terça-feira, 20 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: Pilotos da categoria GP Light preveem etapa acirrada em Cascavel-PR

Renato Andreguetto 
Andreghetto e Paiato destacam-se na classificação, mas alertam para competitividade da série de acesso à GP 1000.
Fonte: Grelak Comunicação.
A próxima corrida do Moto 1000 GP, marcada para o dia 25 de agosto no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel (PR), colocará à prova, os pilotos da GP Light, considerada a categoria de acesso para a GP 1000, a principal do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A etapa no interior paranaense, quarta de 2013, sela a metade do calendário, previsto para oito corridas. Assim, pilotos que lideram a temporada e também aqueles que buscam recuperar a desvantagem na tabela veem na corrida em Cascavel uma chance de manter a regularidade.
Entre os três primeiros colocados na categoria GP Light a confiança segue na garupa para a prova cascavelense. A meta é subir ao pódio para não desperdiçar a chance de pontuar. Renato Andreghetto, piloto paulista da Petronas SBK Eurobike, está no topo da tabela com 76 pontos, seguido de André Paiato, da Alex Barros Racing, com 61, e Davi Lara Costa, JC Racing Team, o terceiro colocado, com 34 pontos.

Andreghetto teve um início de temporada bastante produtivo. Venceu as duas corridas disputadas em Interlagos, válidas pela primeira e pela terceira etapa, e foi segundo colocado na segunda etapa, em Curitiba, onde Paiato comemorou sua primeira vitória. O piloto da Petronas SBK Eurobike marcou as três pole-positions e as três voltas mais rápidas em corridas, conquistas que o regulamento desportivo do Moto 1000 GP premia com pontos de bonificação. A vantagem de 15 pontos sobre o adversário mais próximo, contudo, não garante margem para erros.

O vice-líder Paiato chega a Cascavel confiante num bom resultado, por conhecer o traçado e apostar no seu potencial numa pista rápida. “Estou animado, porque no ano passado foi a pista onde tive meu melhor resultado”, lembrou ele, terceiro colocado na corrida em 2012.

Quem não desanima, apesar de estar 42 pontos atrás do líder, é Davi Costa. O piloto paulista nem pensa em desistir do título. “O Andreghetto se desgarrou um pouco, mas não vou desistir, não. Ainda tem mais quatro corridas depois da de Cascavel e o campeonato segue indefinido até o fim. Na GP Light todos os pilotos têm condições de reverter um cenário que não parece favorável, e comigo, não é diferente”, sentencia Costa. “As corridas são bem disputadas e minha meta é estar sempre no pódio”, finaliza ele.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pirelli moderniza pneus para motos de 250 a 300 cilindradas

Empresa lança 1º pneu radial para motocicletas fabricado no Brasil. Novidade é produzida na fábrica de Gravataí (RS).
Publicado no G1.com em 19/08
A Pirelli lançou primeiro pneu radial de motocicleta fabricado no Brasil, destinado a motos de 250 a 300 cilindradas. Para a introdução do Diablo Rosso II, a empresa investiu R$ 3 milhões em sua unidade em Gravataí (RS). Mais moderno, o pneu radial para motocicletas era, até pouco tempo atrás, sinônimo de pneu importado.
Em maio, a Michelin havia se antecipado à Pirelli e apresentou o primeiro pneu radial para motos da mesma faixa de cilindrada no Brasil, o Pilot Street, porém, o produto é importado.
As novidades atenderão o previsto crescimento de vendas no segmento de motos na faixa de 250 a 300 cilindradas, mas mira também o fértil mercado de reposição, parque circulante estimado atualmente em quase um milhão de motos, de acordo com números da Associação dos Fabricantes de Motocicletas e Similares (Abraciclo).

