quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Mais da metade das motos vendidas sai por consórcio, diz associação

No estado do Tocantins, a modalidade responde por 95,2% das vendas no setor no ano.

Publicado no portal G1.com em 18/12/2014.
Levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), com base em dados do Banco Central, aponta que 54% das motos vendidas no Brasil entre janeiro e setembro saíram por meio de consórcio. É a maior média para o período desde 2009 e mantém a proporção de que, a cada duas motocicletas comercializadas, uma é nessa modalidade.
Em Tocantins, o volume chegou a 95,2%. Em Rondônia, 81,2%. E, no Pará, 80,8%. A média da região Norte é de 76,5%, acima dos 61,2% do Nordeste e 57,4% do Centro-Oeste.
A compra de carros por consórcio teve média de 17,3% de janeiro a setembro deste ano, ou seja, um veículo a cada seis foi adquirido por meio da modalidade. Esta também é a maior média desde

A média mais alta por estados é a da Bahia, com 29,2%. Em seguida vêm Tocantins (28,5%) e Mato Grosso (26,3%). A média da região Norte chegou a 22,2%, seguida pela do Nordeste, com 20,5%, as únicas regiões com índice acima do nacional.

Com total de 230,5 mil novas cotas vendidas em novembro, o Sistema de Consórcios, que já vinha retomando seu ritmo de negócios desde a forte retração ocorrida por causa da Copa do Mundo, bateu o recorde mensal dos últimos dois anos, cujo último maior volume ocorreu em dezembro de 2012 com 243,6 mil unidades.
O número de participantes ativos superou 6,11 milhões, o mais elevado já registrado na história dos consórcios, desde que a assessoria econômica da entidade passou a acompanhar esse indicador.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

BMW confirma scooter C 650 GT para o Brasil em 2015

Ainda sem preço definido, modelo tem proposta de oferecer conforto. Motor de 2 cilindros e 647 cc é capaz de gerar 60 cavalos de potência.

Publicado no portal G1.com em 16/12/2014
A BMW planeja expandir sua linha de scooter no Brasil em 2015. Além do C 600 Sport, que começou a ser vendido neste ano, a empresa confirmou, nesta terça-feira (16), que também comercializará o C 650 GT no país, ainda sem preço definido.
Comparado ao C 600 Sport, que custa R$ 52 mil, o GT segue uma linha mais touring, ou seja, que preza por mais conforto. As principais diferenças estão na ergonomia; o C 650 possui encosto para as costas do condutor, por exemplo.
Seu visual também segue uma linha mais elegante e passa a impressão de maior porte, quando comparado ao C 600 Sport. Apesar da diferença de números nos nomes - 600 e 650 -, os dois modelos possuem o mesmo motor de dois cilindros e 647 cm³ da BMW, que é capaz de alcançar potência máxima de 60 cv a 7.500 rpm e 6,73 mkgf a 6.000 rpm.

O C 650 Sport possui tanque com capacidade 16 litros e vêm equipados com freios ABS, já de acordo com a nova legislação que prevê a obrigatoriedade de freios ABS ou CBS para motos, a partir de 2015.

O painel é de LCD e, na versão GT, o compartimento embaixo do banco chega a 60 litros, o que possibilita acomodar dois capacetes fechados. Aquecedor de manoplas e  de rodas de 15” polegadas também são de série.
Somando C 600 Sport e C 650 GT, a BMW pretende vender 100 unidades em 2015, mesmo número alcançado somente pelo C 600 Sporte em 2014.

Triumph convoca Tiger 800, Thruxton e Rocket III Roadstar para trocar módulo eletrônico do motor.

Injetores do ECM podem apresentar falha  e provocar perda de potência

Fonte: G 6 Comunicação
A Triumph Motorcycles Brazil convoca os proprietários de 171 motocicletas comercializadas no Brasil, conforme lista abaixo, para participar de uma campanha de recall. Em todas elas será efetuada a substituição do Módulo Eletrônico do Motor (ECM). A ação é necessária porque foi constatada uma ativação não intencional dos injetores de combustíveis pelo Módulo Eletrônico do Motor, fazendo com que os injetores apresentem falha de funcionamento, levando a uma perda de potência ou, excepcionalmente, o desligamento do motor, podendo ocasionar a parada da motocicleta.

