sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

BMW ou Triumph? qual a melhor Big Trail de 800 cilindradas?


Você está de olho em uma motocicleta Big Trail de 800 cilindradas? Pois saiba que temos boas opções de marca e versão aqui no Brasil. (veja o nosso quadro)
Texto: Nilson Silva
Por algum tempo reinou absoluta por aqui sua excelência a BMW F800 GS Trofy, completinha, com controle de tração e tudo mais, que não por
acaso ainda é a mais vendida da categoria.
Em 2012, no entanto a inglesa Triumph desembarcou por aqui trazendo na bagagem 6 modelos e entre eles a Tiger 800, uma Big trail muito parecida com a F800 da BMW, porém com um motor maior, de três cilindros, e com quase todos os recursos de tecnologia representante da marca alemã exceto pela falta do controle de tração.
Triumph Tiger XC
A chegada da Triumph em Manaus incomodou a BMW, (bendita concorrência), que se apressou a apresentar a versão Adventure de sua 800, uma moto mais encorpada com reservatório de gasolina maior, proteção de motor, proteção de tanque e consequentemente uma proposta, digamos mais estradeira. Aí os ingleses se recusaram a ficar para trás e lançaram a Tiger ABS, uma versão mais Turing da XC. Analisando friamente percebe-se que os alemães da BMW lançaram uma versão mais simples e depois se sentiram ameaçados, por esta razão lançaram a Adventure, uma versão mais completa, certo? Já os ingleses da Triumph chegaram com uma 800 mais top e para melhorar a participação no marcado lançaram a versão ABS, mais simples.

Com base em nosso quadro, faremos uma análise individual de cada modelo e versão, começando pela:
- F 800 Adventure: O motor de 800 cc da BMW desenvolve 85 cv e entrega 8,46 Kgfm já a 5.750 Rpm, uma faixa de rotação considerada baixa, o que facilita o uso fora de estrada. O pneu dianteiro de 21” e traseiro de 17” em conjunto com a suspensão dianteira com curso de 230 mm e traseira de 215 mm, confirmam esta tendência. Já o tanque de combustível de 24 litros a torna uma devoradora de estradas. Pontos negativos: peso excessivo, maior consumo de combustível da categoria e ausência de regulagem do banco, fixado em 890 mm.

- F 800 GS: Tem quase todas as características da F800 Adventure porém é um pouquinho mais comprida, mais larga e menos alta, o que em tese não favoreceria o uso em trânsito urbano, porém tem a vantagem de ser 14 quilos mais leves e consequentemente gastar menos combustível. Também possui regulagem de banco. Ambas dispõem de freio ABS desconectável e controle eletrônico de tração. Ponto negativo: o tanque com capacidade de 16 litros se torna um limitador para viagens longas.

-Tiger 800 XC: Esta chegou com a proposta de concorrer diretamente com a F800 GS. Possui motor mais potente, porém o pico de potência aparece depois dos 9.000 giros; o ápice de torque também aparece a 7.850 RPM. A vocação todo terreno, no entanto fica clara com o pneu dianteiro de 21” o traseiro de 17”, a suspensão dianteira com curso de 220 mm e traseira com 215 mm. O tanque de combustível de 19 litros, e o consumo informado pelo fabricante julgamos adequados. O banco é regulável de 845 a 865 mm. A exemplo de sua concorrente possui o sistema de freio ABS desconectável. Ponto negativo: não possui o controle de tração

- Tiger 800 ABS: Esta versão possui uma proposta nitidamente mais urbana, com rodas de liga leve menores, suspensão mais curta e menor largura, o que facilita transitar entre os carros. A altura do assento e o peso são os menores da categoria. As demais características são idêntico ás da irmã mais completa, a XC.
COMPARATIVO BMW 800 GS/ADVENTURE - TRIUMPH 800 XC/ ABS
MARCA VERSÃO
BMW
TRIUMPH
F 800 GS ADVENTURE
F 800 GS
TIGER 800 ABS XC
TIGER 800 ABS
MOTOR
CARACTERÍSTICAS
Refrigeração líquida, dois cilindros em linha, 8 válvulas
Refrigeração líquida, 12 válvulas, três cilindros em linha, DOHC
CILINDRADA
798
800
DIAMETROXCURSO
82X75,6
74X61,9
POTÊNCIA
85 cv a 7.500 Rpm
94cv a 9300 Rpm
TORQUE
8,46 Kgfm a 5750 Rpm
8,050 Kgfm a 7850 Rpm
CAP ÓLEO
3 Litros
3,7 Litros
ALIMENTAÇÃO
Injeção eletrônica com módulo BKS
Injeção multiponto sequencial
TRANSMISSÃO
6 marchas
6 Marchas
TRANSMI. FINAL
Corrente O ring
Corrente X Ring
EMBREAGEM
Multidisco banhando em óleo
HID. Multidisco
DESEMPENHO
CONSUMO A 90 Km/h

