quarta-feira, 24 de junho de 2015

GS Trophy 2015, promovido pela BMW Motorrad, terá etapa qualificatória feminina pela primeira vez

 Serão 10 mulheres selecionadas para a etapa qualificatória, que ocorrerá na África do Sul. 

Fonte: BMW Group PressClub Brazil
Pela primeira vez na história do evento, a BMW Motorrad está organizando, globalmente, uma etapa qualificatória feminina para o GS Trophy 2015. A marca fará uma pré-seleção de 10 mulheres do mundo todo para fazer parte desta classificatória, que será realizada entre 9 e 16 de setembro de 2015 na África do Sul, com todos os custos com a viagem e participação pagos pela BMW Motorrad.
As três melhores classificadas nesta etapa feminina participarão da final internacional do GS Trophy, junto com as equipes masculinas, que ocorrerá no sudeste asiático, no início de 2016. Todos os custos com a viagem e participação na final também serão pagos pela BMW Motorrad.
Para fazer parte do processo seletivo, as interessadas – proprietárias de motocicletas BMW ou não - deverão fazer um cadastro em um formulário online - http://www.bmw-motorrad.com.br/br/pt/index.html?content=http://www.bmw-motorrad.com.br/br/pt/fascination/gs_trophy_2016/overview.html?x=teste%20 - respondendo a algumas perguntas e cadastrando o link de um vídeo em que mostrem suas habilidades de pilotagem com uma motocicleta, até o dia 26 de junho.

GS Trophy Brasil 2015: a etapa qualificatória brasileira do evento já tem data para acontecer. Será entre 21, 22 e 23 de agosto de 2015 e classificará três participantes para participarem da grande final mundial do evento, que ocorrerá no sul da Ásia, no início de 2016. O local do evento e detalhes para participação serão divulgados oportunamente.

GS Trophy:  é um desafio de enduro tradicional promovido pela BMW Motorrad, com testes que envolvem habilidade, resistência e diversão. No evento, os participantes encaram provas off-road a bordo de suas próprias motocicletas BMW GS, demonstrando habilidades e resistência. Há etapas classificatórias no mundo todo e uma final mundial, que define um campeão por ano.

domingo, 21 de junho de 2015

Jetro Salazar vence em Ilha Comprida

Jetro Salazar

Equatoriano conquistou a segunda bateria da Pró e terminou a etapa na terceira posição

Fonte: X Motos do Brasil
Jetro Salazar conquistou sua primeira vitória em bateria do Arena Cross e garantiu um lugar no pódio da categoria Pró na terceira etapa da temporada 2015. Com o resultado, Salazar quebrou a sequência de vitórias de Paulo Alberto, que venceu cinco das seis baterias realizadas até o momento no ano. A prova foi disputada neste sábado, 20 de junho, em Praia Comprida, litoral Sul paulista.
Salazar ficou em terceiro no resultado geral da etapa, fazendo 7-1, e manteve o sexto lugar na classificação geral, diminuindo a diferença para os concorrentes. “Esta foi minha primeira vitória no Arena e devo muito a meu pai, que me treinou nas últimas semanas. Fiz uma segunda bateria sem quedas, nesta pista que estava muito destruída”, avalia.

Miguel Cordovez terminou a etapa na nona posição após duplo nono lugares nas baterias da classe Pró. Cordovez ocupa ainda a nona colocação na classificação do campeonato. Léo Souza, na categoria MX2, terminou a prova em Ilha Comprida em nono lugar e está em sétimo na classificação do campeonato.

Resultado:
Pró
1) Paulo Alberto (1-3)
2) Jean Ramos (2-2)
3) Jetro Salazar (7-1) | Escuderia X
9) Miguel Cordovez (9-9) | Escuderia X

MX2
1) Hector Assunção
2) Pepê Bueno
3) Eduardo Lima
9) Léo Souza | Escuderia X

Classificação:
Pró
1) Paulo Alberto 117 pontos
2) Jean Ramos 97 pontos
3) Carlos Campano 83 pontos
4) Adam Chatfield 82 pontos
5) Wellington Garcia 68 pontos
6) Jetro Salazar 66 pontos | Escuderia X
9) Miguel Cordovez 35 pontos | Escuderia X