Modelo: Thruxton
Ano/Modelo: 2014/2015
Chassis: 661066 a 666963
Total de motocicletas: 13

Modelo: Rocket III Roadster
Ano/Modelo: 2014/2015
Chassis: 658202
Total de motocicletas: 1

Modelo: Tiger 800
Ano/Modelo: 2014/2015
Chassis: 662361 a 664202
Total de motocicletas: 59

Modelo: Tiger 800 XC
Ano/Modelo: 2014/2015
Chassis: 661023 a 668866
Total de motocicletas: 98

Se você é proprietário de um dos modelos citados acima, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Triumph, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 18h00, pelo telefone 0800-7272025, para agendar gratuitamente o reparo. Essa ação corretiva visa garantir a segurança dos clientes Triumph e o tempo gasto na execução do serviço é de uma hora. Em casos extremos, os riscos citados podem ocasionar quedas e danos físicos aos condutores. Até o momento, não há registro de acidentes. Com esta medida, a Triumph demonstra, mais uma vez, seu compromisso de oferecer ao consumidor brasileiro produtos com alta qualidade e segurança e um serviço de pós-venda ágil e eficiente. A Triumph realizará campanha publicitária nacional em rádio, TV e jornais para informar aos seus clientes.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Em “ano histórico”, Moto 1000 GP consolida condição de evento internacional

Pilotos de quatro países confirmaram a conquista dos títulos de 2014 no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade

Fonte: Grelak Comunicação
A quarta temporada do Moto 1000 GP chegou ao fim no último domingo (14) com a disputa do GP Petrobras, em Cascavel (PR). As corridas disputadas no Autódromo Internacional Zilmar Beux definiram os títulos do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade e consolidaram a afirmação da competição como evento internacional – pilotos de quatro países diferentes foram campeões das categorias GP 1000, GP 600, GP Light e GPR 250.
“Nós tivemos um ano histórico em 2014”, definiu o organizador do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler. “Foi um ano em que observamos vários recordes na pista, mas principalmente recordes na participação do público na maioria das etapas. E isso em um ano com concorrentes muito fortes, e nesse caso eu falo da Copa do Mundo de Futebol no Brasil e das eleições presidenciais, dois dos assuntos que dominaram complemente a mídia”, citou.

O foco da mídia nos dois principais acontecimentos do ano no país não impediu que o Moto 1000 GP tivesse um substancial aumento de visibilidade. “Até a sétima das nossas oito etapas nós já registrávamos um aumento de 43% na exposição do campeonato na mídia. A segmentação do público continuou crescendo. As etapas têm reunido cada vez mais torcedores que são, de fato, consumidores do mundo do motociclismo”, disse Scudeler.

Uma das dificuldades do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2014 foi decorrente da necessidade de readequações do calendário de etapas com a temporada em andamento. “A demora e a indefinição em fatores como a reforma de alguns dos autódromos onde tivemos etapas causaram mudanças, o que nunca ajuda ninguém, mas esse não foi um problema apenas do Moto 1000 GP. O esporte a motor, em geral, enfrentou essa situação”, lembrou.

Todas as categorias do Moto 1000 GP tiveram no GP Petrobras, na pista de Cascavel, a definição de seus títulos. Nas quatro, os pilotos ratificaram suas conquistas com vitória na etapa final: o brasileiro Meikon Kawakami, na série de formação de pilotos GPR 250, o argentino Nicolas Tortone, na GP Light, o uruguaio Maximiliano Gerardo, na GP 600, e o francês Matthieu Lussiana, na categoria principal do campeonato, a GP 1000.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Piloto francês conquista título brasileiro em Cascavel-PR.

Matthieu Lussiana

Liderando GP Petrobras de ponta a ponta em Cascavel, Lussiana torna-se primeiro europeu a conquistar título no Moto 1000 GP

É de Matthieu Lussiana o título da categoria principal do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. O piloto francês da Petronas Alex Barros Racing, largando da pole position, comandou de ponta a ponta neste domingo (14) o GP Petrobras, oitava e última etapa da temporada do Moto 1000 GP, e garantiu o título da GP 1000, que fora conquistado pelo brasileiro Alan Douglas em 2011 e pelo argentino Luciano Ribodino em 2012 e em 2013.
“Tive um começo de corrida perfeito, consegui largar e abrir vantagem com um pouco de esforço. Depois administrei a corrida, eu não poderia arriscar sofrer uma queda”, comentou Lussiana. “Vi que o Wesley se recuperou no fim e se aproximou, mas só faltavam duas voltas para a corrida terminar. Ganhar o título do Campeonato Brasileiro é ótimo, o povo daqui é muito acolhedor, até já me sinto em casa aqui. Só tenho a agradecer a todos”, continuou.