26 Km/l*
26.6 Km/l*
CONSUMO A 120 Km/h
17,5 Km/l
19,2 Km/l
26.2 Km/l*
VELOC. MÁXIMA
193 Km/h
200 Km/h
NI
CHASSIS
QUADRO
Aço tubular com rolamento de contato angular
Treliça de aço tubular
BRAÇO OSCILANTE
Em alumínio com amortecedor centralizado
Bilateral alumínio fundido
RODA DIANTEIRA
Raiada 2,5X21”
36 Raios, 21X2,5”
Liga leve 10 raios 19X 2,5
RODA TRASEIRA
Raiada 4,25X17”
32 Raios, 17X 4,25”
Liga leve 10 raios 17X4,25
PNEU DIANTEIRO
90/90 21”
90/90 R 21”
100x90 ZR 19”
PNEU TRASEIRO
15/70 17”
150/70 R 17”
170x90 ZR 17”
SUSPENSÃO DIANTERIA
Garfo telescópico invertido 43 mm de diâmetro e curso de 230 mm
Garfos invertidos Showa, com 45 mm de diâmetro por 220 mm de curso.
Garfos invertidos Showa, com 43 mm de diâmetro por 180 mm de curso. 
SUSPENSÃO TRASEIRA
Balança traseira em alumínio com amortecedor centralizado, 215 mm de curso.
Monochock Showa com reservatório de óleo remoto, pré-carga ajustável hidraulicamente, ajuste de amortecimento rebote, 215 mm de curso.
Monochock Showa com reservatório de óleo remoto, pré-carga ajustável hidraulicamente, ajuste de amortecimento rebote, 170 mm de curso.
FREIO DIANTEIRO
Disco duplo flutuante de 300 mm com pinça flutuante de 2 pistões com  ABS desconectável
Discos flutuantes   de 308 mm pinça flutuante Nissin de dois pistões, com ABS desconectável.
 FREIO TRASEIRO
Disco simples de 265 mm com pinça flutuante de 1 pistão, com ABS desconectável
Disco único de 255 mm, pinças flutuantes Nissin de pistão único com ABS desconectável.
PAINEL
Pacote de instrumentos digital com as principais informações, computador de bordo, aquecimento de manoplas e controle de tração.
Pacote de instrumentos multifuncional em LCD, com velocímetro digital, computador de bordo, tacômetro analógico, indicador de marchas, medidor de combustível e indicador de manutenção.
DIMENSÕES E CAPACIDADE
TANQUE
24 litros
16 litros
19 Litros
COMPRIMENTO
2.305 mm
2.320 mm
2.215 mm
LARGURA
925 mm
945 mm
865 mm
795 mm
ALTURA
1.450 mm
1.350 mm
1.399 mm (sem os retrovisores)
ALTURA DO ASSENTO
890 mm
820 mm a 920 mm
845 a 865 mm (regulável)
810 mm
ENTRE EIXOS
NI
1.545 mm
PESO EM ORDEM DE MARCHA
229 Kg
214 Kg
215 Kg
210 Kg
INCLINAÇÃO/TRAIL
64º/117 mm
24,3º/95,3mm
23,9º/92,4mm
GARANTIA
2 anos sem limite de quilometragem
CORES
“Sandrover matt” e vermelho
Marrom metálico, Branco alpino e Azul córdoba.
Laranja intense, Preto phantom e Branco Crystal.
Sapphire blue, Preto phantom e Branco Crystal
PREÇO
R$ 43.401
R$ 42.752 a 43.597
R$ 39.900 (com frete)
R$ 35.900 (com frete)
CONCESSIONÁRIAS
AM, BA, DF, ES, GO, MG (2), MS, MT (2), PA, PE, PR (3), RJ (2), RN, RS, SC (2) e SP (8).
DF, SP (02), RS, SC, MG, RJ, e PR.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Honda cria versão 'Tartarugas Ninja' da pequena MSX 125