O Diablo Rosso II tem como objetivo alcançar os atuais donos das Honda CB 300R, CB 250R, Yamaha Fazer YS 250 e Kawasaki Ninja 300 e 250, equipadas com pneus convencionais (ou diagonais) e que procuram por uma performance superior, mais esportiva.
Oferecido inicialmente em duas medidas para o pneu dianteiro (100/80 e 110/70) e quatro para o pneu traseiro (130/70, 140/60, 140/70 e 150/60), todos para rodas aro 17 polegadas, a principal característica da construção radial em pneus de qualquer tipo é a de oferecer uma estrutura da carcaça que concilia maior resistência com melhores características de desempenho.

Para o modelo ora lançado pela Pirelli, a empresa anuncia uma melhoria de 15% em dirigibilidade, 10% em aderência e estabilidade e 20% em durabilidade e performance no molhado, percentuais estes obtidos pela direta comparação com o Pirelli Sport Demon, o pneu diagonal dedicado atualmente às 250-300 cc, equipamento de série da quase totalidade dos modelos.

domingo, 18 de agosto de 2013

Gas Gas Racing Team é o destaque da sexta etapa do Mineiro de Enduro FIM

Rigor Rico
Rigor Rico é o mais rápido na classificação geral e na E2, retomando a liderança da categoria; Ripi Galileu fatura a corrida da E1 em Rio Acima
Fonte: Mundo Press
A Gas Gas Racing Team foi o grande destaque da sexta etapa do Campeonato Mineiro de Enduro FIM, realizada neste domingo em Rio Acima (MG). Rigor Rico foi o mais rápido na classificação geral e na E2, recuperando a liderança da categoria. Ripi Galileu segue na ponta da tabela da E1 após vencer a corrida da classe e confirmar a terceira colocação na geral. Para completar o desempenho dos irmãos da Gas Gas Racing Team, o caçula Riago Dilan ficou em nono na Estreantes.

Rigor Rico está invicto no Mineiro e só se afastou por duas rodadas da liderança porque não pôde participar da quarta etapa, que coincidiu com uma corrida do Brasileiro da modalidade. “A prova em Rio Acima exigiu bastante dos pilotos, com 100% de trilhas em todo o percurso, até nos deslocamentos. Eu vi que estou com o treino em dia e a moto muito bem acertada”, contou Rico, que compete a bordo da Gas Gas EC 250F.

A sexta etapa foi realizada em conjunto com o Desafio Fast Brothers, sendo que Rico também venceu as duas edições anteriores do evento. “Deu tudo muito certo, a minha vitória foi com uma boa margem e eu estava bastante acostumado com o terreno, formado basicamente por pedra e cascalho, assim como na minha região”, continuou o piloto de Barão do Cocais. Ele levou um pequeno susto, mas que não comprometeu a vitória. “Na segunda volta, fiz uma curva fechada e bati o braço em uma árvore, mas segui em frente”, concluiu.
A Gas Gas Racing Team conta com o patrocínio de Rinaldi, ASW e Vedamotors e utiliza motocicletas das linhas de dois e quatro tempos nas competições.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: Grande Prêmio Cascavel acirra disputa pela liderança das 250cc

Sabrina Paiuta
Temporada chega à metade com dez pontos separando os quatro primeiros colocados na tabela de classificação.
Fonte: Grelak Comunicação
A quarta etapa do Moto 1000 GP, que vai marcar no dia 25 de agosto o fim da primeira metade do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, terá na pista do Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR), mais um confronto pelo primeiro lugar na tabela de pontos da categoria de iniciação GPR 250, implantada neste ano. Os quatro primeiros colocados estão separados por 10 pontos – o máximo possível a um piloto por etapa são 27 pontos.
A liderança do campeonato está nas mãos da paulista Sabrina Paiuta. Aos 18 anos, a piloto da Mobil Rush Racing não marcou pontos na primeira etapa da temporada, em Interlagos (SP) no dia 21 de abril. Depois disso, venceu as corridas de 26 de maio, em Pinhais (PR), e 23 de junho, na volta do Moto 1000 GP a Interlagos. Com 50 pontos, ela não esconde a ansiedade pela disputa em Cascavel, uma pista onde jamais competiu.