Gutierrez, que dependia da vitória e de um quarto lugar do francês para ser campeão, comemorou o segundo lugar. “Dei o máximo para recompensar a minha equipe pelo excelente trabalho de todos durante o ano e para retribuir ao pessoal do Paraná que veio aqui torcer por mim. O campeonato é construído em várias etapas, houve etapa em que eu caí, deixei de pontuar. O lado bom é que estive sempre entre os primeiros, fomos competitivos”, avaliou.

O GP Petrobras chegou à segunda metade com as primeiras posições estabelecidas. O duelo mais acirrado no primeiro pelotão envolvia Gutierrez e Ribodino, separados por menos de meio segundo. Lussiana, a essa altura, já administrava sua vantagem de mais de três segundos sobre Pierluigi, que tinha cerca de um segundo e meio à frente do vice-líder do campeonato. Foi quando Gutierrez assumiu um ritmo mais forte que o do argentino.

A diferença entre os dois candidatos ao título principal do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade caiu a 3s093 na volta número 20, a 2s633 na 21ª e a 1s629 na 22ª, quando abriram a última volta da temporada. A quarta vitória do francês foi confirmada com 1s016 de margem. Pierluigi, Ribodino e Solorza completaram as cinco primeiras posições. Lussiana levou as bandeiras do Brasil e da França pela pista na volta de comemoração.

MOTO 1000 GP – GP PETROBRAS – CATEGORIA GP 1000
(Classificação final em Cascavel após 23 voltas)
1º) Matthieu Lussiana (FRA/BMW), Petronas Alex Barros Racing, 24min32s535
2º) Wesley Gutierrez (PR/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 1s016
3º) Diego Pierluigi (ARG/Kawasaki), JC Racing Team, a 6s022
4º) Luciano Ribodino (ARG/Kawasaki), Aclat Racing, a 8s416
5º) Marco Solorza (ARG/Kawawaki), Solorza Competition, a 12s662
6º) Danilo Lewis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 13s580
7º) Miguel Praia (POR/Honda), Center Moto Racing Team, a 27s512
8º) Nico Ferreira (ESP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 29s358
9º) Martin Solorza (ARG/Kawawaki), Solorza Competition, a 30s963
10º) Lucas Barros (SP/BMW), Petronas Alex Barros Racing, a 35s418
11º) Nick Iatauro (SP/Suzuki), Team Suzuki-PRT, a 43s096
12º) Nasser Al Malki (QAT/Kawasaki), MR Lekhwiya Racing Team, a 46s420
13º) Luís Fittipaldi (DF/Kawasaki), JC Racing Team, a 1min00s900
14º) Sergio Fasci (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, a 1 volta

Gerardo resiste á pressão de Sampaio e conquista título brasileiro da GP 600

Uruguaio da MGBikes Yamaha Racing vence GP Petrobras e comemora em Cascavel seu terceiro título de 2014 na motovelocidade

Maximiliano Gerardo viveu em 2014 a temporada mais produtiva de sua carreira como piloto de corridas. Já tendo conquistado os títulos argentino e uruguaio da categoria Supersport e feito testes na Europa visando a sequência de sua carreira, o uruguaio da MGBikes Yamaha Racing venceu neste domingo (14) a oitava e última etapa da categoria GP 600 no Moto 1000 GP e obteve o título do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.
A vitória no GP Petrobras, que definiu o título, foi a quarta de Gerardo nas seis etapas que disputou do Moto 1000 GP. Ele também havia conquistado o primeiro lugar nas três primeiras corridas, em Santa Cruz do Sul (RS), São Paulo (SP) e Brasília (DF). Também foi segundo colocado na quinta etapa, em Goiânia (GO), e abandonou a quarta, disputada também na pista cascavelense onde tornou-se campeão brasileiro neste domingo.

O pódio da etapa cascavelense contou, além de Gerardo e Sampaio, com o paulista Matheus Oliveira, terceiro com a Kawasaki da Procomps Racing Team, o argentino Sebastian Martinez e o paulista André Veríssimo, ambos pilotos da MGBikes Yamaha Racing, que fecharam o GP Petrobras em quarto e quinto. Além das quatro conquistas de Gerardo, a temporada contabilizou três vitórias do argentino Juan Solorza e uma de Silva.

“Foi uma corrida difícil, essa. O Sampaio apertou o ritmo no fim, tivemos que lidar com o tráfego dos retardatários, quase me compliquei”, descreveu o campeão Gerardo. “Ganhei três campeonatos neste ano, o que foi formidável, o Moto 1000 GP foi o mais difícil dos três”, atribuiu. Os planos do uruguaio para 2015 ainda estão indefinidos. “A ideia é conciliar o primeiro ano na Europa e a sequência do trabalho aqui no Moto 1000 GP”, adiantou.

