domingo, 25 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: Rafael Bertagnolli vence na GP 600 em Cascavel

Rafael Bertagnolli
Numa corrida bem disputada entre os três primeiros colocados, piloto da BSB Motor Racing leva a melhor no Autódromo Zilmar Beux
Fonte: Grelak Comunicação.
“Para mim, foi uma vitória ter chegado aqui e disputar essa corrida”, disse Rafael Bertagnolli, vencedor da quarta etapa do Moto 1000 GP, realizada na tarde deste domingo (25), no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel. A frase do piloto da equipe BSB Motor Racing sintetiza os problemas enfrentados por ele. “Foi difícil chegar a Cascavel, tive problemas na estrada. Na pista, a equipe trabalhou forte e merece ser lembrada nessa conquista”, disse, emocionado, na coletiva de imprensa.
Durante as 20 voltas da categoria GP 600, Bertagnolli travou uma corrida à parte com Ademilson Peixer, da Moto 3 Racing Team, que chegou em segundo, e Gustavo Cecarelli, que corre pela HPN Racing Team, terceiro no pódio. “Sei que poderia ter ido melhor, mas a corrida exigiu muito. Tivemos que manter um ritmo forte desde o começo”, comentou Peixer. “É bom ver como o campeonato está disputado, com um nível mais forte a cada etapa. Isso nos obriga a melhorar. Na próxima corrida em São Paulo, vou trabalhar para estar na ponta”, garantiu ele.

Gustavo Cecarelli agora é o décimo colocado com 25 pontos – ele que estava em 13ª posição até esta etapa. O piloto exaltou o seu terceiro lugar. “Para mim, esse resultado foi como um primeiro lugar, sem dúvidas. Méritos para a equipe, que me ajudou bastante. Agradeço também ao Bertagnolli e ao Peixer por uma disputa justa e limpa”, finalizou.

Confira a classificação final da corrida deste domingo (25), no Autódromo Zilmar Beux em Cascavel, válida pela quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade:
1º) Rafael Bertagnolli (RS/BSB Motor Racing), Kawasaki, 22mins57s640
2º) Ademilson Peixer (PR/Moto 3 Racing Team), Kawasaki, 0s927
3º) Gustavo Ceccarelli (SP/HPN Racing Team), Kawasaki, 1s113
4º) Sérgio Fasci (ARG/MG Bikes Yamaha Racing), Yamaha, 8s745
5º) Alex Pires (RJ/Center Moto Racing Team), Kawasaki, 43s860
6º) Eduardo Costa Neto (SP/Mobil Rush Racing), Kawasaki, 43s958
7º) Sergio Laurentys (BA/Tato Racing), Kawasaki, 49s255
8º) Manuel Jimenez (PR/Grinjets SBK Racing), Kawasaki, a 1 volta
9º) Marciano Santin (RS/Santin Racing), Honda, não completou
10º) André Veríssimo (SP/Motrix Scigliano Racing), Kawasaki, não completou

Moto 1000 GP: Diego Faustino vence a quarta etapa em Cascavel-PR.

Diego Faustino
Piloto da Petronas Eurobike Team travou duelo intenso na pista paranaense para cruzar em primeiro a linha de chegada.
Fonte: Grelak Comunicação.
Diferente das duas últimas etapas, a bandeira no lugar mais alto do pódio foi brasileira. Numa corrida empolgante ao público, Diego Faustino, da Petronas Eurobike Team, por apenas 34 milésimos, superou o argentino e líder do campeonato Luciano Ribodino, piloto da equipe Alex Barros Racing, praticamente na linha de chegada. Em terceiro ficou Danilo Lewis, da PRT / RC3 Brasil, numa corrida de superação.
Após a festa do pódio, os pilotos foram para a coletiva de imprensa, onde comentaram sobre a corrida. “Confesso que foi no braço mesmo. Cansei muito nas cinco últimas voltas, e contei com um erro dos meus adversários duas voltas antes do fim para assumir a ponta”, contou Faustino, logicamente satisfeita com o resultado final. “Para mim essa vitória dá uma nova dinâmica para o campeonato. A partir desta corrida (de Cascavel) que marca a metade do calendário, acredito que teremos condições de melhorar ainda mais”, explicou o piloto da Petronas, que atingiu a vice-liderança do Brasileiro de Motovelocidade, com 54 pontos conquistados.

