segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Guilherme Cascaes é terceiro colocado no Brasileiro de Enduro de Regularidade

Guilherme Cascaes
Piloto do Team Rinaldi fecha a temporada com a segunda posição no Enduro de Três Rios (RJ)
Fonte: Mundo Press.
Guilherme Cascaes confirmou o terceiro lugar na categoria Master do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade, que teve fim neste domingo. O piloto do Team Rinaldi fechou a temporada com a segunda colocação no Enduro de Três Rios, no Rio de Janeiro. O catarinense possui em seu currículo o bicampeonato nacional, nos anos de 2012 e 2011.
“O resultado mostra como o Brasileiro de Regularidade está acirrado. A disputa da categoria foi bastante sadia e decidida em detalhes, sempre é muito bom estar na briga pelo título”, comentou Cascaes. O campeão de 2013 foi o paranaense Emerson Loth “Bombadinho”. “Liderei grande parte do campeonato, mas tive problemas em algumas provas no final. Agora é hora de analisar os erros e acertos para o ano que vem”, explicou.
No Rio de Janeiro, que sediou a 15ª e a 16ª etapas do calendário, o final de semana apresentou condições diferentes. “Larguei em primeiro no sábado e as trilhas estavam bastante secas. Choveu à noite e durante a prova de domingo, mudando completamente o terreno, que ficou bastante molhado”, relatou. O vencedor do Enduro de Três Rios foi o capixaba Sandro Hoffmann.

Cascaes volta às trilhas nos dias 19 e 20 de outubro, quando acelera nas últimas etapas do Catarinense de Regularidade em busca do pentacampeonato. O piloto utiliza nas provas os pneus Rinaldi HE40 na dianteira e SR39 na traseira.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

MV Agusta "nacionaliza" todos os modelos vendidos no Brasil

MV Agusta confirma mais 3 novidades para o ano que vem no Brasil. E diz que toda sua linha será nacional até julho próximo.
Publicado no G1.com em 26/09/13
A MV Agusta apresentou nesta quinta-feira (26), no Brasil, as motos Rivale 800 e Brutale 800, inéditas para o mercado brasileiro. Elas serão atrações da marca no Salão Duas Rodas, que começa no próximo dia 8, em São Paulo, mas as vendas só começarão no ano que vem.
A Brutale 800 chega em março e a Rivale 800, em julho. Os preços não foram divulgados. Ambas serão montadas em Manaus, na fábrica da Dafra.
No entanto, a representante da marca italiana no Brasil afirmou nesta quinta que todos os modelos da MV vendidos no país serão nacionalizados até julho de 2014. Ou seja, serão fabricados no Brasil no sistema CKD (Complete Knocked Down), quando a moto chega desmontada ao país.
"A intenção é ter mais sincronia com a Itália. Até julho do próximo ano, 100% dos modelos MV Agusta serão nacionalizados", disse Creso Franco, presidente da Dafra, responsável pela operação da MV Agusta no Brasil. "Oferecendo melhores condições, esperamos que nossa rede cresça", completou Creso. Atualmente, existem 9 concessionárias da MV Agusta espalhadas pelo país.
A MV anunciou ainda mais 3 novidades para o mercado local. No mês que vem será lançada a esportiva F4 RR ABS tetra cilíndrica atualizada, ainda importada da Itália, por R$ 99.900. Em março de 2014, o modelo também será montado em Manaus.

A naked (moto sem carenagem) Brutale 1090 RR, de quatro cilindros, também virá renovada, em outubro. E em março do ano que vem, junto com a Brutale 800, a MV lançará no Brasil outra esportiva, a F3 800, também nacionalizada; ambas com motores de 3 cilindros.
"Acredito muito no segmento de médias esportivas. Certamente, não será a mais barata, mas será competitiva", explicou Creso.
A Rivale 800 fez sua estreia mundial no Salão de Milão 2012, mas a produção será iniciada somente entre novembro e dezembro deste ano, na Itália. O modelo é equipado com motor de 3 cilindros de 798 cc, que gera 125 cavalos de potência, o modelo quebra com a tradição da marca italina, conhecida por suas esportivas e nakeds.
Apesar de ter como base a naked Brutale 800, a Rivale possui estilo chamado de supermotard, que mistura visual que lembra motos off-road, com alta performance no asfalto.