Modelo será apresentado no Salão do Automóvel de Tóquio, em Janeiro. Moto possui propulsor de 124,9 cc, que rende 10 cavalos de potência.
Publicado no G1.com em 30/12/2013
Lançada mundialmente em 2013, a pequena Honda MSX 125 terá versões customizadas com o tema "Tartarugas Ninja", na próxima edição do Salão do Automóvel de Tóquio, que começa em 10 de janeiro no Japão.
Vendida com o nome de Grom nos Estados Unidos, onde custa R$ 2.999, a motocicleta é uma releitura do conceito Monkey, que fez sucesso a partir da década de 1960, com conjunto de tamanho diminuto. A moto não é vendida no Brasil
São quatro versões da MSX feitas pela Honda que remetem aos personagens do desenho animado: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael, cada uma com cor utilizada por cada herói.
Com apenas 101,7 kg, a MSX tem sua produção na Tailândia e possui motor de 124,9 cc, que gera 10 cavalos de potência máxima a 7.000 rpm. De acordo com a empresa, este monocilíndrico possui injeção eletrônica e rende 1,11 kgfm de torque a 5.500 rpm.

Ele é da mesma geração de motores que equipam PCX 150, CBR 250R, e CRF 250L, possuindo tecnologia de baixa fricção para deixar o consumo mais eficiente. A refrigeração do propulsor e a ar e o tanque da MSX pode comportar 5,5 litros de combustível. O câmbio é de 4 marchas e o chassi é de aço.
Seu tamanho pequeno fica claro pelas dimensões: 1.760 mm de comprimento, 755 mm de largura e 1.010 mm de altura - as rodas são de 12 polegadas, tamanho similar ao de alguns scooters.

Uma CG 125, por exemplo, tem 1.978 mm de comprimento, 731 mm de largura e 1.053 mm de altura.
A MSX 125 é menor até que a Honda Pop, modelo mais compacto da empresa no Brasil, que tem 1.819 mm de comprimento, 742 mm de largura e 1.020 mm de altura.
Contudo apesar de compacta, a MSX 125 não deixou de lado equipamentos mais refinados, como painel de LCD e freios a disco na dianteira e na traseira.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Vai viajar de moto? Veja que cuidados para tomar antes da estrada

Itens elétricos e mecânicos precisam estar em dia para evitar problemas. Bagagem tem de estar bem presa e deve se tomar cuidado com a gasolina.
Publicado no G1.com em 26/12/2013
Uma motocicleta, seja de que tipo for, é um veículo fascinante também pelo “mágico” – e por vezes crítico – equilíbrio que uma roda alinhada à outra oferece.
Por conta desse peculiar arranjo, sabemos que moto parada não fica em pé, a não ser se apoiada no cavalete. Assim, aproveite esse momento no qual sua moto está apoiada e parada e agache-se, para olhar com atenção, de pertinho, o ponto de contato dela como o planeta Terra. Inspecione minuciosamente não só pneus, mas também as rodas.
Não é preciso ser especialista: o óbvio você já sabe: pneu novo funciona melhor do que pneu velho. Porém, cuidado com um erro clássico dos inexperientes, que é o de esquecer que os pneus “zero quilômetro” vêm com uma camada de proteção extremamente escorregadia, que exige alguns bons quilômetros para ser devidamente retirada e, só então, os pneus passarão a funcionar como devem.
Se seus pneus tiverem já algum tempo de uso, procure por deformações, cortes ou objetos estranhos encravados na banda de rodagem. Nesse último caso, se forem pneus do tipo sem câmara, não retire o “ET” espetado na banda, uma vez que isso pode significar a abertura para a passagem do ar. Procurar um borracheiro é a melhor saída.

Falando neles, nos borracheiros, consertar pneus é o negócio da categoria, mas entender de mecânica, a ponto de saber desmontar rodas de diversos tipos de moto, não. O mínimo que você deve saber antes de pegar uma estrada de verdade é ter noção de como retirar as rodas para que o profissional faça o serviço na borracha. Ter as ferramentas é fundamental, e todas motos saem de fábrica como um kit para este fim. A sua moto tem o jogo completo?