Na sexta volta o argentino Luciano Ribodino, que largou na quarta colocação, tomou a ponta de Lewis, com Faustino, Miguel Praia e Lucas Barros disputando as primeiras colocações que ficariam intensas a partir da nona volta. Quando a corrida chegou à sua metade, num total de 22 voltas programadas, os primeiros retardatários começavam a aparecer para os três primeiros colocados. Nem mesmo esse contratempo tirou o ritmo forte da disputa. Assim, na décima quinta volta, Pierluigi quebrou o recorde de tempo em corridas, com o tempo de 1min02s899. Na volta seguinte, Faustino aproveitou uma falha de Ribodino e Lewis na curva do “S” de alta velocidade para assumir a ponta e permanecer assim até a chegada.
A próxima etapa do Moto 1000 GP, válida pela quinta corrida do ano, das oito programadas na temporada, será em São Paulo, no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, no dia 22 de setembro.

Confira a classificação final da corrida deste domingo (25), no Autódromo Zilmar Beux em Cascavel, válida pela quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade:
1º) Diego Faustino (PR/Petronas Eurobike Team), BMW, 3mins24s795
2º) Luciano Ribodino (ARG/Alex Barros Racing), BMW, a 0s034
3º) Danilo Lewis (SP/Pitico Race), Kawasaki, a 0s789
4º) Miguel Praia (POR/Center Moto Racing Team), Honda, a 14s643
5º) Alan Douglas (SP/Pitico Race), Kawasaki, a 20s815
6º) Lucas Barros (SP/Alex Barros Racing), BMW, a 20s961
7º) Nico Ferreira (PR/HPN Racing Team), Kawasaki, a 22s438
8º) Wesley Gutierrez (PR/Motonil Motors), Kawasaki, a 34s681
9º) Alecsandre Grandi (SP/Team De Grandi-Bardahl), Honda, a 1 volta
10º) Diego Pierluigi (ARG/JC Racing Team), Kawasaki, a 1 volta
11º) Luiz Fittipaldi (DF/Motonil Motors), Kawasaki, a 1 volta
12º) Daniel Lenzi (PR/Grinjets SBK Racing), BMW, a 1 volta
13º) Marcos Salles, (PR, Team Fuel Racing/Mormaii), BMW, a 1 volta

Moto 1000 GP: neblina alterou programação do GP de Cascavel

Largada da GPR 250 foi adiada devido à condição climática no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel.
Fonte: Grelak Comunicação.
Devido às condições climáticas no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel (PR), a direção de prova alterou a programação de largada da categoria GPR 250, marcada para as 10h20 deste domingo (25). A largada foi remanejada para as 14h35, após a corrida da categoria GP Light / Máster. A decisão é provisória e pode ser alterada, caso as condições de tempo se normalizem.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: Cascavel acompanha disputa acirrada pela liderança na GP Máster

Alberto Braga
Com diferença mínima entre primeiro e terceiro, quarta etapa do Brasileiro de Moto velocidade tende a movimentar ainda mais a tabela.
Fonte: Grelak Comunicação.
Nas três primeiras etapas do Moto 1000 GP, três vencedores diferentes. A categoria GP Máster está entre as mais acirradas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Na primeira corrida, em São Paulo (SP) no dia 21 de abril, foi Sidnei Scigliano, da Motrix-Scigliano Racing, quem recebeu por primeiro a bandeirada final. Já na segunda etapa, realizada em Pinhais (PR) no dia 26 de maio, quem venceu foi Alberto Braga, que leva as cores da equipe Center Moto Racing Team. Na última prova, mais uma vez na pista paulistana de Interlagos, em 23 de junho, o vencedor foi Victor Braga, piloto da SBK Rio.