“Esse tem sido um ano especial para mim no que diz respeito a conhecer novas pistas. Isso é ótimo para quem está aprendendo, dá uma boa base para lidar com os tipos de asfalto e os diferentes traçados”, observa Sabrina, que em 2013 também atua na European Junior Cup, com uma Honda CBR 500, mais potente que a Kawasaki Ninja 250 com que atua no Campeonato Brasileiro. Ela cumpre sua segunda temporada completa na motovelocidade.

Sabrina Paiuta soma 50 pontos na liderança do campeonato, apenas um à frente do vice-líder paulista Meikon Kawakami. Aos 11 anos, o piloto da Alex Barros Racing estreou com a oitava posição na primeira corrida e obteve dois segundos lugares nas etapas seguintes. “Em Curitiba, perdi a vitória na linha de chegada, terminei lado a lado com a moto da Sabrina. As corridas têm sido muito disputadas”, observa o piloto mais jovem do grid.

A Alex Barros Racing disputa a GPR 250 com dois pilotos – Meikon e seu irmão Ton Kawakami, de 12 anos, oitavo colocado na tabela de classificação. A dupla atuou por três anos na motovelocidade japonesa. “Correr em autódromos é a grande novidade para nós, no Japão só corríamos em kartódromos. Viemos aqui para aprender. A nossa equipe também está aprendendo a desenvolver a moto”, diz o vice-líder da temporada, citando a Honda CBR 250.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: cascavelense que corre nos EUA confirmado na 4ª etapa

Nico Ferreira
Nico Ferreira vai disputar categoria GP 1000 na etapa de sua cidade natal pilotando a Kawasaki da equipe HPN Racing
Fonte: Grelak Comunicação
Confirmada para dia 25 de agosto em Cascavel (PR), a quarta etapa do Moto 1000 GP tem confirmada a presença de um piloto da cidade no grid da principal categoria, a GP 1000. Nico Ferreira, de 27 anos, vai disputar a corrida pilotando a Kawasaki ZX10-R da HPN Racing. Nascido em Cascavel, Ferreira jamais participou de uma corrida no Autódromo Zilmar Beux, que recebe pela segunda vez o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade.
Piloto de motovelocidade desde 2005, Ferreira disputa regularmente o AMA Superbike, categoria estadunidense de âmbito nacional, e o CCS Racing, campeonato da Flórida em que já obteve duas vitórias na atual temporada. No ano passado, depois de vencer as 500 Milhas Brasil formando dupla com Eric Granado, o piloto cascavelense fez uma participação na Moto 2 em Jerez de La Frontera, na Espanha, e optou pelas competições nos EUA, onde mora.

“Sempre quis correr em Cascavel, perto dos amigos e da família. Dei sorte de essa corrida não coincidir com nenhum dos campeonatos em que defendo a DMS nos Estados Unidos”, comenta o piloto. “A moto que vou pilotar em Cascavel é igual à daqui, estou levando vários mapas de ajustes do motor e de suspensão, isso torna o trabalho um pouco menos difícil. Espero manter a HPN onde ela merece estar, que é no pelotão da frente”, acrescenta.

A primeira participação numa corrida no autódromo de sua cidade natal não representará a estreia de Nico Ferreira no Moto 1000 GP. Ele já participou da competição na etapa final de 2011, no Rio de Janeiro (RJ). Segundo no grid das duas provas – a primeira temporada era composta por rodadas duplas –, o piloto abandonou a primeira prova e terminou a outra em quarto lugar. As duas vitórias em Jacarepaguá foram do argentino Diego Pierluigi.