Sampaio definiu o duelo com Gerardo como “divertido”. “Fiz uma largada boa, enfim, conseguir manter um bom ritmo durante a prova toda. Acompanhei o Maxi, tentei pegar o vácuo da moto dele na última volta, mas não deu. Para mim foi tudo muito bom, foi meu primeiro ano na categoria, isso me deixa muito animado para o ano que vem”, declarou o gaúcho, que depois de dois anos no Moto 1000 GP prepara-se para seguir carreira na Europa.

Gerardo recebeu a bandeirada final apenas 87 milésimos de segundo à frente de Sampaio. O pódio contou ainda com Oliveira, Martinez e Veríssimo. O argentino Nicolas Crexell, estreando na competição, foi desclassificado pela direção de prova por não cumprir o drive-thru que recebeu como punição por queima de largada.

MOTO 1000 GP – GP PETROBRAS – CATEGORIA GP 600
(Classificação final em Cascavel após 20 voltas)
1º) Maximiliano Gerardo (URU/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 22min25s117
2º) Pedro Sampaio (RS/Kawasaki), Fábio Loko, a 0s087
3º) Matheus Oliveira (SP/Kawasaki), Procomps Racing Team, a 0s465
4º) Sebastian Martinez (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, a 3s582
5º) André Veríssimo (SP/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, a 9s908
6º) Joelsu “Mitiko” da Silva (PR/Kawasaki), Paulinho Superbikes, a 11s250
7º) Renato Andreghetto (SP/Kawasaki), PRT, a 19s556
8º) Lucas Bittencourt (PR/Kawasaki), Motul/DK Industries Motorsport, a 37s605
9º) Márcio Bortolini (PR/Honda), City Service BSB Racing Team, a 1min04s700
10º) Alex Pires (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, a 1min04s912
11º) Marcelo Dias (BA/Honda), Aclat Racing, a 1 volta
12º) Antônio Télvio (RJ/Kawasaki), Team De Grandi, a 1 volta
13º) Márcio Fortunato (SP/Kawasaki), Sport Plus Racing, a 1 volta
14º) Breno Pinto (AM/Honda), PRT, a 1 volta
15º) Luiz Ferraz (SP/Kawasaki), Procomps Racing Team, a 1 volta
16º) Walteny Amaral (RJ/Kawasaki), Team De Grandi, a 2 voltas

Honda Commercial (1966) (Dream)




Nos anos sessenta a Honda Motos estava determinada a entrar e permanecer nos Estados Unidos. Porém havia uma grande resistência da sociedade americana contra tudo que era relacionado com a Terra do Sol Nascente. Um ressentimente que teve origem na Segunda Guerra, mesmo que com a Vitória dos Americanos.

Mas uma característica prinipal dos orientais é a persistência. Fizeram então um briefing muito bem elaborado, se debruçaram em pesquisa, aproveitaram o American Dream para fazerem deslanchar  as vendas da Honda Dream, que já era sucesso mundial em outras partes do mundo. O filme de 90 segundos sintetiza esta ideia e insere  a Honda Dream, magrinha e esquálida na vida dos Americanos, acostumados ás "parrudas" Harley Deividson. Seria  desnecessário dizer que depois desse filme as vendas de Motos Honda deslancharam nos EUA.


domingo, 14 de dezembro de 2014

Argentino vence e conquista título da GP Light no Brasileiro de Motovelocidade

Nicolas Tortone: 3º da esquerda para a direita.

Nicolas Tortone domina etapa decisiva na pista de Cascavel e dá à Yamaha seu primeiro título no Moto 1000 GP

Fonte: Grelak Comunicação
O Autódromo Internacional Zilmar Beux, em Cascavel (PR), passou a ser neste domingo (14) o preferido do argentino Nicolar Tortone. Foi o palco da segunda vitória do piloto da MGBikes Yamaha Racing na categoria GP Light do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, que valeu-lhe o título do Moto 1000 GP. A primeira vitória de Tortone na motovelocidade do Brasil havia acontecido também em Cascavel, na quarta etapa da temporada.
A torcida cascavelense viu quatro pilotos alinharem suas motos no grid do GP Petrobras, oitava e última etapa da temporada, considerando a chance de conquista do título. O líder do campeonato até então era o paulista Rodrigo de Benedictis, da Motonil Motors-PDV Brasil, que cruzou a linha de chegada em terceiro e ficou com o vice-campeonato – o segundo na prova foi o também paulista Lucas Teodoro, da BMW Motorrad Alex Barros Racing.