Outro componente que dá dor de cabeça em viagem é o sistema de transmissão. Sua moto tem eixo cardã ou correia dentada? Se sim, parabéns, pois são sistemas que, se bem tratados (leia as recomendações no manual do proprietário), têm uma vida útil longa e não exigem regulagem. No entanto, a maioria das motos tem mesmo o velho sistema de transmissão por corrente que, junto ao famoso pinhão e a popular coroa, forma o que se chama vulgarmente de “relação”.

Assim como pneus, conjunto de transmissão bom é o novo. Do trio que compõe a tal “relação”, a corrente é o elemento mais delicado e que merece maior atenção – leia-se lubrificação.
Se estiver viajando por estrada de terra, a frequência dessa lubrificação deve ser grande. Quanto? Vai depender do clima: se chuvoso, pelo menos a cada 200-300 km rodados; com tempo seco, a cada 1.000 km, pelo menos. E o produto deve ser aquele moderno, aderente, mais importante em sua bagagem do que seu desodorante.

Ainda no aspecto técnico, há dois pontos que são geradores de dor de cabeça, especialmente em motos mais velhinhas: sistema elétrico e cabos.
Ter fusíveis de reserva (e saber onde estão os fusíveis que eventualmente podem ter queimado) é outro assunto em que o manual do proprietário (ou seu mecânico) pode te ajudar. Já que vai levar fusíveis, leve também lâmpadas, ao menos três: uma de pisca, uma de freio/luz de posição (geralmente bifilamento) e a principal, e mais cara, a do farol.

Quanto aos cabos, de embreagem acelerador e (se houver) de freio, lembre-se que lubrificação é sempre bem-vinda, e que cabo duro de acionar, que range – ou ambos – é indício de problema.
De resto, evidentes conselhos são verificar se seus freios não estão no limite de desgaste, se a troca do óleo e filtro (se houver) é necessária e se o filtro de ar está devidamente limpo e desobstruído.

Na hipótese de uma viagem longa, uma boa conversa com seu mecânico de confiança é necessária: ele sabe (e você deveria saber também) para quando estará programada a próxima manutenção e o que pode ser antecipado para poder viajar sem susto. Não tem mecânico de confiança? Bem, arranje ao menos um mecânico para te aconselhar o que vale a pena fazer em termos de manutenção preventiva.

Um ponto delicado para quem roda Brasil afora é o abastecimento. A qualidade do combustível varia muito e não é difícil encontrar a famosa “batizada” sendo vendida como gasolina boa. Alguns efeitos de gasolina ruim podem ser atenuados com filtros suplementares, algo que também deve ser tema de consulta a seu mecânico, que pode recomendar (ou não) esse recurso, de acordo com o tipo de moto que você tem.

Se sua moto tem malas laterais ou alforjes, assim como um baú e bolsa de tanque, sua vida está facilitada. Se não tem nada disso, saiba que quanto menos tralha se leva em uma moto, melhor.
Elásticos ou aquelas redes com vários ganchos são a clássica solução para fixar tudo à porção traseira do banco ou em um hipotético – e hoje cada vez mais raros – bagageiro traseiro.

E se você estiver acompanhando? Alforjes de cordura específicos para sua moto são uma boa solução, certamente melhor do que carregar uma mochila no peito e outra nas costas do acompanhante, coisa que reduz a mobilidade e pode cansar.

É importante lembrar aos menos experientes que uma moto – qualquer que seja – é um veículo muito sensível às variações de carga, o que pode mudar substancialmente o comportamento dinâmico em curva, frenagem ou mesmo nas retas, em situação de mudanças rápidas de faixa de rolamento.
A bagagem jamais pode ser fixada à moto de modo frouxo, que permita sua movimentação, pois isso pode ser desastroso em uma situação que exija uma manobra mais decidida.