Seis pilotos vão defender a HPN Racing na etapa de Cascavel do Moto 1000 GP. Na GP Light, os representantes da equipe são os pernambucanos Flavinho Sukar e Paulinho Kamba, sétimo e nono colocados na classificação do Moto 1000 GP, e o baiano Francisco Snoeck, que está na 17ª colocação. Os pilotos da HPN na GP 600 são o paulista Gustavo Ceccarelli, 14º na tabela de pontuação, e o pernambucano Rodrigo Souza, que está em 18º.

Kasinski dá desconto de mil reais na linha Comet em agosto.

Para comemorar o mês dos pais, a Kasinski lança uma campanha com preços imbatíveis na linha Comet. 
A campanha “Vale Mais Ter Uma Kasinski” vai mexer com os fãs da linha Comet. Durante todo o mês de agosto, os modelos Kasinski Comet GT 250R, GT 650R e GT 650 estarão com preço promocional de venda. Aproveite. Válido para todas as revendas Kasinski no Brasil.
Veja como fica os preços de 01 a 31 de agosto:
Kasinski Comet GTR 250: De: 14.990,00 – Por: R$ 13.990,00 ( vermelha ) 
Kasinski Comet GTR 250 (dual color): De: 15.475,00 - Por: R$ 14.475,00 
Kasinski Comet GT 650 : De: 21.390,00 – Por: R$19.390,00 
Kasinski Comet GTR650: De: 25.400,00 – Por: R$23.400,00 


sábado, 10 de agosto de 2013

BMW Serviços Financeiros passa a integrar grupo de patrocinadores

Alexandre Barros
Braço financeiro da BMW Motorrad vai trabalhar exposição de
produtos e serviços ao público do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade
Fonte: Grelak ComunicaçãoAo mesmo tempo em que já colhe nas esferas técnica e desportiva os frutos do trabalho de fomento ao esporte nacional feito desde sua criação, em 2011, o Moto 1000 GP ganha destaque, também, como ferramenta de projeção de produtos e serviços voltados a seu público. A partir da quarta etapa, no dia 25 de agosto em Cascavel (PR), o Campeonato Brasileiro de Moto velocidade terá mais um parceiro – a BMW Serviços Financeiros.
Braço financeiro da BMW Motorrad, que é parceira do Moto 1000 GP como patrocinadora máster a desde sua primeira temporada, a BMW Serviços Financeiros leva às pistas que recebem as etapas do campeonato a estratégia de difusão de seus produtos – financiamentos e seguros –, oferecidos sempre através de planos personalizados formatados para atender os concessionários da marca e também os clientes finais das motos BMW.
Diretor do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler enaltece a presença da BMW Serviços Financeiros. “É algo importante sob vários aspectos. Primeiro, porque é a chegada de mais um patrocinador, uma marca forte coligada à BMW, que já é uma das principais apoiadoras. Isso demonstra que a marca está contente e satisfeita com os resultados da nossa parceria, a ponto de trazer uma outra empresa de seu grupo para o evento”, considera o dirigente.

Scudeler cita também o fato do produto oferecido pela nova parceira do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade não se ater ao aspecto técnico do ambiente das competições. “É uma empresa de outra área, que não está ligada diretamente às peculiaridades das corridas. A BMW Serviços Financeiros vem com uma visão diferente, que é produtiva, mostrando que o Moto 1000 GP tem algo a oferecer como ferramenta de visibilidade”, acrescenta.
Os produtos e serviços que a BMW Serviços Financeiros planeja expor ao público do Moto 1000 GP podem ser conferidos também no site bmw-motorrad.com.br. A marca junta-se, na lista de patrocinadores do evento, a Petrobras, Lubrax, BMW Motorrad e Michelin. O campeonato tem o apoio de Beta Ferramentas, Shoei, LeoVince, Servitec, Calfin, Tutto Moto e Peterlongo. A próxima etapa, no dia 25 de agosto, terá suas provas em Cascavel (PR)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Inédita Yamaha 150 flex aparece em lista de importação para o Brasil