MX2
1) Eduardo Lima 48 pontos
2) João Ribeiro 46 pontos
3) Hector Assunção 40 pontos
4) Pepê Bueno 36 pontos
5) Enzo Lopes 36 pontos
7) Léo Souza 26 pontos | Escuderia X
10) Rodrigo Lama 19 pontos | Escuderia X

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Macacão MSR da Top Line Trading é o mais novo patrocinador do Moto 1000 GP

Marca vai privilegiar GPR 250 e manifesta disposição para parceria na criação de uma categoria de formação para pilotos ainda mais jovens

Fonte: Grelak Comunicação
A marca de macacões personalizados MSR, produto exclusivo da Top Line Trading Import, empresa especializada em comércio internacional, é a mais nova patrocinadora do Moto 1000 GP. O apoio da marca, em um primeiro momento, será direcionado à GPR 250, categoria de formação de pilotos do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Os pilotos das demais categorias do evento – GP 1000, GP 600 e GP Light – terão preços diferenciados para aquisição dos produtos da marca.
Os macacões MSR para uso nas ruas, estradas e pistas de competição são customizados em relação a tamanhos e cores e têm personalização, tornando-o um produto único, também, dos espaços destinados à aplicação das marcas dos patrocinadores de cada piloto. “Além do mercado, visamos ganhar visibilidade e associar a imagem do produto ao Moto 1000 GP”, declarou o diretor da Top Line, Rodrigo Cunha de Figueiredo, de 37 anos.

Figueiredo conheceu o evento em 2014, quando esteve em Santa Cruz do Sul acompanhando a primeira etapa do Brasileiro de Motovelocidade. “O nível da competição e o profissionalismo das equipes me impressionou”, admitiu, revelando desde já que o apoio à GPR 250 “não é simbólico”. A marca manifesta interesse em participar junto do Moto 1000 GP da criação de uma categoria para pilotos ainda mais jovens terem iniciação sólida na motovelocidade.

Tais intenções foram apresentadas formalmente ao diretor do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler. “Já adiantei ao Gilson que temos interesse no projeto de uma categoria ainda menor, para motos entre 100 e 150 cilindradas, para o ano que vem”, contou Figueiredo. A proposta ajusta-se ao projeto que Scudeler já tem em fase de desenvolvimento, de implantar no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade uma categoria para pilotos jovens e iniciantes.

Scudeler observa que macacões personalizados como os da MSR da Top Line, eliminam uma das dificuldades que a nova categoria teria de superar. “As diferenças de altura, tamanho e peso entre os pilotos ainda mais jovens da nova categoria serão maiores que entre os da GPR 250, onde os garotos começam a competir a partir dos 11 ou 12 anos. É uma dificuldade que a Top Line nos possibilitou eliminar desde já”, citou.

Ex-piloto e detentor de sete títulos brasileiros nas categorias máximas da motovelocidade, Scudeler reconhece em sua prática a importância e a validade de se dispor de produto personalizado. “Os novos pilotos já vão começar com a segurança de um equipamento importante como o macacão ajustado às suas demanda”, citou. “Trabalhamos há tempo nessa nova categoria, que está pronta para vir à pista e dá um novo passo com a chegada da Top Line”, finalizou.
A temporada do Moto 1000 GP terá sequência no dia 28 de junho em Goiânia, com o GP Michelin.

Bateria MotoBatt chega ao Brasil para conquistar a liderança do mercado

Tecnologia patenteada possibilita maior potência do mercado. Única do mundo com quatro pólos.

Fonte: Grelak Comunicação.
Evolução é a palavra chave para descrever a MotoBatt, marca de baterias para motos que chega ao Brasil com sua linha completa: de 4 a 32 Ah - entre as tecnologias GEL e AGM – e que se destacam por serem as únicas com quatro pólos do mundo. A MotoBatt é de origem americana e possui produtos que são sucesso de vendas em mais de 26 países.
Seus diferenciais superam em qualidade e performance, isso graças às inovações exclusivas patenteadas pela empresa. As baterias MotoBatt têm o maior CCA do mercado, em média 20% maior potência que as demais concorrentes. “Diferente do que muitos pensam a amperagem não é a característica mais importante em uma bateria e sim seu CCA (Cold Cranking Ampère - Corrente de Arranque a Frio) que indica a corrente máxima que a bateria pode fornecer na partida (principal função da bateria). Com isso, quanto maior for o CCA, melhor será o desempenho da bateria e maior será sua vida útil”, afirma João Henrique Montani, diretor da MXF Motors, empresa que traz a novidade para o mercado brasileiro.

