Fausto.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Empresa indiana apresenta moto potente que vai a 240 km/h

Com 80 cv, Hastur é a primeira moto de alta cilindrada da
Hero. Modelo tem motor de 620 cc e faz de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos.
Publicado no G1.com em 07/02/2014.
A indiana Hero Motor Corp, antiga parceira da Honda, mostra no Auto Expo Show, em Nova Délhi, sua primeira moto de alta cilindrada. Chamada de Hastur, o modelo possui motor de dois cilindros e 620 cc, capaz de gerar 80 cavalos de potência. Com velocidade máxima de 240 km/h, a moto é destaque da empresa no evento, que vai até 11 de fevereiro.
Além da moto da categoria naked, por ter características esportivas, mas sem carenagens, a empresa mostra o conceito iON, movido a células de hidrogênio. Considerada a maior fabricante de motos do mundo na atualidade, como divulga a própria empresa, a Hero também mostrou no evento pela primeira vez sua moto movida a diesel.

A Hastur possui motor de dois cilindros, em paralelo, com refrigeração líquida, que faz a moto levar 3,8 segundos para fazer de 0 a 100 km/h, divulga a Hero. Na dianteira, a moto possui dois discos de freio e a suspensão é do tipo invertida, que melhora a absorção de impactos.

Seu estilo naked tem linhas bem marcantes e, na dianteira, possui duplo farol semelhante ao apresentada no nova geração da Kawasaki Z1000.

Moto 1000 GP: equipe oficial da Yamaha terá pilotos de três países‏

André Veríssimo
MG Bikes Yamaha Racing terá cinco pilotos em três categorias do Campeonato Brasileiro de Moto velocidade
Fonte: Grelak Comunicação
Cinco pilotos, representando três países, vão formar em 2014 o time da MG Bikes-Yamaha Racing no Moto 1000 GP. Os brasileiros André Veríssimo e Marcus Trotta, os argentinos Sergio Fasci e Nicolas Tortone e o uruguaio Maxi Gerardo são os nomes confirmados pela equipe argentina coordenada por Adrian Diego Aparicio, que será representante oficial da Yamaha na temporada do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.
Vice-campeão da categoria GP 600 no ano passado, quando conquistou três vitórias e dois segundos lugares nas seis provas que disputou, o argentino Fasci será o representante da equipe na GP 1000, principal categoria do Moto 1000 GP. Seu compatriota Tortone, que participou das quatro últimas corridas da GP 600 em 2013 e obteve três terceiros lugares, terminando o campeonato em nono lugar, vai participar da categoria de acesso GP Light.

Os outros três pilotos estarão no grid da GP 600. Gerardo só disputou as duas últimas corridas do Campeonato Brasileiro de 2013, com uma vitória e uma segunda posição. Aos 19 anos, é tido como um dos principais candidatos ao título. “Temos de agradecer ao Maximiliano e a toda sua equipe de trabalho pela confiança que depositaram na equipe. Teremos um grande desafio em equipe para mantê-lo nos primeiros lugares”, disse Aparicio.

Veríssimo, campeão em 2012, foi sexto colocado na pontuação final do ano passado, tendo um segundo lugar como melhor resultado. Na etapa final, em Cascavel (PR), ele fez sua primeira participação pela MG Bikes-Yamaha Racing. Trotta, cujo currículo destaca a vitória na categoria Supersport das 500 Milhas de Interlagos do ano passado, terminou a temporada do Moto 1000 GP em 12º lugar na categoria GP 600, defendendo a equipe Motom.

Todas as motocicletas do Moto 1000 GP utilizam como combustível a gasolina Petrobras Podium e como lubrificante o Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da BMW Motorrad e da Michelin, que fornece seus pneus de competição às equipes. O Campeonato Brasileiro de Motovelocidade tem apoio de Beta, BMW Serviços Financeiros, Servitec, LeoVince, Shoei, Tutto Moto, HPN, Denko, Airfence Brasil e Peterlongo.