Henrique Castro, brasiliense que defende a City Service BSB Motor Racing, era outro candidato ao título. Terminou a prova em 12º lugar e ficou em terceiro na pontuação final. O também brasiliense Ian Testa, companheiro de equipe de Benedictis, manteve o quarto lugar na classificação final da GP Light depois de uma queda na primeira volta após a primeira largada – o acidente o impediu de estar no grid da largada definitiva do GP Petrobras.

Tortone recebeu a bandeirada da segunda vitória no Moto 1000 GP quatro segundos à frente de Teodoro. Benedictis, o terceiro, terminou a corrida quase quatro segundos atrás do vencedor. A equipe MGBikes Yamaha Racing comemorou a vitória e o título com fogos de artifício nos boxes de Cascavel. O título de Tortone foi o primeiro de um piloto de moto Yamaha no Moto 1000 GP, que encerrou em Cascavel a quarta temporada de sua história.

MOTO 1000 GP – GP PETROBRAS – CATEGORIA GP LIGHT
(Classificação final em Cascavel após 20 voltas)
1º) Nicolas Tortone (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 22min04s793
2º) Lucas Teodoro (SP/BMW), BMW Motorrad Alex Barros Racing, a 4s058
3º) Rodrigo de Benedictis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 6s978
4º) Marcelo Dahmer (RS/Honda), K Racing, a 25s175
5º) Diogo Ramos (SC/Kawasaki), Carlos Barcelos, a 27s427
6º) Davi Costa (SP/Kawsaki), JC Racing Team, a 32s001
7º) Waguinho Duarte (CE/BMW), BMW Motorrad Alex Barros Racing, a 33s266
8º) Marcelo Skaf (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, a 33s831
9º) Marcos Prata (BA/Kawasaki), MR Lekhwiya Racing Team, a 46s829
10º) Fernando Neiva (PR/BMW), Black Day Racing Team, a 48s200
11º) Alen Modesto (BA/Kawasaki), Aclat Racing, a 50s364
12º) Henrique Castro (DF/Kawasaki), City Service BSB Motor Racing, a 57s517
13º) Marcello Souza (SP/Kawasaki), JC Racing Team, a 59s999
14º) Edson Luiz (SC/Kawasaki), Aclat Racing, a 1min06s861
15º) Sérgio Prates (SP/Kawasaki), JC Racing Team, a 1 volta
16º) Bruno Teixeira (MG/Yamaha), Carlos Barcelos, a 1 volta

Meikon Kawakami vence o GP Petrobras e é campeão da GPR 250 no Moto 1000 GP

Vice-campeão no ano passado, piloto de 12 anos da Playstation-PRT vai ao topo do pódio pela terceira vez na temporada

Fonte: Grelak Comunicação
Meikon Kawakami é o novo campeão da GPR 250, série de formação de pilotos que o Moto 1000 GP implantou em 2013. Depois do vice-campeonato na primeira temporada, o piloto paulista da Playstation-PRT conquistou o título neste domingo (14) com a vitória no GP Petrobras, em Cascavel (PR). O triunfo obtido no Autódromo Zilmar Beux foi seu terceiro em 2014 – venceu a primeira etapa, em Santa Cruz do Sul (RS), e a quarta, também em Cascavel.
O pódio do GP Petrobras foi composto por pilotos de duas equipes. Pela Playstation-PRT, os irmãos Meikon e Ton Kawakami foram primeiro e quarto colocados, respectivamente. A Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros teve o goiano Brian David como segundo colocado na corrida, além do paulista Lucas Torres em terceiro e do cearense José Duarte em quinto. Torres confirmou seu vice-campeonato, com David assumindo o terceiro lugar na pontuação final.

O campeão Kawakami esteve no pódio em sete das oito etapas da GPR 250 – a única exceção foi a sexta etapa, em Curitiba (PR), onde cruzou a linha de chegada em sétimo lugar. “Foi uma corrida muito difícil, mas consegui essa vitória e esse título, o que me deixa muito feliz. No ano passado perdi o título aqui em Cascavel. Neste ano ganhei duas vezes aqui e fui campeão aqui”, afirmou o paulista, que seguirá disputando o Moto 1000 GP em 2015.

Primeiro colocado desde a metade da corrida, Kawakami abriu a última volta 169 milésimos de segundo à frente de David e com 2s519 de vantagem sobre Torres, que já ocupava o terceiro lugar. Empreendendo uma pilotagem defensiva, Kawakami chegou à terceira vitória na temporada, que somou-se a dois segundos lugares, um terceiro, um quarto e um sétimo. Torres ficou com o vice-campeonato, com David subindo de quinto para terceiro na tabela.