E são justamente os três pilotos que puxam a fila na tabela de classificação, com Sigliano à frente com 63 pontos, seguido de Alberto, com 58, e de seu irmão Victor, com 48. “A competitividade nesta temporada aumentou bastante, então para ficar na frente a gente deve manter o foco a cada corrida e se concentrar naquilo que a pista vai exigir”, orienta Scigliano, líder da categoria no Moto 1000 GP. “A satisfação maior não é apenas vencer, mas superar as adversidades em cada corrida. Claro que a meta é sempre pontuar. A regularidade será determinante para apontar o campeão deste ano”, concluiu.

Para Alberto Braga, vice-líder distante cinco pontos da ponta da tabela, a diferença pequena é justamente a maior motivação para acelerar forte. “Do primeiro para o terceiro colocado a vantagem é bem pequena, pode ser revertida em uma corrida. Por isso penso em vencer em Cascavel para disparar na pontuação e poder manter a dianteira. Confio no trabalho da equipe”, finaliza.

Após três etapas, a classificação da categoria GP Máster no Moto 1000 GP é a seguinte:
1º) Sidnei Scigliano (SP/Motrix Scigliano Racing), Kawasaki, 63
2º) Alberto Braga (RJ/Center Moto Racing Team), Kawasaki, 58
3º) Victor Braga (RJ/SBK Rio), Kawasaki, 48
4º) Othon Russo, (RJ/Crazy Dog), Honda, 44
5º) Egon Kothy, (RJ/GP Rio), BMW, 32
6º) Nelson Gonçalves de Oliveira (RJ/SBK Rio-Os Impossíveis), BMW, 22
7º) Levy Mendes Lopes (RJ/SBK Rio), BMW, 13
8º) Diaz Lavorrerse (SP/SBK Brasil), Kawasaki, 10
9º) Elson Tenebra Otero (SP/Tripa Racing-Rota K), Kawasaki, 10
10º) Guilherme Emmer Gomes (RJ/SBK Rio), Kawasaki, 8

Líder do Moto 1000 GP com duas vitórias, argentino diz que campeonato em aberto

Wesley Gutierrez
Wesley Gutierrez e Danilo Lewis tentam iniciar em Cascavel reação para impedir que Luciano Ribodino abra vantagem na pontuação
Fonte: Grelak Comunicação
Atual campeão da categoria GP 1000, Luciano Ribodino, da Alex Barros Racing, não vê os demais concorrentes de perto em seu retrovisor na classificação do Moto 1000 GP. Com 72 pontos alcançados em três etapas, das quais venceu as últimas duas – em Pinhais e São Paulo – o piloto argentino tem 35 pontos de vantagem para o vice-líder paranaense Wesley Bertoni Gutierrez, que traz sua Kawasaki da Motonil Motors-Alemão Pneus em segundo. O paulista Danilo Lewis, da PRT/RC3 Brasil, terceiro, segue próximo de Gutierrez, com 30 pontos.
Assim, a quarta etapa do Moto 1000 GP, que será disputada domingo (25) no Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR), será especialmente vital às pretensões daqueles que seguem o argentino na classificação, mesmo que Ribodino, campeão de 2012, pense em “uma corrida por vez”. “O campeonato ainda tem mais cinco corridas e está aberto. Não se pode pensar no título agora, porque cada corrida é uma história. Tem mais corridas pela frente e os outros pilotos estão em busca do seu melhor e podem se aproximar se eu não mantiver o foco”, explicou ele.