"O modelo marca a primeira aventura da MV Agusta fora dos segmentos tradicionais", disse Marcus Vinícius Santos, gerente da MV Agusta Brasil.
Como costume nas motos da empresa, a estética prima pelos detalhes, o que levou a Rivale a ser eleita a "moto mais bela" do Salão de Milão 2012. Com 170 kg, peso considerado leve para sua cilindrada, a moto possui chassi do tipo treliça com misto de aço e alumínio.

O acelerador é eletrônico e o painel totalmente digital. Em relação às esportiva e nakeds, a Rivale proporciona uma ergonomia mais confortável, pois não deixa o piloto em posição muito agressiva em cima da moto. Suas suspensões são mais altas do as de outras MV, deixando-a em melhor condição para terrenos mais irregulares.

Mesmo na Itália, onde a moto ainda não é vendida, a ficha completa não foi divulgada. No entanto, a MV Agusta declarou que o modelo contará com controle de tração e freios ABS.
A Brutale 800 também foi atração em Milão. O modelo inédito completou a família de nakeds esportivas da empresa, que possui versões de 675 a 1090 cilindradas. Utilizando o mesmo motor de três cilindros da Brutale 675, que teve sua cilindrada aumentada para 798 cm³, a nova moto tem 125 cavalos de potência máxima e 8,23 kgfm de torque.
De acordo com a MV, as suspensões da Brutale 800 são novas e possuem múltiplas regulagens. Em seu conjunto eletrônico, além da injeção, possui sistema integrado com acelerador eletrônico e controle de tração - com oito níveis para escolha.

Seu chassi é misto de aço e alumínio, trazendo leveza ao modelo: 167 kg, informa a montadora italiana. Os freios possuem dois discos (320 mm), na dianteira, e disco simples (220 mm), na traseira; também contam com ABS, de série.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Santa Cruz do Sul recebe etapa do Moto 1000 GP pela terceira vez

Sexta etapa do Brasileiro de Motovelocidade no circuito gaúcho tem suas corridas confirmadas para 20 de outubro
Fonte: Grelak Comunicação.
Aproximando-se de sua reta decisiva, a temporada 2013 do Moto 1000 GP terá no dia 20 de outubro as corridas de sua sexta e antepenúltima etapa, que vai levar o evento pela terceira vez ao Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul (RS). As provas no circuito de 3.530 metros, um dos mais seletivos do calendário do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, vão encaminhar a disputa pelo título nacional nas cinco categorias que o compõem.
“Voltar a Santa Cruz do Sul dos dá um ânimo especial. A pista é muito técnica, proporciona grandes disputas, e o público é apaixonado pelas corridas, acompanha, interage, proporciona um espetáculo ótimo”, diz o promotor do Moto 1000 GP, Gilson Scudeler. “A cada vez que vamos lá o resultado geral do evento é melhor, e estou certo de que, como tem acontecido em várias praças neste ano, vamos nos surpreender com o público em Santa Cruz do Sul”.

Em 2011, Santa Cruz do Sul recebeu o Moto 1000 GP na quarta rodada dupla. O paranaense Diego Faustino ganhou as duas provas da GP 1000. O catarinense Joniran Saling e o paulista Dudu Costa Neto ganharam na GP Light. Em 2012, na terceira etapa, as vitórias na pista foram dos argentinos Diego Pierluigi (GP 1000) e Gustavo Rodríguez (GP Máster), o paulista Renato Andreghetto (GP Light) e o gaúcho Rafael Bertagnolli (GP 600).