Nova jaqueta aumenta em 100% a visibilidade no motociclista à noite

Acidentes noturnos com motos ocorrem com maior incidência e gravidade do que com os outros veículos. Jaqueta TEXX E. Eletric com LED veio para diminuir estes índices.
Fonte: Engenharia de Comunicação
A pouca visibilidade noturna dos motociclistas e o alto índice de acidentes desta ordem levaram a Laquila Motopeças e sua principal marca de acessórios para segurança a buscar fora do país uma solução que viesse ao encontro da realidade brasileira.
Só na cidade de São Paulo, 53% dos acidentes de motos com vítimas fatais ocorreram à noite*. “Um índice que nos direciona cada vez mais para a inovação nos quesitos segurança e proteção”, afirma Alexandre Alves Wunderlich, gerente de Projetos da Laquila.

A jaqueta com faixas refletivas já é utilizada por grandes marcas na Europa e ao desenvolver a ideia para o mercado brasileiro, a empresa incorporou um sistema exclusivo de iluminação em LED com duas faixas nas costas, no qual é acionada manualmente por um controle localizado na parte interna. O produto, que levou mais de dois anos para ser desenvolvido, recebeu o nome de Jaqueta E. Eletric, da marca TEXX.

A Jaqueta E. Eletric ainda traz proteções internas de polioretano modular nos ombros, costas e cotovelos. As mangas apresentam dois pontos de regulagem por meio de extensores com velcro, além de material flexível aplicado a elas e na região das axilas para não inibir os movimentos do motociclista. Também fazem parte: protetor de coluna, cintas de ajuste de cintura, dois bolsos e um forro opcional interno, com mais dois bolsos, um destes destinado ao smartphone ou MP3 player. Possui o sistema Stopwater de impermeabilidade e os refletivos Shine.
*Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego – Relatório de mil casos de investigação de acidentes de trânsito fatal na cidade de São Paulo – 2005 – 2010.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Top ten dos modelos em janeiro de 2014

Segundo a Fenabrave, o segmento de duas rodas registrou queda de 4,93% em janeiro, no comparativo com dezembro. Foram emplacadas 133.552 unidades em janeiro, contra 140.587 no mês anterior. Em relação a janeiro de 2013 (125.429), este setor apresentou crescimento de 5,71%. A novidade entre os 10 mais emplacou 20 unidades em setembro do ano passado e agora está oscilando na faixa de 4.500 unidades ocupando um honroso sétimo ugar em nosso ranking. Estamos falando da Yamaha Fazer 150.
Vamos aos números então.
Em primeiro lugar: Honda CG Titan 150, com 32.757 unidades
Em segundo lugar: Honda Biz 125, com 19.646 unidades.
Em terceiro Lugar: Honda CG Fan 125, com 17.629 unidades.
Em quarto lugar: Honda NXR Bros, com 14.315 unidades
Em quinto lugar: Honda Pop 100, com 9.826 unidades.
Em sexto lugar: Yamaha YBR Factor 125, com 5.568 unidades.
Em sétimo lugar: Yamaha 150 Fazer, com 4.549 unidades.
Em oitavo lugar: Honda XRE 300, com 3.526 unidades
Em nono lugar: Honda CB 300, com 3.332 unidades; e
Em décimo lugar: Yamaha Fazer 250 com 2.215 unidades.

Top seven das marcas em janeiro de 2014.

O segmento de duas rodas registrou queda de 4,93% em janeiro, no comparativo com dezembro. Foram emplacadas 133.552 unidades em janeiro, contra 140.587 no mês anterior. Em relação a janeiro de 2013 (125.429), este setor apresentou crescimento de 5,71%. A Honda diminuiu quase 2 pontos percentual a sua participação no mercado em relação aos números do mês passado, já a Yamaha passou de 11,66 para 12.70% .
1º lugar: Honda, com 106.712 unidades e 79.84% do mercado.
2º lugar: Yamaha, com 16.969 unidades e 12.70% do mercado.
3º lugar: Dafra, com 2.063 unidades e 1,57% do mercado.
4º lugar: Suzuki, com 1.632 unidades e 1,22% do mercado.
5º lugar: Shineray com 1.154 unidades e 0,86% do mercado
6º lugar: Kawasaki com 716 unidades e 0,54% do mercado;e
7º lugar: BMW com 653 unidades e 0,49% do mercado.

Suzuki J. Toledo comemora 34 anos de Brasil

A comemoração dos 34 anos da J.Toledo também é marcada pelo projeto de expansão da rede. A estimativa inicial para 2026 era a abertura de 14...