Gutierrez, o vice-líder, deixa claro que a partir da quarta etapa, que encerra a primeira metade do campeonato, o erro deve ser zero. “Minha moto quebrou na primeira etapa, e esse deve ser o meu descarte”, falou, citando o item do regulamento que prevê o descarte do resultado de uma etapa por piloto na classificação final. “Agora não tenho mais o direito de errar”, explica. Para “caçar” Ribodino na classificação, Gutierrez tem a receita: “pontuar e pontuar”. “Estar no pódio nas etapas que faltam ainda. Assim como minha moto quebrou, todos os pilotos estão sujeitos a isso, e não dá para desistir”, animou-se.

A missão de Danilo Lewis parece ainda mais complicada. Ele está a 42 pontos do líder, o que não alimenta a possibilidade de fechar a temporada sem buscar bons resultados. “A diferença é grande, mas não tem desculpa, tem que correr atrás do prejuízo. A meta é ficar entre os dois primeiros no restante das etapas para aproximar o máximo que puder do líder”, frisou. Para Lewis, um fator determinante para que sua meta comece a ser concretizar ainda na etapa de Cascavel é a união da equipe. “Confio no pessoal que está trabalhando forte para acertar bem a moto. Depois de um começo de ano ruim, a gente conseguiu equilibrar bem o equipamento, eu estou bastante feliz com isso”, contou.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Harley-Davidson divulga resultados do segundo trimestre de 2013

América Latina registra aumento de 39,2% nas vendas em relação ao ano passado, maior expansão dos mercados da empresa
Fonte: Print Press
A Harley-Davidson acaba de divulgar o balanço global do segundo trimestre de 2013, período no qual obteve um aumento de 13,1% no lucro com as vendas de motocicletas. Com o resultado, mantém-se o ritmo crescente no volume de operações, em comparação com os mesmos meses do ano passado. O desempenho foi avaliado de forma positiva pela empresa, que também registrou incremento na comercialização de peças, vestuário e acessórios oficiais da marca, e continua expandindo a rede de concessionárias no mundo.
O lucro líquido no segundo trimestre atingiu US$ 271,7 milhões, totalizando uma receita de US$ 1,79 bilhão. Em igual período de 2012, o lucro foi de US$ 247,3 milhões, com valor consolidado de US$ 1,73 bilhão. O preço das ações entre abril e junho de 2013 aumentou para US$ 1,21, comparado com US$ 1,07 no mesmo trimestre do exercício anterior.
Durante o primeiro semestre, o lucro líquido da Harley-Davidson foi de US$ 495,9 milhões, em uma receita consolidada de US$ 3,37 bilhões, comparados aos US$ 419,3 milhões e receita de US$ 3,16 bilhões obtidos em período semelhante em 2012. De janeiro a junho de 2013, a empresa apresentou lucro diluído por ação de US$ 2,20, valor superior ao US$ 1,81 no mesmo período do ano passado.

“A Harley-Davidson apresentou grande desempenho financeiro no segundo trimestre, refletindo os investimentos em operações que fizemos nos últimos anos, assim como a força da nossa marca mundialmente. Nossos colaboradores, concessionários e fornecedores continuam realizando um excelente trabalho, unindo esforços enquanto time e seguindo em uma única direção para entregar a melhor experiência aos nossos clientes”, analisa Keith Wandell, presidente e CEO da Harley-Davidson.
“Durante o segundo trimestre, completamos nosso primeiro ano de produção temporária em York (Estados Unidos) com muito sucesso. Também alcançamos a marca de mil concessionárias internacionais. Após a abertura da loja de Salvador, chegamos a 104 distribuidores da Harley-Davidson fora dos Estados Unidos, desde 2009, atingindo antecipadamente nossa meta de expandir para 100/150 novos pontos de venda até o fim de 2014”, complementa o executivo.