Moto 1000 GP: CBM mantém evento como Brasileiro de Moto velocidade para 2014

Gilson Scudeler e Firmo Alves
Presidente da Confederação frisa avaliação positiva da parceria com o evento “que deu certo e está crescendo sempre”
Fonte: Grelak Comunicação
“Uma experiência gratificante”. Foi com esta expressão que o presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo, Firmo Henrique Alves, definiu sua avaliação da parceria da entidade com o Moto 1000 GP, celebrada neste ano e que homologou a competição como Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. O dirigente acompanhou as corridas da quinta etapa, no último domingo (22) no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos, São Paulo (SP).
Criado e organizado pelo ex-piloto Gilson Scudeler, o Moto 1000 GP tem em disputa o título brasileiro nas categorias GP 1000, GP Light, GP Máster, GP 600 e GPR 250. “Até o ano passado nós tínhamos acordo com outro parceiro e optamos por mudar neste ano, passando ao Gilson a incumbência de promover o Campeonato Brasileiro. A avaliação é excelente, uma experiência bastante gratificante, seja na organização ou nos aspectos promocionais”, declarou.

Firmo Alves destacou a repercussão internacional do Moto 1000 GP. “O campeonato tem sido visto com bons olhos lá fora, já é conhecido por todos, o nível é bom e tem atraído pilotos estrangeiros”, disse. “Em termos de Brasileiro, nós perdemos muito tempo no passado, mas agora deu certo, está dando certo e crescendo sempre. Todos os representantes da CBM têm uma avaliação muito boa, e agora estou vendo com os meus próprios olhos”.

O presidente da Confederação Brasileira confirmou a manutenção do Moto 1000 GP como Campeonato Brasileiro de Motovelocidade em 2014. “Nós estamos satisfeitos e já decidimos pela continuidade. A organização em 2014 vai continuar nas mãos do Gilson Scudeler. A CBM não tem qualquer intenção de ser promotora do Campeonato Brasileiro, sou muito tranquilo para dizer. O campeonato tem dado certo e vai ser ainda melhor no ano que vem”.

A continuidade anunciada pelo presidente da CBM, segundo Scudeler, é reflexo dos resultados projetados e cumpridos. “Nós não assumimos apenas os compromissos de promover o Brasileiro e de fomentar o esporte. O trabalho é direcionado a formar profissionais em todas as áreas da motovelocidade. É uma contribuição nossa com a reconstrução da CBM, seguindo a conotação de profissionalismo e de continuidade da entidade”, avaliou.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Novidade mundial, Suzuki V-Strom 1000 já tem unidade no Brasil

Empresa não confirma comercialização do modelo no país. Nova geração foi apresentada no exterior, com controle de tração e ABS.
Publicado no G1.com em 24/09/13.
Principal novidade mundial da Suzuki neste ano, até agora, a nova geração da aventureira V-Strom 1000, foi apresentada no último sábado (21), mas ainda não tem data começar a ser vendida. O portal G1 afirma que uma unidade da moto já está no Brasil desde julho passado.
Como a moto chegou ao país em julho passado, antes mesmo da apresentação mundial, e a nova geração da V-Strom 1000 ainda não é vendida em nenhum lugar do mundial, somente a própria fabricante poderia trazê-la. Consultada, a J. Toledo, representante da Suzuki no país, não confirmou a venda da moto.O modelo foi produzido para competir no segmento aventureiro, como a BMW R 1200 GS,Triumph Explorer 1200 e Yamaha Super Ténéré. Outras possíveis rivais são Honda Crosstourer, Kawasaki Versys 1000, Ducati Multistrada e KTM 1190 Adventure.
Os dados do modelo já antecipavam a ficha técnica da aventureira, equipada com motor V2, com refrigeração líquida e injeção eletrônica, de 100 cavalos de potência e 10,5 kgfm de torque.