                  YBR 125 deve ganhar 'irmã maio
YBR 150 e XTZ 150 têm motores de 12,97 cavalos. Fabricante não confirma motos, mas promete novidades no segmento.
Publicado no G1.com em 09/08/2013.
Algumas unidades das inéditas Yamaha YBR 150 e XTZ 150 já estão no Brasil. A importação dessas motos, a partir do Japão, foi registrada no site da Receita Federal. Estes modelos não estão à venda em nenhum local do mundo e ambos possuem motor de 149,3 cilindradas com injeção eletrônica, além de tecnologia flex, um sinal de que são voltados ao mercado brasileiro. Apesar de a Yamaha não confirmar o lançamento desses produtos, a YBR 150 seria uma opção para competir com a Honda CG 150, que acaba de ganhar nova geração.
O desembarque de poucas unidades configura a hipótese de a marca estar realizando testes e homologando as motos no país, para, em uma outra fase, produzir as motos em Manaus.
Nesta semana, fotos que seriam de um novo modelo urbano da Yamaha rodando em São Paulo começaram a circular pela internet.
No entanto, durante a renovação da YBR 125 Factor, em março passado, o diretor comercial da Yamaha, Márcio Hegemberg, disse que a montadora teria mais novidades no segmento de utilitárias de 125 cilindradas e 150 cilindradas. “Garantimos que em breve teremos novidades para este segmento, que é o mais importante do Brasil”, disse ao G1.

O executivo não revelou se a novidade será mesmo o modelo 150 da YBR. No entanto, com a redução de preço da YBR 125, em sua sutil renovação feita este ano, abriu espaço para mais um modelo na gama da empresa, para brigar diretamente com as CG 150 Fan e Titan, que já são injetadas e flex.
Além da YBR 150, a existência da XTZ 150, com aptidões off-road, indica uma nova "família 150", para fazer antítese também a Honda Bros 150.
Em pesquisa informal feita em concessionárias da Yamaha em São Paulo, alguns vendedores já falam abertamente da YBR 150. Segundo eles, a moto chegaria no mês que vem, custando cerca de R$ 7.500.

De acordo com os dados mostrados na importação do produto, a YBR 150 possui motor monocilíndrico de 149,3 cilindradas do tipo 4 tempos. Sua potência máxima é de 12,97 cavalos e a moto possui sistema flex, que pode rodar com gasolina e álcool – ou ambos. É a estreia deste sistema nas motos de 150 cilindradas da Yamaha -por enquanto, só a Fazer 250 é bicombustível.
O peso da YBR 150 é de 118 kg e as medidas das rodas são de 18 polegadas. Sua irmã off-road XTZ 150 traz o mesmo motor, mas o peso é de 121 kg e a roda dianteira é de 19 polegadas, enquanto a traseira tem 17 polegadas.

A Receita Federal não confirma que as motos foram importadas pela Yamaha do Brasil: diz que esse dado é sigiloso. No site, são registradas tanto as importações de montadoras como as de importadores independentes. Mas o fato de as motos terem vindo diretamente do Japão, mesmo sem estar à venda no país asiático, aumenta as chances de que a própria Yamaha tenha trazido essas motos. Para importadores independentes, a principal fonte de motos para o Brasil são os Estados Unidos

“A grande maioria tem origem nos EUA, mesmo quando o produto é produzido em outros países. Isso ocorre por que lá temos uma condição melhor de preço. No caso de importadores oficiais, os mesmos têm a origem de suas importações normalmente nos países onde há a fabricação do produto”, explica Rodrigo Vetorasso, diretor comercial da R Import, uma das principais importadoras de motos do Brasil.
“Todos os importadores independentes fazem suas compras em revendas ou representantes no exterior (tratando-se de veículos), daí a titularidade do nome. Para compras diretas através do fabricante ou montadora, somente sendo representante oficial da marca”, acrescenta Vetorasso..