A Harley-Davidson mantém a expectativa de enviar entre 259.000 e 264.000 motocicletas para concessionárias e distribuidores de todo o mundo em 2013. No terceiro trimestre de 2013, a companhia espera embarcar entre 51.000 e 56.000 motocicletas, sendo que no mesmo período em 2012 registrou 52.793 vendas. A Harley-Davidson segue com a meta de margem bruta para 2013 variando entre 35,25% e 36,25%. A empresa também confirma a previsão de despesas de capital subindo de US$ 200 milhões em 2012 para US$ 220 milhões em 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Harley-Davidson marca presença na Interseg com motocicletas destinadas às Forças Armadas e Policiais

Com uma frota expressiva no Brasil, as motocicletas Harley-Davidson foram destaque nos grandes eventos realizados recentemente no Brasil, como Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude
Fonte: Print Press.
No momento em que completa 110 anos de história, a Harley-Davidson participa da Interseg – Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para Segurança Pública, com os tradicionais modelos utilizados pelas Forças Armadas e Policiais no Brasil e no mundo. Considerado o maior evento de negócios na área de segurança pública da América do Sul, a 13ª edição foi realizada no pavilhão três do Riocentro, no Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 20 de agosto, com apoio do governo do estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública.

Na terceira participação no evento, a empresa expôs a Road King® Police e a Electra Glide® Police, motocicletas adaptadas para o uso em escoltas, patrulhamento rodoviário e ronda ostensiva. Os modelos são montados na fábrica da Harley-Davidson em Manaus (AM), a primeira planta a produzi-los fora dos Estados Unidos, exclusivamente para abastecer o mercado nacional.

“Participar da Interseg é muito importante para a Harley-Davidson. É o lugar ideal para expor nossas motos, que atendem plenamente às necessidades das forças de defesa e segurança do Brasil, com qualidade e durabilidade. Estamos bastante satisfeitos com a aceitação dos modelos e com a valorização da produção local, uma prova da confiança e do potencial do mercado brasileiro”, conta Longino Morawski, diretor-superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil.

As motocicletas especiais têm sido amplamente utilizadas pelas forças policiais e armadas brasileiras, como a Polícia Rodoviária Federal, Exército Brasileiro, Marinha do Brasil, Força Nacional, Força Aérea Brasileira e as Polícias Militares de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O uso dos modelos Harley-Davidson foi destaque na Rio+20, Copa das Confederações e na Jornada Mundial da Juventude, evento em que a Polícia Rodoviária Federal realizou a escolta do Papa Francisco.

Moto 1000 GP: Pilotos da categoria GP Light preveem etapa acirrada em Cascavel-PR

Renato Andreguetto 
Andreghetto e Paiato destacam-se na classificação, mas alertam para competitividade da série de acesso à GP 1000.
Fonte: Grelak Comunicação.
A próxima corrida do Moto 1000 GP, marcada para o dia 25 de agosto no Autódromo Zilmar Beux de Cascavel (PR), colocará à prova, os pilotos da GP Light, considerada a categoria de acesso para a GP 1000, a principal do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A etapa no interior paranaense, quarta de 2013, sela a metade do calendário, previsto para oito corridas. Assim, pilotos que lideram a temporada e também aqueles que buscam recuperar a desvantagem na tabela veem na corrida em Cascavel uma chance de manter a regularidade.
Entre os três primeiros colocados na categoria GP Light a confiança segue na garupa para a prova cascavelense. A meta é subir ao pódio para não desperdiçar a chance de pontuar. Renato Andreghetto, piloto paulista da Petronas SBK Eurobike, está no topo da tabela com 76 pontos, seguido de André Paiato, da Alex Barros Racing, com 61, e Davi Lara Costa, JC Racing Team, o terceiro colocado, com 34 pontos.

Andreghetto teve um início de temporada bastante produtivo. Venceu as duas corridas disputadas em Interlagos, válidas pela primeira e pela terceira etapa, e foi segundo colocado na segunda etapa, em Curitiba, onde Paiato comemorou sua primeira vitória. O piloto da Petronas SBK Eurobike marcou as três pole-positions e as três voltas mais rápidas em corridas, conquistas que o regulamento desportivo do Moto 1000 GP premia com pontos de bonificação. A vantagem de 15 pontos sobre o adversário mais próximo, contudo, não garante margem para erros.