A nova DL 1000 chega para substituir o antigo modelo da aventureira, que parou de ser vendido no Brasil em 2011, mas seguiu fora do país, apesar de ter baixo volume. Além de visual e chassi totalmente novos, a V-Strom ganhou muitos avanços tecnológicos, como controle de tração, freios ABS e embreagem anti-deslizante.
De acordo com a empresa, a V-Strom 1000 é o primeiro modelo da marca a contar com controle de tração, sistema que impede a roda traseira de derrapar em acelerações, evitando quedas. O dispositivo possui dois modos, um mais intrusivo e outro mais brando, além de pode ser desligado.

O câmbio de 6 marchas também traz a inovação do sistema de embreagem anti-deslizante, que diminui os efeitos do freio motor, evitando o travamento da roda traseira em reduções de marchas bruscas. Segundo a Suzuki, os acionamentos de embreagem estão 13% mais leves, graças ao dispositivo assistido.
O aumento de cilindrada, de 996 cm³ para 1.037 cm³, foi conseguido graças ao aumento do diâmetro dos pistões, que passaram de 98 mm para 100 mm. O resultado é um aumento de potência de 98 cv para 100 cv, enquanto o torque saltou de 10,3 kgfm para 10,5 kgfm.

Quanto aos anéis, estão 15% menores e com menos atrito, o que contribui para a economia de combustível. Segundo a marca, o consumo médio atual é de 20,9 km/l, ante 18 km/l da antiga V-Strom. O novo tanque, no entanto, foi reduzido de 22 para 20 litros.

Velas de motocicletas exigem cuidados especiais

Velas em motocicletas trabalham em condições mais severas que em automóveis. Falta de manutenção oferece ainda mais riscos
Fonte: Print Press
Motocicletas possuem motores compactos que, na maioria dos casos, trabalham em condições mais severas que nos automóveis. Para minimizar o risco de panes indesejadas, a NGK, maior fabricante e especialista em velas de ignição do mundo, recomenda procurar profissionais de confiança para avaliar a necessidade de troca, o modelo recomendado, além de garantir sua correta aplicação, sem comprometer os demais componentes.

Os fabricantes de motocicletas indicam em seu plano de manutenção, no Manual do Proprietário, a quilometragem para troca das velas. Embora varie conforme as características de cada modelo, no geral recomenda-se a substituição a cada 12.000 quilômetros. Para evitar surpresas e panes, a NGK orienta o motociclista a solicitar uma inspeção a cada seis meses ou assim que o veículo atingir 3.000 quilômetros rodados.
O desgaste da vela de ignição pode gerar dificuldade na partida, falha de funcionamento, aumento no consumo de combustível, alto índice de emissões de poluentes e danos ao sistema de ignição. Os automóveis possuem vários cilindros, o que permite, em caso de emergência, que o proprietário se dirija a um lugar seguro. “Normalmente, os motores de baixa cilindrada são monocilíndricos, aumentando o risco de uma pane na ignição. Em uma situação de emergência, o uso da vela sem condição ideal será altamente prejudicial, ampliando a dificuldade ou impossibilitando totalmente a partida do motor”, explica Hiromori Mori, técnico da Assistência Técnica da NGK.

Além disso, o sistema bicombustível foi desenvolvido e aprimorado também para motocicletas e, assim como nos automóveis, traz a preocupação com a utilização em baixas temperaturas, principalmente por não possuir sistema de partida a frio. Por tal, a NGK reforça a necessidade de velas de ignição em bom estado.
Outra indicação do técnico é para que não force a ignição, caso verifique dificuldade. “Como a capacidade das baterias de motocicletas normalmente é menor, a insistência na partida pode esgotá-la rapidamente. Outro possível problema é o encharcamento da vela com combustível, causando um transtorno maior ao motociclista. Caso ocorra, é preciso aguardar até que o combustível evapore por completo”, esclarece Hiromori

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Moto 1000 GP: Alexandre Barros apresenta novos sócios da Alex Barros Racing