Rinaldi Gaúcho de Motocross realiza quinta etapa em Venâncio Aires

Maiara Basso
Team Rinaldi acelera para manter a liderança em cinco categorias neste final de semana
Fonte: Mundo Press
A quinta etapa do Rinaldi Gaúcho de Motocross está marcada para este final de semana na pista do Parque do Chimarrão, em Venâncio Aires (RS). Os principais pilotos do Estado estão confirmados nas corridas e o Team Rinaldi acelera para manter as lideranças de cinco categorias. A baixa da equipe fica por conta de Duda Parise, que, que se recupera de um acidente sofrido durante a disputa da terceira etapa do Brasileiro da modalidade.
Atual líder da MX Pró e da MX2, Parise não poderá defender as posições. “Fico agoniado em não poder participar, mas não tem jeito, faz parte do esporte”, comentou o piloto, que fraturou a bacia e a clavícula. Os irmãos Basso estão confirmados nas corridas das principais classes e querem somar valiosos pontos. Mateus é o segundo colocado na tabela da MX Pró, seguido por Lucas, e na MX2 eles ocupam a terceira e a quarta posições, respectivamente. “A minha expectativa é boa, conheço a pista e vou fazer o melhor possível pensando no campeonato”, disse Mateus Basso.

A irmã dele, Maiara, compete nas baterias da classe Feminina, na qual está invicta na liderança, e da MX3, ao lado dos homens. “Estou preparada e confiante. A pista de Venâncio Aires tem uma parte de areia e é muito boa de andar. Será uma ótima etapa, com bastante público, e estou muito animada”, disse a piloto. O outro competidor do Team Rinaldi que venceu todas as corridas é Gabriel Andrigo, líder da 50ccB, sendo que Gabriel Della Flora é o primeiro colocado da Júnior.

Rinaldi Gaúcho de Motocross – 5ª Etapa
Data: 10 e 11 de agosto de 2013
Local: Parque do Chimarrão, Venâncio Aires (RS)
Programação: No sábado, treinos a partir das 8h e provas com início às 15h; No domingo, treinos a partir das 8h e provas com início às 11h.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Em agosto BMW Motorrad oferece bônus para ser usado na primeira revisão.

BMW Serviços Financeiros apresenta condições especiais para compra de motocicletas em agosto.
Fonte: BMW Brasil
A BMW Serviços Financeiros lança duas campanhas especiais para o mês de agosto, disponíveis na rede autorizada BMW Motorrad. Ao financiar uma motocicleta zero quilômetro, do modelo BMW G 650 GS Sertão (12/13) ou BMW F 800 R (13/13), o cliente recebe um bônus no valor de R$ 400,00 para utilizar na 1ª revisão – o prazo deve seguir as especificações do manual do proprietário.
Produzida em regime CKD no Brasil, a BMW G 650 GS Sertão possui características ainda mais esportivas em sua vocação off-road. Trata-se de uma verdadeira enduro, monocilíndrica de 652 cc, com 48 hp a 6.500 rpm e torque de 60 Nm a 5.000 rpm. Seu sistema de suspensão tem curso de 210 mm, com ajuste mais compacto, e as rodas são raiadas aro 21” na dianteira e 17” na traseira. Além disso, possui para-brisa alto, protetores de mãos e para-lama dianteiro alongado, oferecendo um nível superior de conforto na pilotagem.

Com estilo naked, a F 800 R tem perfil esportivo e foi concebida para uma condução dinâmica. Com assento confortável para o piloto e garupa o modelo oferece excepcional nível de segurança, uma das clássicas virtudes das motocicletas da marca BMW. A F 800 R também é produzida no Brasil, em regime CKD, equipada com motor bicilíndrico, quatro tempos, com potência de 87 hp a 8.000 rpm.