O vice-líder Paiato chega a Cascavel confiante num bom resultado, por conhecer o traçado e apostar no seu potencial numa pista rápida. “Estou animado, porque no ano passado foi a pista onde tive meu melhor resultado”, lembrou ele, terceiro colocado na corrida em 2012.

Quem não desanima, apesar de estar 42 pontos atrás do líder, é Davi Costa. O piloto paulista nem pensa em desistir do título. “O Andreghetto se desgarrou um pouco, mas não vou desistir, não. Ainda tem mais quatro corridas depois da de Cascavel e o campeonato segue indefinido até o fim. Na GP Light todos os pilotos têm condições de reverter um cenário que não parece favorável, e comigo, não é diferente”, sentencia Costa. “As corridas são bem disputadas e minha meta é estar sempre no pódio”, finaliza ele.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pirelli moderniza pneus para motos de 250 a 300 cilindradas

Empresa lança 1º pneu radial para motocicletas fabricado no Brasil. Novidade é produzida na fábrica de Gravataí (RS).
Publicado no G1.com em 19/08
A Pirelli lançou primeiro pneu radial de motocicleta fabricado no Brasil, destinado a motos de 250 a 300 cilindradas. Para a introdução do Diablo Rosso II, a empresa investiu R$ 3 milhões em sua unidade em Gravataí (RS). Mais moderno, o pneu radial para motocicletas era, até pouco tempo atrás, sinônimo de pneu importado.
Em maio, a Michelin havia se antecipado à Pirelli e apresentou o primeiro pneu radial para motos da mesma faixa de cilindrada no Brasil, o Pilot Street, porém, o produto é importado.
As novidades atenderão o previsto crescimento de vendas no segmento de motos na faixa de 250 a 300 cilindradas, mas mira também o fértil mercado de reposição, parque circulante estimado atualmente em quase um milhão de motos, de acordo com números da Associação dos Fabricantes de Motocicletas e Similares (Abraciclo).

O Diablo Rosso II tem como objetivo alcançar os atuais donos das Honda CB 300R, CB 250R, Yamaha Fazer YS 250 e Kawasaki Ninja 300 e 250, equipadas com pneus convencionais (ou diagonais) e que procuram por uma performance superior, mais esportiva.
Oferecido inicialmente em duas medidas para o pneu dianteiro (100/80 e 110/70) e quatro para o pneu traseiro (130/70, 140/60, 140/70 e 150/60), todos para rodas aro 17 polegadas, a principal característica da construção radial em pneus de qualquer tipo é a de oferecer uma estrutura da carcaça que concilia maior resistência com melhores características de desempenho.

Para o modelo ora lançado pela Pirelli, a empresa anuncia uma melhoria de 15% em dirigibilidade, 10% em aderência e estabilidade e 20% em durabilidade e performance no molhado, percentuais estes obtidos pela direta comparação com o Pirelli Sport Demon, o pneu diagonal dedicado atualmente às 250-300 cc, equipamento de série da quase totalidade dos modelos.

domingo, 18 de agosto de 2013

Gas Gas Racing Team é o destaque da sexta etapa do Mineiro de Enduro FIM

Rigor Rico
Rigor Rico é o mais rápido na classificação geral e na E2, retomando a liderança da categoria; Ripi Galileu fatura a corrida da E1 em Rio Acima
Fonte: Mundo Press
A Gas Gas Racing Team foi o grande destaque da sexta etapa do Campeonato Mineiro de Enduro FIM, realizada neste domingo em Rio Acima (MG). Rigor Rico foi o mais rápido na classificação geral e na E2, recuperando a liderança da categoria. Ripi Galileu segue na ponta da tabela da E1 após vencer a corrida da classe e confirmar a terceira colocação na geral. Para completar o desempenho dos irmãos da Gas Gas Racing Team, o caçula Riago Dilan ficou em nono na Estreantes.