A MotoBatt é única do mundo com quatro pólos, o que possibilita encaixe em diferentes motores. “Isso, juntamente com os espaçadores, faz com que 38 de nossos modelos substituam 208 modelos presentes no mercado. Além de prático, isso gera ao lojista uma redução de espaço no estoque de até 85%”, explica Montani.

As baterias MotoBatt estão disponíveis de 4 até 32 amperes e nos formatos Gel e AGM, sendo que em ambos seguem altos padrões de qualidade, que incluem forte controle da pureza do chumbo utilizado.

As baterias AGM são resistentes à vibração e por isso indicadas para veículos de alta performance e de maior cilindrada. A MotoBatt AGM retém a carga por mais tempo, e por isso beneficia o motociclista de final de semana, pois este não necessita dar carga na bateria toda vez que for utilizar sua moto.

Com pouco mais de 10 anos de existência, a MotoBatt está presente em 26 países de todos os continentes. Possui fábrica nos Estados Unidos e na China com altos padrões tecnológicos e de qualidade internacionais. A marca é a patrocinadora oficial da AMA, maior organizadora de campeonatos duas rodas do mundo.

No Brasil, os produtos MotoBatt possuem certificação Inmetro e são selados, livres de manutenção. Sua representante exclusiva, a MXF Motors do Brasil, disponibiliza também carregadores e testadores de bateria.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Brasilia Motocapital 2015: Banda Suricato confirma presença.



Tudo junto e misturado. Banda que se define como indefinida, (entendeu?), vai tocar no maior evento de Motociclismo da América Latina.

Fonte: Brasilia Motocapital
Eles viviam em paz sobrevivendo aos ataques de desejo. Até que chegou o dia em que o grupo conquistou o segundo lugar no SuperStar. Com a repercussão do programa global, o Suricato ganhou fama, conquistou a crítica e está sendo apontado como uma das melhores bandas do cenário musical brasileiro.
Com um som repleto de Folk, Blues, Rock e Pop, e que delicia quem escuta pela harmonia de seus acordes, a banda desembarca em Brasília no próximo mês. O grupo é uma das principais atrações musicais da XII edição do Brasília Motocapital. O show do Suricato está marcado para o dia 24 de julho. Este ano, o Brasília Motocapital será realizado de 22 a 26 de julho no Parque de Exposições da Granja do Torto.

O grupo carioca com nome de bicho africano é formado por Gui Schwab (gaita, guitarras, violões, viola caipira, mandolim e outras cordas), Raphael Romano (baixo), Pompeu Pelosi (bateria e percussão) e Rodrigo “Suricato” Nogueira (voz, guitarras, violões, ukulele, dobro). Rodrigo, fundador da banda, é cria da Tijuca, no Rio. Foi ele quem contou os detalhes do show que vão fazer no Brasília Motocapital. 

A seguir, a entrevista:
BMC: Você ou alguém do grupo tem ligação como motociclismo?
Rodrigo “Suricato” Nogueira – Não. Nem eu nem ninguém do grupo. Mas eu tive um amigo muito apaixonado por moto. E eu acho que o som que os motociclistas ouvem é muito parecido com o nosso. Eles curtem muito Blues, nós também.

BMC: Como será o show no Brasília Motocapital?
Rodrigo – Baseado no disco Sol-te. Basicamente 70% do show baseado neste álbum e uns 30% em versões.

BMC: Como foi a participação no SuperStar da Globo e ter saído de lá como segundo colocado?
Rodrigo – O programa ajuda demais. Foi muito interessante. Ele nos tornou conhecido em todo o País. Agora, é trabalho. Para ter uma carreira consolidada, é preciso muito trabalho, que é o que nós temos feito. Agora, a TV ela é muito legal. E ver que ela está revelando novos artistas… Foi assim com o Caetano, com os Secos e Molhados na época dos festivais.

BMC: O show no Brasília Motocapital será o primeiro na capital federal?
Rodrigo – Não. Já tocamos na cidade três vezes. Toquei em Brasília, inclusive, com o Erasmo (Carlos). Fui guitarrista dele.