Quanto ao seu conforto, o elementar conselho é usar um traje que ofereça proteção e ao mesmo tempo não seja incômodo: algumas calças e jaquetas parecem ser o máximo em termos de segurança por conta dos elementos rígidos colocados nas partes mais afetadas em acidentes, como antebraços, cotovelos, ombros, joelhos e canela, mas, ATENÇÃO, pois o desconforto causado por essas verdadeiras armaduras pode ser mais prejudicial que usar trajes não tão extremos, mas dentro dos quais a vida é melhor...

Pelo mesmo caminho vão as proteções das extremidades: capacete, luva e botas. Aperto não pode nem nos pés, mãos e muito menos na cabeça, no entanto, um capacete bom não deve rodar na sua cabeça quando você a agita rapidamente de um lado para outro.

Uma entrada excessiva de ar, sem chance de regular a ventilação, é ruim em estrada, pois resseca os olhos, causando irritação e problemas de visibilidade. Chato também é o capacete ruidoso e contra isso a solução é difícil: ou seguimos conselhos de amigos/vendedores de lojas ou... gastamos dinheiro, pois, invariavelmente, as marcas mais caras são as mais silenciosas e confortáveis em todos os aspectos.
As luvas justas são outro problema, pois, depois de horas ao guidão, as mãos incham e elas podem causar problemas de formigamento e perda de sensibilidade.

Mesmo se você acha que o banco de sua moto é ótimo, em viagens longas, com distância acima de 500 km/dia, ele se tornará um inimigo de seu traseiro. A posição obrigada, constante, agravada eventualmente pela presença de um garupa que não permita muito movimento, faz o humor cair a níveis pavorosamente baixos.
Solução? A almofada de gel. Há modelos específicos para motos, mas até mesmo aquelas que são vendidas em casa de artigos cirúrgicos servem. Fixada com elásticos finos ou tiras de câmera de ar, certamente não oferecem um visual de concurso de beleza ao seu veículo, mas preservarão uma parte do corpo da qual dependemos de maneira fundamental em viagens de moto.

Outro acessório que é capaz de tornar uma viagem de horror em grande prazer é o para-brisa, que permite manter velocidades maiores sem que a massa de ar nos empurre para trás, fazendo com que o guidão seja agarrado de maneira como se fosse a única tábua boiando depois de um naufrágio.

Um toque final diz respeito à conformação e ao material das manoplas: nem sempre o que é bom para um serve para outro. O mercado de reposição/paralelo oferecem manoplas com borracha de densidades diferentes e idem com relação aos diâmetros da empunhadura. Coisa sutil, mas que pode fazer a diferença na hora de apoiar as mão nelas durantes horas, dias ou até semana às vezes. Pesquisar, buscando alternativas às originais pode trazer bons resultados.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um feliz Natal

A todos nossos amigos parceiros, leitores, seguidores e colaboradores, desejamos de coração um Feliz Natal, junto com seus familiares e aos que amam. Que o Senhor Deus em sua infinita graça possa não somente manter, mas multiplicar os motivos de sua alegria e que em todo o tempo não nos esqueçamos de ser grato ao nosso Criador.
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o seu principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaias 9:6) 
Que o Senhor JESUS Possa nascer em nossos corações todos os momentos de nossas vidas,
Nilson Silva

domingo, 22 de dezembro de 2013

Nova Yamaha R25 2014 (Será que vem para o Brasil?)


Veja o Vídeo

A nova Yamaha R25 ainda sem previsão de ser lançada por aqui. Mas o nosso mercado é bem competitivo nesse segmento. Temos as Kawasaki Ninja 250 e 300, esta última a líder do segmento; A Dafra Roadwin 250 e a Kasisnki Comet GTR 250. A Honda CBR 250 está sendo tirada de linha. E o que a nova R25 teria de bom, de diferente? O motor de dois cilindros e refrigeração líquida, que possibilita ótimo desempenho em altas rotações e bom torque em rotações baixas, o que favorece a condução em vias urbanas.
Depois da Fazer 150, esperamos sinceramente que a Yamaha lance algo verdadeiramente novo por aqui. Que venha esta pequena esportiva. Será com certeza a moto de entrada pra quem gosta marca Yamaha e tem sonho de adquirir uma R1.

A BMW Motorrad apresenta (na Alemanha), a nova BMW F 450 R.

Recheada de tecnologia e com motor de 48 cv, que faz mais de 26 Km por litro, a nova naked premium da BMW promete mexer com o mercado! Por: ...