MOTO 1000 GP – GP PETROBRAS – CATEGORIA GPR 250
(Classificação final em Cascavel após 13 voltas)
1º) Meikon Kawakami (SP/Honda), Playstation-PRT, 17min46s091
2º) Brian David (GO/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, a 0s165
3º) Lucas Torres (SP/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, a 2s382
4º) Ton Kawakami (SP/Honda), Playstation-PRT, a 2s428
5º) José Duarte (CE/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, a 2s524
6º) Guilherme Brito (SP/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, a 26s172
7º) Renzo Ferreira (SP/Kawasaki), Paschoalin Road and Track, a 26s426
8º) Bruno Borges (DF/Honda), City Service BSB Motor Racing, a 26s892
9º) Rafael Traldi (SP/Honda), Playstation-PRT, a 51s700
10º) Marcelo Fernandes (PR/Honda), Paulinho Superbikes, a 1min22s911

sábado, 13 de dezembro de 2014

Lussiana garante a pole do GP Petrobras em Cascavel

Mathieu Lussiana

Principal categoria do Moto 1000 GP terá sua decisão neste domingo (14) na pista do Autódromo Zilmar Beux em Cascavel

Fonte: Grelak Comunicação
Líder do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade da principal categoria do Moto 1000 GP, a GP 1000, a condição do francês Mathieu Lussiana é bastante cômoda para a corrida decisiva que fecha a temporada da principal competição da motovelocidade nacional.
O piloto da equipe Petronas Alex Barros Racing, tem 120 pontos somados no campeonato, nove a mais que o londrinense Wesley Gutierrez, que leva as cores da Motonil Motors PDV-Brasil. Luciano Ribodino, da Aclat Racing fecha a lista dos três primeiros colocados, com 84 pontos. Basta um terceiro lugar para que Lussiana conquiste seu inédito título de campeão brasileiro.
Nos treinos classificatórios realizados na tarde deste sábado (13) no circuito cascavelense, Lussiana garantiu a ponta, ao cronometrar sua melhor volta em 1min02s875. O argentino Diego Pierluigi, da JC Racing Team e o brasileiro Diego Faustino, que leva em sua motocicleta as cores da Team Suzuki PRT, completam a primeira linha de largada. Eles marcaram os tempos de 1min02s933 e 1min02s998, respectivamente. No final do treino, Diego Faustino sofreu uma queda, teve fratura de tíbia esquerda e não vai correr.

A categoria principal do Moto 1000 GP largará às 12h40 para 23 voltas no circuito de 3.058 metros do Autódromo Zilmar Beux de Cascavel. A prova terá a transmissão ao vivo dos canais Esporte Interativo, Catve e Bandsports, além da Band Internacional e do portal Terra, a partir das 12h30. O GP Petrobras também será transmitido no site moto1000gp.com.br. A geração de imagens é da paranaense Master/CATVE.
As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade utilizam a gasolina Petrobras Podium e o óleo lubrificante Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da BMW Motorrad e da Michelin, fornecedora de pneus a todas as equipes inscritas. A Auto Service Logística é a transportadora oficial do evento, que conta também com o apoio de Suzuki, Beta Ferramentas, Servitec, LeoVince, Shoei e Tutto Moto.

GP 1000 – GRID DE LARGADA DO GP PETROBRAS
(Qualifying 2)
1º) Matthieu Lussiana (FRA/BMW), Petronas Alex Barros Racing, 1min02s875
2º) Diego Pierluigi (ARG/Kawasaki), JC Racing Team, 1min02s933
3º) Diego Faustino (SP/Suzuki), Team Suzuki-PRT, 1min02s998
4º) Luciano Ribodino (ARG/Kawasaki), Aclat Racing, 1min03s291
5º) Wesley Gutierrez (PR/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min03s328
6º) Danilo Lewis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min03s416
7º) Marco Solorza (ARG/Kawawaki), Solorza Competition, 1min03s831
8º) Miguel Praia (POR/Honda), Center Moto Racing Team, 1min03s986
(Qualifying 1)
9º) Nico Ferreira (ESP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min03s825
10º) Lucas Barros (SP/BMW), Petronas Alex Barros Racing, 1min04s019
11º) Pierre Chofard (SP/Suzuki), Team Suzuki-PRT, 1min04s295
12º) Martin Solorza (ARG/Kawawaki), Solorza Competition, 1min04s322
13º) Nick Iatauro (SP/Suzuki), Team Suzuki-PRT, 1min04s611
14º) Nasser Al Malki (QAT/Kawasaki), MR Lekhwiya Racing Team, 1min04s939
15º) Luís Fittipaldi (DF/Kawasaki), JC Racing Team, 1min04s999
16º) Sergio Fasci (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 1min05s981
17º) Marcos Salles (PR/Honda), Competizione Racing Team, 09s416
Média do 1º: 175,090 km/h

Tortone, Gerardo e David são pole em suas categorias em Cascavel

Teodoro, Tortone e Modesto

GP Petrobras definirá campeões do Moto 1000 GP neste domingo (14), no Autódromo Zilmar Beux. Veja aqui progrmação e grid  de cada categoria.