Outra condição especial oferecida pela BMW Serviços Financeiros está relacionada à compra financiada da R 1200 GS Adventure (12/13). Ao adquirir o modelo, o cliente ganhará uma Luggage Roll BMW Motorrad. Considerado um ícone entre as motocicletas big trail, o modelo tem excelente potência, alto nível de conforto e uma ampla gama de recursos para viagens de longas distâncias, em diferentes tipos de terrenos. Com motor boxer bicilíndrico quatro tempos, de 110 hp de potência a 7.750 rpm, a R 1200 GS Adventure garante potente aceleração e força de tração, assim como máximo prazer de condução em qualquer tipo de terreno, seja na estrada ou off road.

As campanhas são válidas para compras até o dia 31 de agosto de 2013, em toda a Rede Autorizada BMW Motorrad.

Moto 1000 GP: crescimento do Campeonato Brasileiro reflete "globalização"

Com menos de três anos de existência, evento se consolida como formador de pilotos e preza pela qualidade da moto velocidade.
Fonte: Grelak Comunicação.
Surpreso. É assim que Gilson Scudeler, diretor do Moto 1000 GP, confessa estar quando analisa os três anos da trajetória do evento de motovelocidade, que nesta temporada foi homologado como Campeonato Brasileiro, e que chega ao nível dos grandes eventos internacionais, segundo relatos dos pilotos estrangeiros que participam da competição. O dirigente esteve nesta semana em Cascavel (PR), já adiantando detalhes da promoção da quarta etapa do Moto 1000 GP, que terá suas provas na cidade no dia 25 de agosto, no Autódromo Zilmar Beux.

A maturidade atingida, segundo Scudeler, foi rápida, o que o anima ainda mais na busca pela qualificação técnica e organizacional. “Eu fico realmente surpreso com a proporção que o Moto 1000 GP tomou em menos de três anos. Hoje atingimos a maturidade de uma forma muito rápida, e agora todos os pilotos que participam do campeonato têm condições de atingir bons resultados, porque o nível está forte”, relata. “Nós quebramos alguns paradigmas. Começamos com a ideia que as motos e pilotos deveriam ser separados por níveis, onde as classes de motocicletas não poderiam correr juntas. Isso foi uma coisa difícil no começo. Iniciamos com duas categorias. Separamos o piloto amador, com menos experiência, daqueles que já andavam mais rápidos, os profissionais”, lembrou.

Falando do começo do campeonato, em 2011, o diretor do Moto 1000 GP ressaltou o trabalho forte para formar pilotos e ter no Brasil uma competição que não deixasse a desejar perante competições internacionais. “A primeira temporada tinha uma qualidade técnica muito boa, mas quantidade de motos era pequena. Já na temporada de 2012 conseguimos uma grande virada. Montamos uma estratégia de atuação, aumentamos o grid em todas as categorias. A GP Light se tornou um sucesso e a GP 1000 começou a tomar corpo, com a vinda de pilotos estrangeiros”, lembrou. “Em 2013, começamos realmente a tomar o formato ideal. A nossa meta é quanto à qualidade como um todo, desde a força técnica até a organização. Hoje, estamos integrados com o que acontece em outras competições importantes da motovelocidade. Isso é globalização. Não podemos mais ter um nível fraco no Brasil”, alertou.

Gilson Scudeler mostra-se feliz também pela procura de pilotos estrangeiros pela competição nacional, o que, segundo ele, contribui para a evolução do evento. “Pelo que o Moto 1000 GP tem crescido, acontece uma inversão. São os argentinos, espanhóis e italianos que estão vindo correr aqui. De alguma forma eles contribuem pro futuro da categoria. Penso que a GP 1000 vai ser uma categoria onde o piloto que estiver disputando título, como o (Luciano) Ribodino este ano, ele vai sair do Brasil, ele vai correr na Europa com condições de ir bem, de conseguir bons resultados”, finalizou.

Motoclube Pelotão IDE participou do BSB Mix.

Texto: Nilson Silva Segundo os organizadores, o evento teve expectativa de público de 150 mil pessoas, com arrecadação de 16 toneladas de al...