BMC: Como vocês se definem?
Rodrigo – O brasileiro é o povo mais estrogonofe com feijão. A gente não tem pudor de misturar. Nossa música é galgada em muitas referencias. É uma mistura de Blues com instrumentos exóticos.

Kawasaki Vulcan S desembarca no Brasil a partir de R$ 25.990

Modelo custom possui um já conhecido motor bicilíndrico de 649 cc. Motocicleta chega em branco ou preto (sem ABS) e roxo (com ABS).

Publicado no portal G1 em 17/05/2015
Como anunciado em março, a nova safra da Kawasaki vai chegando aos poucos ao mercado brasileiro. Agora é a vez da inédita Vulcan S, que chega às concessionárias com preço sugerido a partir de R$ 25.990.
O preço básico é válido para as versões sem freios ABS e apenas nas cores branco ou preto. Quem quiser o sistema de frenagem antibloqueio, terá que desembolsar R$ 2 mil a mais e se contentar com a cor roxa apenas.

A custom possui motor bicilíndrico de 649 cc, já conhecido por equipar os modelos Versys 650, ER-6n e Ninja 650. Em dados divulgados pela empresa na Europa, a Vulcan S pode atingir 61 cavalos de potência máxima e 6,4 kgfm de torque limite.
Com câmbio de 6 marchas, a moto possui tanque de 14 litros de capacidade e o peso total é de 225 kg - 228 kg, quando equipada com ABS.

Mesmo com o mercado em baixa, a Kawasaki aposta em 5 lançamentos no Brasil em 2015, que vão desde a superesportiva Ninja H2, de 210 cavalos, até a renovação da linha Versys. Na semana passada, a empresa anunciou o preço da Z300, que vai brigar em um segmento em alta.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Reforma de autódromos leva Moto 1000 GP a mudar locais de duas etapas

Quarta etapa do Brasileiro de Motovelocidade é transferida de Interlagos para Campo Grande. Sexta etapa passa de Brasília a Goiânia.

Fonte: Grelak Comunicação
O Moto 1000 GP anunciou nesta terça-feira (16) a mudança de sede de duas etapas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade de 2015. A quarta prova, prevista no calendário inicial para acontecer em São Paulo (SP), está transferida para Campo Grande (MS). A sexta, programada para Brasília (DF), passa a ter como sede Goiânia (GO) – que também receberá a competição em sua terceira etapa, no dia 28 de junho, tendo em disputa o GP Michelin.
A mudança de local das duas etapas deve-se às obras de reforma do Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, em São Paulo, que já recebeu seis eventos do Moto 1000 GP desde a criação do campeonato em 2011, e do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, onde aconteceram etapas nos campeonatos de 2011, 2012 e 2014. O estágio de reforma tornou inviável a realização das corridas nestas duas pistas na atual temporada.

“Fizemos um bom planejamento para o calendário de 2015, incluindo as praças importantes e pensando no que internamente nós chamamos de EPPP – equipes, pilotos, patrocinadores e público”, diz o promotor do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler. “Ocorre que o cenário atual dos autódromos é de renovação. Isso quer dizer que temos inicialmente que abrir mão do uso por ora para que, no futuro, eles estejam mais modernos e seguros”, acrescenta.

A condição dos autódromos levou a direção do Moto 1000 GP a avaliar as opções disponíveis para substituição. “Um dos fatores que consideramos foi o nível de segurança que cada pista oferece para provas de motovelocidade. A melhor opção levarmos nossa quarta etapa para Campo Grande e a sexta para Goiânia. O importante foi que mantivemos as datas estipuladas desde o início. Era um compromisso do qual não abriríamos mão”, informa Scudeler.

Campo Grande recebeu o Moto 1000 GP uma única vez, na sétima e penúltima etapa do campeonato de 2013. “Aquela foi uma etapa de sucesso, com grande adesão do público, sendo considerada uma das melhores do ano. Goiânia é outro local que conta com um público fiel e apaixonado pelas provas de motovelocidade. O circuito de lá é um dos principais do Brasil, com um alto índice de segurança aos pilotos”, observa o promotor do campeonato.