Rigor Rico está invicto no Mineiro e só se afastou por duas rodadas da liderança porque não pôde participar da quarta etapa, que coincidiu com uma corrida do Brasileiro da modalidade. “A prova em Rio Acima exigiu bastante dos pilotos, com 100% de trilhas em todo o percurso, até nos deslocamentos. Eu vi que estou com o treino em dia e a moto muito bem acertada”, contou Rico, que compete a bordo da Gas Gas EC 250F.

A sexta etapa foi realizada em conjunto com o Desafio Fast Brothers, sendo que Rico também venceu as duas edições anteriores do evento. “Deu tudo muito certo, a minha vitória foi com uma boa margem e eu estava bastante acostumado com o terreno, formado basicamente por pedra e cascalho, assim como na minha região”, continuou o piloto de Barão do Cocais. Ele levou um pequeno susto, mas que não comprometeu a vitória. “Na segunda volta, fiz uma curva fechada e bati o braço em uma árvore, mas segui em frente”, concluiu.
A Gas Gas Racing Team conta com o patrocínio de Rinaldi, ASW e Vedamotors e utiliza motocicletas das linhas de dois e quatro tempos nas competições.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Moto 1000 GP: Grande Prêmio Cascavel acirra disputa pela liderança das 250cc

Sabrina Paiuta
Temporada chega à metade com dez pontos separando os quatro primeiros colocados na tabela de classificação.
Fonte: Grelak Comunicação
A quarta etapa do Moto 1000 GP, que vai marcar no dia 25 de agosto o fim da primeira metade do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, terá na pista do Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR), mais um confronto pelo primeiro lugar na tabela de pontos da categoria de iniciação GPR 250, implantada neste ano. Os quatro primeiros colocados estão separados por 10 pontos – o máximo possível a um piloto por etapa são 27 pontos.
A liderança do campeonato está nas mãos da paulista Sabrina Paiuta. Aos 18 anos, a piloto da Mobil Rush Racing não marcou pontos na primeira etapa da temporada, em Interlagos (SP) no dia 21 de abril. Depois disso, venceu as corridas de 26 de maio, em Pinhais (PR), e 23 de junho, na volta do Moto 1000 GP a Interlagos. Com 50 pontos, ela não esconde a ansiedade pela disputa em Cascavel, uma pista onde jamais competiu.

“Esse tem sido um ano especial para mim no que diz respeito a conhecer novas pistas. Isso é ótimo para quem está aprendendo, dá uma boa base para lidar com os tipos de asfalto e os diferentes traçados”, observa Sabrina, que em 2013 também atua na European Junior Cup, com uma Honda CBR 500, mais potente que a Kawasaki Ninja 250 com que atua no Campeonato Brasileiro. Ela cumpre sua segunda temporada completa na motovelocidade.

Sabrina Paiuta soma 50 pontos na liderança do campeonato, apenas um à frente do vice-líder paulista Meikon Kawakami. Aos 11 anos, o piloto da Alex Barros Racing estreou com a oitava posição na primeira corrida e obteve dois segundos lugares nas etapas seguintes. “Em Curitiba, perdi a vitória na linha de chegada, terminei lado a lado com a moto da Sabrina. As corridas têm sido muito disputadas”, observa o piloto mais jovem do grid.

A Alex Barros Racing disputa a GPR 250 com dois pilotos – Meikon e seu irmão Ton Kawakami, de 12 anos, oitavo colocado na tabela de classificação. A dupla atuou por três anos na motovelocidade japonesa. “Correr em autódromos é a grande novidade para nós, no Japão só corríamos em kartódromos. Viemos aqui para aprender. A nossa equipe também está aprendendo a desenvolver a moto”, diz o vice-líder da temporada, citando a Honda CBR 250.

Motoclube Pelotão IDE participou do BSB Mix.

Texto: Nilson Silva Segundo os organizadores, o evento teve expectativa de público de 150 mil pessoas, com arrecadação de 16 toneladas de al...