Fonte: Grelak Comunicaçação
O domingo (14) marca a última etapa e a decisão do Moto 1000 GP, o campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Na pista, decisão para a categoria GP Light, que na tarde deste sábado (13) teve a definição da pole position. Nem mesmo o calor forte no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR) segurou o argentino Nicolas Tortone, que levou a equipe da MGBikes Yamaha Racing ao primeiro posto, ao marcar o tempo de 1min05s508.
Segundo na tabela do campeonato com 99 pontos - Rodrigo Benedictis, Motonil Motors, da PDV-Brasil com 104 pontos é o líder – o piloto tem a estratégia do que fazer na corrida deste domingo. “Ser cauteloso”, frisou ele. “Na corrida o importante é manter o ritmo, porque deve estar muito calor, o que vai desgastar o equipamento e os pilotos”, lembrou.

Na segunda colocação ficou Lucas Teodoro, da equipe BMW Motorrad Alex Barros Racing, seguido de Alen Modesto, da Aclat. Eles marcaram os seus melhores tempos em 1min05s559 e 1min05s776, respectivamente.

Na GP 600, o uruguaio Maximiliano Gerardo, da MGBikes Racing Team segue na ponta da tabela, com 104 pontos somados, sem consideramos o descarte por seu pior resultado. Ele tem em seu encalço o gaúcho Pedro Sampaio, da Fábio Loko, com 95 pontos e o paranaense Joelsu da Silva, da Paulinho Superbikes, com 94 pontos somados.

Na largada deste domingo (14) para a última etapa no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR) Gerardo largará na ponta, numa repetição do posicionamento da tabela da competição. Ele cobriu o traçado de 3.058 metros com o tempo de 1min05s889 e foi seguido por Pedro Sampaio que fez sua melhor volta em 1min06s213. Joelsu da Silva fechou a primeira fila, com o tempo de 1min06s237. A corrida da GP 600 em Cascavel começará a partir das 13h35 e está programada para 20 voltas.

A categoria escola do Moto 1000 GP terá Brian David, Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, puxando a fila de largada neste domingo (14) no Autódromo Internacional de Cascavel (PR), quando acontecerá a oitava e última etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A corrida começará a partir das 10h10 para suas 13 voltas.

Com o tempo de 1min20s389, Brian ficou à frente de Meikon Kawakami, piloto que levas as cores da PlayStation PRT, que marcou sua melhor volta em 1min20s722. Suel da Silva, piloto de Londrina que corre pela Paulinho Superbikes, fechará a primeira fila da última corrida da GPR 250 do ano.

A corrida deste domingo na pista paranaense também definirá o campeão da temporada. Na tabela, Meikon Kawakami, com o total de 124 pontos sem considerar um descarte de pior resultado, lidera a categoria. Ele é seguido por Lucas Torres, da Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, que com 114 ainda pode tirar o título de Kawakami. Giovandro Tonini, da Santin Racing, fecha a lista dos três primeiros colocados, com 80 pontos conquistados.

GP Light - GRID DE LARGADA DO GP PETROBRAS
(Qualifying 1)
1º) Nicolas Tortone (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 1min05s508
2º) Lucas Teodoro (SP/BMW), BMW Motorrad Alex Barros Racing, 1min05s559
3º) Alen Modesto (BA/Kawasaki), Aclat Racing, 1min05s776
4º) Marcelo Skaf (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min05s828
5º) Juracy “Black” Rodrigues (PR/Kawasaki), Black Day Racing Team, 1min06s238
6º) Rodrigo de Benedictis (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min06s784
7º) Diogo Ramos (SC/Kawasaki), Carlos Barcelos, 1min07s699
8º) Waguinho Duarte (CE/BMW), BMW Motorrad Alex Barros Racing, 1min06s889
(Qualifying 1)
9º) Davi Costa (SP/Kawsaki), JC Racing Team, 1min07s100
10º) Marcelo Dahmer (RS/Honda), K Racing, 1min07s153
11º) Fernando Neiva (PR/BMW), Black Day Racing Team, 1min07s248
12º) Ian Testa (DF/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 1min07s282
13º) Edson Luiz (SC/Kawasaki), Aclat Racing, 1min07s384
14º) Henrique Castro (DF/Kawasaki), City Service BSB Motor Racing, 1min07s424
15º) Marcello Souza (SP/Kawasaki), JC Racing Team, 1min07s482
16º) Marcos Prata (BA/Kawasaki), MR Lekhwiya Racing Team, 1min07s515
17º) Maurício Paludete (SP/BMW), Sport Plus Racing, 1min07s885
18º) Carlos Barcelos (RS/Suzuki), Carlos Barcelos, 1min09s357
19º) Sérgio Prates (SP/Kawasaki), JC Racing Team, 1min10s690
20º) Bruno Teixeira (MG/Yamaha), Carlos Barcelos, 1min12s375
Média do 1º: 168,053 km/h