Gilson Scudeler não disfarçou a decepção pessoal diante da exclusão da etapa brasiliense. “A etapa de Brasília foi a que reuniu nosso maior público em 2014, infelizmente não podemos brindar essa torcida com a presença dos melhores pilotos do Brasil. O caso de Interlagos é diferente, ainda teremos em Interlagos a última etapa do campeonato, no dia 29 de novembro. Vamos levar o Moto 1000 GP aos paulistas apaixonados por motovelocidade”, encerra.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Escuderia X conquista dois pódios em Paty do Alferes

Carlos Campano, ao centro

Rodrigo Lama deslocou ombro e passou por cirurgia no Rio de Janeiro

Fonte: X Motos do Brasil
A Escuderia X conquistou dois pódios neste fim de semana, 13 e 14 de junho, em Paty do Alferes, Rio de Janeiro, pela segunda etapa do Brasileiro de Motocross 2015. No sábado, Duda Parise conquistou a bateria da MX3, somando duas vitórias na temporada e colocando seis pontos de vantagem na liderança do campeonato.
“Foi uma vitória importante neste fim de semana, porque o campeonato está só começando. Nada está definido. Por isto, meu objetivo é manter o foco, continuar treinando e conseguir vencer todas as baterias até o fim do campeonato”, argumenta Duda Parise.
Duda largou na terceira colocação e logo assumiu a liderança após uma queda dos ponteiros. O piloto da Escuderia X, então, tratou de abrir vantagem e garantir sua invencibilidade na temporada. Ricardo Franzini sofreu uma forte queda na quarta volta e abandonou a corrida.

No domingo, quatro pilotos da Escuderia X entraram na pista para disputarem quatro baterias, duas da MX1 e duas da MX2. A primeira bateria da MX1 terminou com Jetro Salazar na nona colocação e Miguel Cordovez em décimo. Mas, na segunda bateria, transmitida pelo canal SporTV3, Salazar garantiu a terceira colocação, o que lhe colocou no pódio, com o quarto lugar no geral. Cordovez foi o 12º, ocupando o mesmo posto na classificação geral da rodada.

Na MX2, Rodrigo Lama garantiu a oitava colocação na primeira bateria e sofreu um grave acidente na segunda prova do dia. O piloto sergipano deslocou o ombro esquerdo e foi levado a um hospital no município de Miguel Pereira, a 120km da capital fluminense, onde passou por cirurgia ainda no domingo. “Estou muito triste com o que aconteceu, mas sei que no motocross isto faz parte. Conto com a torcida de todos para minha recuperação”, afirma Lama.

Léo Souza fez duplo décimo lugares em ambas as corridas do domingo, e terminou a etapa com o oitavo lugar geral. Lama, que abandonou a segunda bateria com a queda na sétima volta, ficou com a 14ª colocação.

Resultado
MX1
1) Carlos Campano (1-1)
2) Jean Ramos (2-2)
3) Paulo Alberto (3-4)
4) Jetro Salazar (9-3) | Escuderia X
5) Wellington Garcia (6-5)
12) Miguel Cordovez (10-12) | Escuderia X

MX2
1) Hector Assunção (1-1)
2) Enzo Lopes (3-2)
3) Gustavo Pessoa (2-3)
4) Pepê Bueno (5-4)
5) Fábio Santos (4-8)
8) Léo Souza (10-10) | Escuderia X
14) Rodrigo Lama (8-X) | Escuderia X

MX3
1) Duda Parise | Escuderia X
2) Milton Becker
3) Willian Guimarães
4) Richard Berois
5) Stefany Serrão
20) Ricardo Franzini | Escuderia X

Classificação
MX1
1) Carlos Campano 95 pontos
2) Paulo Alberto 85 pontos
3) Jean Ramos 82 pontos
4) Jetro Salazar 68 pontos | Escuderia X
5) Wellington Garcia 62 pontos
11) Miguel Cordovez 46 pontos | Escuderia X

MX2
1) Gustavo Pessoa 89 pontos
2) Hector Assunção 85 pontos
3) Eduardo Lima 76 pontos
4) Enzo Lopes 70 pontos
5) Pepê Bueno 67 pontos
8) Rodrigo Lama 43 pontos | Escuderia X
15) Léo Souza 22 pontos | Escuderia X

MX3
1) Duda Parise 50 pontos | Escuderia X
2) Milton Becker 44 pontos
3) Willian Guimarães 34 pontos
4) Richard Berois 34 pontos
5) André Stocovich 32 pontos
21) Ricardo Franzini 7 pontos | Escuderia X

sábado, 13 de junho de 2015

Classe Evo recebe aprovação e atrai novos pilotos ao grid do Moto 1000 GP

Marciano Santin/Honda Racing

Categoria implantada neste ano fomenta evolução técnica e aumenta visibilidade de competidores do Brasileiro de Motovelocidade

Fonte: Grelak Comunicação.