Equipe tem planos de alcançar novo patamar. Investidor
Coletiva de imprensa Alex Barros Racing
considera o evento Moto 1000 GP como o melhor e mais organizado do Brasil.
Fonte: Grelak Comunicação
A coletiva de imprensa produzida pela equipe Alex Barros Racing na tarde do sábado (21), no Autódromo de Interlagos, São Paulo, após os treinos classificatórios do Moto 1000 GP, serviu para o ex-piloto e atual chefe de equipe Alexandre Barros apresentar os novos parceiros, o modelo de gestão e objetivos na nova fase do time. O maior piloto da história da moto velocidade brasileira, com 21 anos de participação em mundiais mantém uma das principais equipes no evento Moto 1000 GP.
A chegada de Claudio Monteiro, que atua no mercado financeiro, e Gastão Fráguas, campeão mundial de Kart em 2005, com expertise em gestão e marketing, vai dar à equipe uma nova estrutura administrativa, financeira e de marketing, deixando ao ex-piloto e hoje chefe de equipe o foco na parte técnica e desenvolvimento da carreira de jovens pilotos. “A chegada de Claudio e do Gastão com a experiência e expertise de cada um vai elevar a equipe a um novo patamar”, avalia Barros. “Vai incrementar a parte administrativa, financeira e marketing. Vai me permitir dedicar mais à área técnica, de pista, que é onde eu posso fazer a diferença”, considera.

O plano da equipe Alex Barros Racing é trabalhar com um grupo de oito a 14 pilotos em todas as categorias do Moto 1000 GP em 2014. “O evento está crescendo e se expandindo, é o melhor campeonato para se trabalhar com jovens pilotos, brasileiros e da América do Sul, aprimorando além da parte técnica, tudo o que envolve a preparação de um piloto para as grandes competições na Europa. Vamos dar a eles uma estrutura e uma base que, por exemplo, eu e o Gilson não tivemos em nossa época”, se referindo ao tempo das carreiras dele e de Gilson Scudeler na Europa.

domingo, 22 de setembro de 2013

Moto 1000 GP: Argentino domina a etapa de Interlagos na GP 600.

Vitória na corrida deste domingo (22) deu o título de campeão
Sérgio Fasci
Paulista para Sergio Fasci
Fonte: Grelak comunicação.
O argentino Sergio Fasci venceu a quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, realizada neste domingo no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos (SP), neste domingo, (22). Largando da pole position, o piloto da MGBike Yamaha Racing completou as 12 voltas da categoria GP 600 com um tempo total de 24mins14s416. André Veríssimo, da Motrix Scigliano Racing, chegou em segundo na pista, mas foi desclassificado na vistoria por irregularidade técnica.Dudu Costa, que defende as cores da Mobil Rush Team herdou o segundo lugar, e Marcos Trotta, Motom, o terceiro. A vitória de Fasci também deu a ele o título de campeão paulista, evento que corre em paralelo ao Brasileiro.
Fasci andou na frente desde a largada, e não sofreu pressão dos adversários. Com a pista mais seca depois da chuva que caiu sobre Interlagos na parte da manhã, as disputas foram mais intensas no meio do pelotão. “Cumpri a estratégia de me manter na frente desde o começo e isso foi fundamental. Tentei conservar ao máximo os pneus, para não ter desgaste no fim da corrida”, contou Sergio Fasci. Dudu Costa largou na nona colocação e fez uma corrida de recuperação até um lugar no pódio.
Todas as motocicletas do Moto 1000 GP utilizam como combustível a gasolina Petrobras Podium e como lubrificante o Lubrax Tecno Moto. Petrobras e Lubrax patrocinam a competição ao lado da BMW Motorrad e da Michelin, que fornece seus pneus de competição a todas as equipes. O Campeonato Brasileiro de Motovelocidade tem o apoio de Beta Ferramentas, BMW Serviços Financeiros, Servitec, LeoVince, Shoei, Tutto Moto, HPN, Denko, Airfence Brasil e Peterlongo.