GP 600 – GRID DE LARGADA DO GP PETROBRAS
(Qualifying 2)
1º) Maximiliano Gerardo (URU/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 1min05s889
2º) Pedro Sampaio (RS/Kawasaki), Fábio Loko, 1min06s213
3º) Joelsu “Mitiko” da Silva (PR/Kawasaki), Paulinho Superbikes, 1min06s237
4º) Sebastian Martinez (ARG/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 1min06s459
5º) André Veríssimo (SP/Yamaha), MGBikes Yamaha Racing, 1min06s518
6º) Matheus Oliveira (SP/Kawasaki), Procomps Racing Team, 1min06s865
7º) Victor Moura (PR/Kawasaki), M2B Racing, 1min07s815
8º) Lucas Bittencourt (PR/Kawasaki), Motul/DK Industries Motorsport, sem tempo
(Qualifying 1)
9º) Renato Andreghetto (SP/Kawasaki), PRT, 1min07s450
10º) Márcio Bortolini (PR/Honda), City Service BSB Racing Team, 1min09s099
11º) Nicolas Crexell (ARG/Yamaha), Solorza Competition, 1min09s527
12º) Alex Pires (RJ/Honda), Center Moto Racing Team, 1min09s766
13º) Marcelo Dias (BA/Honda), Aclat Racing, 1min09s983
14º) Antônio Télvio (RJ/Kawasaki), Team De Grandi, 1min11s435
15º) Marcos Fortunato (SP/Kawasaki), Sport Plus Racing, 1min12s326
16º) Breno Pinto (AM/Honda), PRT, 1min13s197
17º) Luiz Ferraz (SP/Kawasaki), Procomps Racing Team, 1min13s602
18º) Walteny Amaral (RJ/Kawasaki), Team De Grandi, 1min14s311
Média do 1º: 167,081 km/h

GPR 250 – GRID DE LARGADA DO GP PETROBRAS
(Qualifying 2)
1º) Brian David (GO/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, 1min20s389
2º) Meikon Kawakami (SP/Honda), Playstation-PRT, 1min20s722
3º) Suel da Silva (PR/Kawasaki), Paulinho Superbikes, 1min20s998
4º) José Duarte (CE/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, 1min21s069
5º) Herbert Pereira (RS/Kawasaki), Aclat Racing, 1min21s408
6º) Lucas Torres (SP/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, 1min21s463
7º) Ton Kawakami (SP/Honda), Playstation-PRT, 1min21s561
8º) Guilherme Brito (SP/Honda), Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, 1min22s319
(Qualifying 1)
9º) Bruno Borges (DF/Honda), City Service BSB Motor Racing, 1min24s382
10º) Rafael Traldi (SP/Honda), Playstation-PRT, 1min24s905
11º) Marcelo Fernandes (PR/Honda), Paulinho Superbikes, 1min25s108
12º) Renzo Ferreira (SP/Kawasaki), Paschoalin Road and Track, 1min29s349
Média do 1º: 136,944 km/h

MOTO 1000 GP – PROGRAMAÇÃO DO GP PETROBRAS
(Autódromo Zilmar Beux - Cascavel - 12 a 14 de dezembro)
Domingo
8h10 – warm up da GPR 250 (10 minutos)
8h30 – warm up da GP Light (10 minutos)
8h50 – warm up da GP 1000 (10 minutos)
9h10 – warm up da GP 600 (10 minutos)
10h10 – largada da oitava etapa da GPR 250 (13 voltas)
11h00 – largada da oitava etapa da GP Light (20 voltas)
12h40 – largada da oitava etapa da GP 1000 (23 voltas)
13h35 – largada da oitava etapa da GP 600 (20 voltas)
14h10 – motopasseio

Motoclube Pelotão IDE participou do BSB Mix.

Texto: Nilson Silva Segundo os organizadores, o evento teve expectativa de público de 150 mil pessoas, com arrecadação de 16 toneladas de al...