Principal novidade do Moto 1000 GP na temporada de 2015, a criação da classe Evo nas categorias GP 1000 e GP 600 tem proporcionado um novo panorama no Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. Voltada a pilotos que têm suas carreiras em fase de evolução e que buscam seu espaço nas séries principais do Brasil e do exterior, a Evo teve aprovação dos pilotos envolvidos e vem respondendo pelo ingresso de novos nomes na competição.
“O Moto 1000 GP é um Campeonato Brasileiro, mas com nível de pilotos internacional, muito competitivo”, observa Victor Moura, paranaense que lidera a GP 1000 Evo. “A nova categoria veio para agregar maior visibilidade a pilotos que estavam parados e retornam agora. É nossa oportunidade de aparecer na vitrine com nossos patrocinadores, de estar no pódio”, acrescenta o piloto da M2B Racing, que obteve segundos lugares nas duas primeiras etapas.

O GP Petrobras, que abriu a temporada da GP 1000 Evo em Curitiba, foi vencido pelo paulista Diego Pretel, inscrito com a Ducati da equipe DRT. O GP Cascavel teve vitória do também paulista Nick Iatauro, do Team Suzuki-PRT. “Em Curitiba andei forte, acompanhando os ponteiros. Em Cascavel faltou um pouco. A Evo é justamente para isso, para se preparar bem tendo a referência dos pilotos mais experientes”, opina Iatauro, vice-líder da GP 1000 Evo.

Piloto de motos há 15 anos e dono de três títulos da categoria 250cc na versão anterior do Campeonato Brasileiro, o gaúcho Marciano Santin lidera a GP 600 Evo com uma vitória e um segundo lugar. “Apesar de estar em quarto na GP 600 e liderando a Evo, é difícil acompanhar o ritmo. Estou com 38 anos, uma idade avançada para este esporte, a Evo me deu mais ânimo”, conta. “O bom é que a novidade incentivou novos pilotos a virem para a pista”, diz.

A vice-liderança do campeonato é do baiano Marcelo Dias, da 2MT-PRT, que a exemplo de Santin pilota uma Honda. “No ano passado fui o décimo no campeonato geral, consegui um quinto lugar. O nível é muito alto, pude evoluir bastante”, depõe. “A criação da categoria Evo incentiva essa evolução e nos dá chance de aumentar a visibilidade dos nossos patrocinadores. Essa motivação é fundamental para essa evolução se tornar realidade”, considera.

Os pilotos da categoria Evo compõem os mesmos gris da GP 1000 e da GP 600, com classificação de corridas e campeonato distintas. Eles pontuam no campeonato principal. “Como o grid é um só, nada impede os pilotos da Evo de competirem com os líderes da categoria principal. Isso já vem acontecendo. O meu foco, por exemplo, é aproveitar essa fase de evolução para estar entre os primeiros da geral”, frisa o paranaense Moura, líder da GP 1000 Evo.

A terceira etapa do Moto 1000 GP colocará em disputa o GP Michelin no dia 28 de junho, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia. As motocicletas do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade utilizam a gasolina Petrobras Podium e o óleo lubrificante Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da Michelin. O Moto 1000 GP conta ainda com apoio de Beta Ferramentas, Puig, Servitec, LeoVince, Shoei e Tutto Moto.