Confira o resultado final da quinta etapa do Campeonato Brasileiro e terceira etapa do Paulista de Motovelocidade na categoria GP 600:
1º) Sérgio Fasci (ARG/MG Bikes Yamaha Racing), Yamaha, 12 voltas em 24mins14s416
2º) Eduardo Costa Neto (SP/Mobil Rush Racing), Kawasaki,a 6s706
3º) Marcus Vinicius Trotta (SP/Motom), Yamaha, a 8s481
4º) Nicolas Tortone (ARG/MG Bikes Yamaha Racing), Yamaha, a 11s474
5º) Gustava Ceccarelli (SP/HPN Racing Team), Kawasaki, a 37s509
6º) Ives Moraes (SP/Motom), Triumph, a 1min07s297
7º) Ademilson Peixer (PR/Moto 3 Racing Team), Kawasaki, a 1min19s833
8º) Raoni Farfan (DF/Suprema Kawasaki), Kawasaki, a 1min32s481
9º) Alex Tiago Pires (RJ/Center Moto Racing Team), Kawasaki, a 1min48s055
10°) Marciano Santin (RS/Santin Racing), Honda, a 1min48s499

Rigor Rico segue invicto no Campeonato Mineiro de Enduro FIM

Rigor Rico
Piloto da Gas Gas Racing Team acelera pela E2 e é o mais rápido da sétima etapa; Ripi Galileu mantém liderança na E1 em Oliveira (MG)
Fonte: Muindo Press.
Rigor Rico manteve invencibilidade no Campeonato Mineiro de Enduro FIM após a sétima etapa, realizada neste domingo em Oliveira (MG). O piloto da Gas Gas Racing foi o mais rápido da E2 e entre todas as motocicletas da competição. O irmão dele, Ripi Galileu, confirmou segundo lugar na E1 e segue líder da categoria.
“Deu tudo certo, venci na geral com uma boa margem, de aproximadamente dois minutos. Andei bem desde o início do dia, em um ritmo forte o tempo todo, e a motocicleta se comportou muito bem. Foi um ótimo final de semana, que trouxe ainda mais confiança para as últimas provas do calendário”, observou Rigo Rico, que compete a bordo da Gas Gas EC 250F. As etapas restantes do Mineiro estão marcadas para os dias 27 de outubro em Araxá e 23 e 24 de novembro em Patrocínio (rodada dupla).

Ripi Galileu é outro destaque da competição. “Temos três etapas pela frente e eu pretendo treinar ainda mais para abrir vantagem e buscar o título”, comentou o piloto, que utiliza a Gas Gas EC 300 dois tempos. “Hoje abri as especiais e fiquei enroscado em um obstáculo. Perdi tempo, cerca de um minuto, mas depois imprimi um ritmo forte e confirmei o segundo lugar”, contou. O irmão mais novo da dupla, Riago Dilan, não completou a corrida da Estreantes.

Meikon Kawakami fica com vitória e conquista título paulista na GPR 250

Meikon Kawakami
Joelsu da Silva foi destaque da corrida, subindo ao pódio depois
de largar em penúltimo lugar
Fonte: Grelak Comunicação
 A quinta etapa do Campeonato Brasileiro e a final do Campeonato Paulista realizada neste domingo (22), no Autódromo de Interlagos (SP), foi marcada pela intensa disputa da primeira colocação na GPR 250, categoria dos estreantes no Moto 1000 GP. Igor Calura, da Mototech, e Pedro Sampaio, da Fábio Loko, se revezaram na liderança até a sexta volta, quando a chuva apareceu. Sampaio sofreu uma queda e abandonou. Calura venceu, mas foi desclassificado por irregularidade técnica. Meikon Kawakami, da Alex Barros Racing, herdou a vitória. Joelsu da Silva, piloto da equipe Suel Racing, ficou em segundo, enquanto Cleber Parrado (SP/Procomps Racing Team) subiu para terceiro
Com essa combinação de resultados, Meikon Kawakami ficou como campeão paulista com 54 pontos. Pedro Sampaio, com 34, foi vice-campeão e Ton Kawakami, Alex Barros Racing, ficou em terceiro com 29. Meikon também lidera no Campeonato Brasileiro com 85 pontos, deixando Calura em segundo com 72. Sabrina Paiuta, da equipe Mobil Rush Racing, que não competiu por precaução depois do acidente que sofreu no treino classificatório do sábado, continuou com 70 pontos e caiu para terceiro na tabela.