MOTO 1000 GP – CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO
(Tabela de pontuação após 2 de 8 etapas)
GP 1000 Evo
1º) Victor Moura (PR/BMW), M2B Racing, 40
2º) Nick Iatauro (SP/Suzuki), Team Suzuki-PRT, 34
3º) Diego Pretel (SP/Ducati), DRT, 25
4º) Ian Testa (DF/Ducati), DON Racing Team, 16
5º) Luís Fittipaldi (DF/Kawasaki), JC Racing Team, 13
6º) André Paiato (SP/BMW), Motonil Motors-PDV Brasil, 11
7º) Marcos Salles (PR/BMW), MS Racing Team, 10
GP 600 Evo
1º) Marciano Santin (RS/Honda), Santin Racing, 45
2º) Marcelo Dias (BA/Honda), 2MT-PRT, 29
3º) Flávio Pavanelli (SP/Kawasaki), Motonil Motors-PDV Brasil, 25
3º) Márcio Bortolini (PR/Honda), Mabo Racing, 25
5º) Sérgio Prates (SP/Kawasaki), JC Racing Team, 18
6º) Juliano Soder (PR/Yamaha), Soder Racing, 16
7º) Thiago Fonseca (PE/Yamaha), 2MT-PRT, 13
8º) Breno Pinto (AP/Yamaha), 2MT-PRT, 11
8º) Victor Luciano (SP/Kawasaki), Walmax Racing, 11
10º) Douglas Pecoraro (SP/Kawasaki), Walmax Racing, 10

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Brasila Motocapital 2015: Espaço mulher se consolida e volta a ser atração no evento.

Meninas, preparem-se. Brasília Motocapital 2015: 12 anos de moto, espírito e aventura. Só vendo, só vindo!

Sucesso no ano passado, o Espaço Mulher está de volta ao Brasília Motocapital em 2015 E agora ainda mais completo. A área reservada exclusivamente para as mulheres motociclistas, que cada vez mais marcam presença no evento, vai oferecer serviço de SPA, esmalteria e maquiagem. O Espaço também poderá servir para compras – uma boutique exclusiva com roupas do estilo rocker será montada – e atrações variadas como apresentações de pole dance e dança do ventre, cursos de maquiagem com Letícia Brandão e de segurança no trânsito, a cargo do Geduc-Detran, além de outras palestras com temas variados.
Outra novidade preparada pelo Mulheres em Movimento, responsável pelo Espaço Mulher, é a parceria com a Federação dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade do DF. Juntos, eles vão oferecer a atração Olhar Brasília. “Quem for de fora e quiser conhecer os principais cartões postais da cidade vai poder fazer um city tour”, antecipa Andréia Oliveira de Jesus, produtora-executiva do Mulheres em Movimento e coordenadora do Espaço Mulher.

“No ano passado o Espaço Mulher foi um sucesso. Resolvemos, então, ampliar, já que estamos percebendo, a cada ano, que o número de mulheres motociclistas, ou mesmo garupas, têm aumentado”, conta Andréia, que é motociclista há 23 anos e há 16 integra o Moto Clube Vulcanas. Durante a edição deste ano do Brasília Motocapital, que acontece de 22 a 26 de julho no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, o Espaço Mulher também vai promover o sorteio de uma moto.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Yamaha aposta em nova moto urbana com motor de 2 cilindros, a MT-25

Modelo foi lançado na Indonésia e será vendido em mercados emergentes. Baseada na esportiva R25, MT possui motor de 2 cilindros e 250 cc.

Publicado no portal G1 em 09/06/2015
A Yamaha segue expandindo sua linha MT ao redor do mundo, que está presente no Brasil com as motos MT-07 e MT-09. Nesta segunda-feira (8), a empresa revelou a inédita MT-25, modelo com motor de 2 cilindros e 250 cc, que começa a ser produzido e vendido na Indonésia.
De acordo com a empresa, a motocicleta está nos planos de muitos locais, inclusive, de mercados emergentes.
O modelo urbano foi baseado na pequena esportiva YZF-R25, mas trocou as carenagens por um visual de naked e novo farol na dianteira. Além disso, recebeu alterações na posição de pilotagem para se tornar mais confortável em condução na cidade - seu peso é de 165 kg.

Como em alguns locais, como na Europa, a YZF-R3, com motor de 321 cc, é vendida no lugar da R25, existe a possibilidade da criação de uma variante MT-03 para certos mercados, algo ainda não confirmado pela Yamaha.
Na Indonésia, a expectativa da empresa é vender 10 mil unidades durante o primeiro ano.

A BMW Motorrad apresenta (na Alemanha), a nova BMW F 450 R.

Recheada de tecnologia e com motor de 48 cv, que faz mais de 26 Km por litro, a nova naked premium da BMW promete mexer com o mercado! Por: ...