Meikon se disse satisfeito com o resultado. “Estou muito feliz, os outros pilotos vinham num ritmo muito forte. Foi difícil acompanhar no começo, mas no final deu tudo certo”, comentou. O destaque da prova ficou com Joelsu da Silva. Ele largou em penúltimo lugar e subiu ao pódio. “Não consegui ir para o treino classificatório, mas foquei em fazer uma corrida forte. A moto estava muito boa e pude tirar proveito disso. É uma pena que errei na última volta, porque poderia vencer, mas o pódio para mim já foi uma grande vitória”, relatou o piloto.

sábado, 21 de setembro de 2013

Moto 1000 GP: Pedro Sampaio é pole na GPR 250 por um milésimo de segundo

Sabrina Paiuta sofre uma queda e vai largar na sexta posição
Fonte: Grelak Comunicação
A categoria de formação GPR 250 promete disputa acirrada na prova que abre neste domingo (22), em Interlagos, São Paulo, as corridas nas cinco categorias do Moto 1000 GP, que valem pela terceira etapa do Campeonato Paulista e quinta do Brasileiro de Moto velocidade. O gaúcho Pedro Sampaio que compete pela equipe Fábio Loko conquistou a pole position com 2min06seg753, à frente de Igor Calura, Motech, que fez o tempo de 2min06seg754.
Sampaio que lidera nos pontos válidos pelo Paulista disse que tudo “foi muito apertado”, e que a receita para chegar à frente amanhã vai ser utilizar a mesma tática dos treinos deste sábado, acelerar muito. “Terei de largar bem e andar no ritmo dos treinos pé embaixo”, garante ele. Calura, que lidera o Brasileiro também espera um ritmo forte, mas faz um alerta em relação ao calor. “O piso quente não vai permitir andar fora do trilho. Acho que a corrida será forte e estou confiante”, finaliza.

Tom Kawakami, da Alex Barros Racing, é o terceiro no grid. Sabrina Paiuta, da equipe Mobil Rush Racing, teve uma batida com outra moto no treino de classificação e vai largar na sexta posição. A GPR 250 terá largada às 10h50 e duração de nove voltas nos 4.309 metros do traçado de Interlagos.

Confira o grid de largada da categoria GPR 250 para a corrida deste domingo (22)
1°) Pedro Sampaio (RS/Fábio Loko), Honda, 2mins06s753
2°) Igor Calura (SP/Mototech), Honda, 2mins06s754
3°) Ton Kawakami (SP/Alex Barros Racing), Honda, 2mins09s428
4°) Claudinei Silva (SP/Sarachú Racing Team), Kawasaki, 2mins09s532
5°) Cleber Parrado (SP/Procomps Racing Team), Kawasaki, 2mins10s29
6°) Sabrina Paiuta (SP/Mobil Rush Team), Kawasaki, sem tempo no Q2
7°) Meikon Kawakami (SP/Alex Barros Racing), Honda, sem tempo no Q2
8°) Mauricio Martins (SP/Pró Rici Team), Kawasaki, 2mins10s581
9°) Leandro Lionese (SP/Santo Racing), Honda, 2mins10s692
10°) Maycon Benassi (PR/Team Fuel Racing-Mormaii), Kawasaki, 2mins12s548

Suzuki J. Toledo comemora 34 anos de Brasil

A comemoração dos 34 anos da J.Toledo também é marcada pelo projeto de expansão da rede. A estimativa inicial para 2026 era a abertura de 14...